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Descobri que sou VIP e estou morrendo de Vergonha Alheia

11/05/2012 - 3:35 pm  -  5 comentários


VIPUma das minhas frases que mais causa revolta nos trolls, esses serezinhos patéticos que mendigam atenção, é a clássica “Só reconheço como válidos os rankings que me posicionam bem”. Eles xingam, mimimizam e me acusam de não jogar segundo as regras.

Já o pessoal com mais de 5 neurônios funcionais e que pode usar tesoura de ponta entende que a frase é uma crítica ao modelo de rankings em si. Não há consistência, não há metodologia unificada. Rafinha Bastos ser tratado como perfil mais influente do Twitter é válido? Não, mas eu também não sou, nem mesmo o Obama. Não existe “perfil mais influente”, as pessoas se influenciam por motivos diferentes, não há um influenciador universal.

Claro, ninguém liga pra isso, somos programados para amar rankings, listas, Top 10s, hierarquias, mesmo que não façam sentido.

Como a patética lista “Influenciadores do G20”, que lista a Dilma como um dos perfis de Twitter com mais influência do Brasil. Legal, faria sentido, se ela não estivesse sem tuitar desde 13 de Dezembro de 2010.

Um dos fatores usados no tal ranking da Dilma foi o Klout, que assim como o falecido Technorati se dispõe a rankear e ordenar a Internet. No caso do Klout, pessoas da Internet. Só que há algo de errado quando sua ferramenta não leva em conta 2 anos de ausência.

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Japatético do Twitter do Dia

04/05/2012 - 3:06 pm  -  6 comentários


Sora AoiLembram daquele bunda-mole que processou a Mansão Playboy depois que descobriu que mulheres bonitas entravam de graça nas festas? Pois é, apareceu um sujeito mais patético ainda.

Se você acha que para atingir graus épicos de vergonha alheia é preciso envolver o Twitter, não ficará decepcionado. E se você é nipófilo, também sairá satisfeito, pois servimos bem para servir sempre.

O causo envolve a Sola Aoi, a japa aí do lado. É uma ex-JAV Star (Japan Adult Video Star, ou atriz pornô, pros íntimos) de 28 anos com 331 mil seguidores no Twitter que acham que vão comê-la.

Desses 331 mil, pelo menos um tem tanta certeza que está revoltado com o Universo não estar conspirando a seu favor.

Conhecida por filmes como Bit Tits Zombie, Hyper Risky Mosaic – Special Bath House Tsubaki, Rear End SpecialSexy Butt Climax 2004, Certain Kill! Cum Face Shot! e um zilhão de cenas no LedTube, a japinha tem sua legião de stalkers. Alguns são criativos, outros são como o bundão do caso, um professor quarentão que vivia enviando para a totucha da Sola Aoi mensagens criativas instigantes e inteligentes como:

  • “Sou se fã, me siga”
  • “Por favor considere me seguir”
  • “Como está o trabalho? Seu inglês melhorou. Por favor, me siga”
  • “Por favor me siga”

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Experimento Pânico – Primeiros resultados: Eu valho 10 Paris Hiltons

16/04/2012 - 10:17 am  -  14 comentários


ak

Assim como a Rosana Hermann, ou mais provavelmente aprendido com ela em sua passagem pelo programa, o Pânico adora desmontar o brinquedo para ver como ele funciona.

As experiências nem sempre são bem-sucedidas, mas todo cientista que é a própria cobaia sabe disso. No caso o risco é que ao abrir o Twitter, futucar, cutucar e apertar para ver as reações, o Pânico corre o risco de mostrar que o Rei está nu, e que as a intercessão entre a mídia tradicional e a social não é tão grande assim.

Existe uma regra em Internet chamada Princípio do 1%,  ou 90:9:1. Baseada em observações essa regra define que de todos os usuários online, 1% criarão conteúdo original (Obviamente não estamos falando do Kibeloco), 9% interagirão, modificando o conteúdo ou comentando e interferindo, e 90% apenas consumirão, sem nenhuma manifestação, só corujando.

No Twitter a situação se agrava, pois a não ser em casos de perfis bem temáticos, o contingente de seguidores é muito heterogêneo. Todo mundo é Fantástico no Twitter, quase ninguém é Globo Rural, mas perdemos a vantagem de ser Fantástico na hora em que o nosso “espectador” deixa de ser obrigado a assistir os comerciais.

Espera-se do Twitter e das redes sociais retornos muito mais grandiosos que a propaganda convencional, mas a realidade mostra que o espectador da Internet é tão ou mais passivo (ui!) e bem mais disperso que o espectador de TV, e isso aparece nos números.

