web metrics


Nem só de kibe vive a China

02/09/2010 - 8:47 am  -  3 comentários


A China é conhecida mundialmente por seus produtos de qualidade questionável, pirataria generalizada e pilhas FONY vendidas no camelô. Usamos o pejorativo xing-ling como usávamos  ”paraguaio”. Por anos o país tem aguentado calado essa fama, até por ser verdadeira, mas o inevitável É inevitável. Ao manter centros de excelência e produzir coisas como o iPhone 4, a China vai aos poucos aprendendo, vai se tornando competitiva.

Isso claro gera dinheiro e com dinheiro podemos fazer coisas bonitas. Michelangelo não pintou a Mona Lisa por hobby. Ele não pintou por não ser Leonardo, mas mesmo que fosse só pintaria por dinheiro. Ele cobrou BEM do Vaticano por todas as suas obras. Fosse o Papa menos pop, seria pobre e teria que contratar uma tartaruga menos popular para decorar suas igrejas. O resultado não seria tão bom.

Dinheiro só não garante bom gosto, óbvio, está aí o Bispo Macedo para comprovar, mas quando há boa vontade em fazer direito E dinheiro, o resultado é magnífico. Vejam um exemplo: Estamos acostumados a receber links com legendas em Engrish de filmes traduzidos nas coxas pro mercado chinês. Nossa idéia de produção por lá é tosqueira como esta capa de uma edição pirata de Battlestar Galactica:

É um samba do crioulo doido espacial. Misturaram os personagens de Galactica com a Enterprise da Nova Geração e ainda tascaram um Stargate no fundo. Na resenha falam que é uma comédia pré-adolescente.

Essa era a realidade chinesa. Só que nem todo mundo se estagnou. A China que produz esses DVDs xing-ling também produz legendas como as criadas para a edição local do filme A Vida Dos Outros, Oscar de Filme Estrangeiro em 2007. Legendas localizadas não são algo novo. São algo caro. A Disney faz, a Dreamworks faz. A Pixar faz. Uma vez eu vi uma versão de Casablanca no cinema onde a carta que Ilsa deixa para Ricky estava… em português. Fizeram direitinho, com direito às gotas de chuva. Total exceção.

Já as legendas chinesas abaixo, só posso chamar de arte. Vejam o trabalho o cuidado para