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O Coelhão do Mal e o Mimo da @DominosBrasil

02/04/2012 - 7:24 pm  -  12 comentários


Estou eu tranquilo, curtindo o banzo pós-janta, quanto chamam no portão. Vou ver, tem um COELHO GIGANTE procurando por mim.

evilbunny

Não esse.

Monty Python me ensinou a não confiar em coelhos, e de longe já pensei: “Ferrou, agora vou pagar por todas as vezes em que disse que não era temporada de caça ao pato”.

Por sorte o Coelhão do Mal não era tão ruim assim, era parte de uma ação da Domino´s Brasil. Estavam visitando blogueiros e divulgando a promoção do Coelhinho da Pizza, o nome daquele bicho que assustou meus vizinhos.

pizza1

A idéia é simples: Quem comprar pizzas da Domino’s entre 2 e 8 de Abril corre o risco de receber a visita do Coelhão, levando uma pizza de chocolate como brinde de Páscoa.

pizza2

Posso garantir que estava (na verdade ainda está) deliciosa. A primeira fatia já morreu, agora é guardar e atacar durante a madrugada, quando ela menos estiver esperando.

Igual a como os coelhos do mal atacam.

night_of_the_lepus_fangs

Well, acho que vou comer só mais uma fatiazinha, e se o Coelhão não voltar, Valeu, Domino’s!



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YEAH vamos salvar o planeta. DE NOVO!

31/03/2012 - 8:45 pm  -  10 comentários


Eu já expliquei em detalhes aqui neste post tudo que acho dessa palhaçada ecohistérica de Hora do Planeta, quando um monte de gente que dorme de ar-condicionado pra poder usar edredon paga de salvador do planeta, dizendo que vai desligar uma porra de uma lâmpada e conscientizar o mundo.

CLARO, uma lâmpada apagada é uma mensagem mais que óbvia. Outro dia vi um chinelo virado e entendi que devemos pesquisar novas fontes de energia.

Essa palhaçada auto-indulgente é uma mistura de autofelação com mega-tapinha nas costas, e gera atitudes imbecis como a destes idiotas aqui, que para salvar o planeta pegaram um carro, saíram gastando gasolina e gritando com um megafone (que não funciona com energia vinda de cocô de unicórnios, você sabe) para as pessoas apagarem as luzes.

Já que é moda gestos idiotas, simbólicos e inúteis, decidi tem alguns anos que na Hora do Planeta contribuirei acendendo uma lâmpada inútil, extra e transmitirei via streaming a dita-cuja ligada.

O MEU gesto simbólico é só para lembrar que ninguém nunca mudou porra nenhuma com gestos simbólicos.

Aqui o streaming. Já está transmitindo. Vou pro bar, pra adicionar insulto à injúria.

De resto, se você quer aliviar sua culpa burguesa, o faça através de atitudes REAIS, e não ecopalhaçadas. Doe ou colabore com a Make a Wish Foundation, ou empreste dinheiro para quem quer trabalhar, via o genial sistema de microcrédito da Kiva. (não confundir com Kony).

Streaming Live by Ustream



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O problema (e solução) da mulherada falta falta de roupa pra lavar

29/03/2012 - 2:38 pm  -  7 comentários


É comum dizer que lugar de mulher é na cozinha, mas lembrando um anúncio que fiz para um curso feminino de cadetes muitos anos atrás, na realidade lugar de mulher é no tanque. Tem sido assim por milênios, e isso é o GRANDE obstáculo para que a mulher ganhe um mínimo de espaço fora de casa.

De todas as atividades domésticas lavar roupa é a mais intensiva. Boa parte do mundo ainda usa as mesmas técnicas de séculos atrás, buscando água nos rios, esquentando na fogueira, esfregando e torcendo. Isso leva horas, deixa a mulher exausta e consome o bem mais precioso que elas e todo mundo possui: TEMPO.

A popularização da máquina de lavar, hoje usada por 2 bilhões de pessoas deu a essas mulheres chance de fazer mais com seu tempo.

No vídeo acima Hans Rosling, aquele médico e estatístico sueco discute sobre a máquina de lavar, em uma apresentação do TED. “Os mais radicais militantes verdes usam máquina de lavar”. O ganho de tempo é imenso. E tempo é liberdade.

Hans conta como sua mãe explicou a ele, então com 4 anos, a vantagem da 1a máquina de lavar que a família comprou:

“Hans, nós colocamos a roupa suja, a máquina faz o trabalho e nós podemos ir à biblioteca”

No vídeo sobra até para a Dilma, elogiada como Ministra das Minas e Energia, com seu projeto de eletrificação, que possibilita a mulheres em condições carentes o primeiro passo para possuírem uma máquina de lavar, que se mostrou a mais importante ferramenta para o Feminismo, pois queimar sutiã é fácil, lavar dá trabalho.



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Vergonha alheia no Kuwait. Desta vez, culpa dos judeus!

23/03/2012 - 2:12 pm  -  8 comentários


borat

O judeu em questão é Sacha Baron Cohen, também conhecido como Borat e Brüno. Em 2006 ele divertiu meio-mundo com seu filme Borat: Cultural Learnings of America for Make Benefit Glorious Nation of Kazakhstan. Fazendo um humor deliciosamente inteligente, mostrando um estereótipo como isca para que seus interlocutores desfilassem os próprios preconceitos e atitudes hipócritas.

Como quando Brüno foi entrevistar Paula Abdul sobre seu trabalho humanitário, enquanto sentavam em cima de trabalhadores mexicanos. Foi brilhante.

Já Borat era em teoria um representante do Cazaquistão, um país que –sejamos sinceros- ninguém conhece ou se importa com. Sacha vendeu a idéia de um fim-de-mundo, pra justificar seu personagem, deliciosamente antissemita, misógino e basicamente grosso.

Obviamente o Cazaquistão não gostou, inventou até uma conspiração sionista internacional contra o país. Borat, claro, respondeu com um texto sensacional.

Entre outras pérolas há o Hino Nacional do Cazaquistão, executado durante o filme, curiosamente cantado em inglês e com a peculiar letra:

Kazakhstan greatest country in the world.
All other countries are run by little girls.
Kazakhstan number one exporter of potassium.
Other countries have inferior potassium.

Kazakhstan home of Tinshein swimming pool.
It’s length thirty meter and width six meter.
Filtration system a marvel to behold.
It remove 80 percent of human solid waste.

Kazakhstan, Kazakhstan you very nice place.
From Plains of Tarashek to Norther fence of Jewtown.
Kazakhstan friend of all except Uzbekistan.
They very nosey people with bone in their brain.

Kazakhstan industry best in the world.
We incented toffee and trouser belt.
Kazakhstan’s prostitutes cleanest in the region.
Except of course Turkmenistan’s

Kazakhstan, Kazakhstan you very nice place.
From Plains of Tarashek to Norther fence of Jewtown.
Come grasp the might penis of our leader.
From junction with the testes to tip of its face!

Legal, mas que diabos isso tem a ver com alguma coisa?

Digamos que a música é a primeira que surge no Google quando se busca pelo Hino do Cazaquistão. Digamos também que uma atleta do país se deu muito bem em uma competição de tiro no Kuwait.

Já entendeu o que aconteceu, né?

Sorte da moça que obviamente ela não entendia inglês, ou não ficaria tão impassiva ouvindo sobre as prostitutas mais limpas da região, o excelente potássio e o pênis do Grande Líder Cazaque.

Atualização: NEM NO CAZAQUISTÃO acertam o hino do Cazaquistão.

Vejam este momento, na abertura de um festival de inverno, repleto de autoridades cazaquistanesas:

 



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Turcos ensinam que Troll de verdade é muito mais que um idiota que xinga os outros

15/03/2012 - 8:05 pm  -  11 comentários


A ANVISA da Turquia tem a mesma mania da daqui, criar proibições absurdas e irrelevantes, mas são mais megalomaníacos. Ao invés de banir cigarros com sabor, decidiram que torcedores não podem mais levar sinalizadores nos estádios.

Aqui o pessoal gosta de levar instrumentos pra fazer batucada, na África do Sul levam aquelas bostas de vuvuzelas. Na Turquia, torcedores levam sinalizadores, flares para agitar durante o jogo.

Não são fogos, não é algo que seja eficientemente lançado contra a torcida adversária, está longe de ser uma grande arma, mas as otoridades não querem, falou tá falado. Virou Lei e é crime acender um negócio daqueles em um estádio.

Quem acender e for identificado, vai em cana.

Como os torcedores decidiram protestar, sacaneando o Governo no processo?

Foram trolls, magistrais trolls, usando a inteligência que falta aos brasileiros que abusam de tal denominação. Os turcos não xingaram ninguém, não quebraram nada, não difamaram ou saíram apertando campainha e correram.

Simplesmente levaram para o estádio um pano enorme, com uma trollface muito conhecida da Internet, e através de buracos no pano, acenderam dezenas de sinalizadores, tornando impossível que a polícia identificasse os culpados.

Lindo de se ver. Trollada de Mestre:

fonte



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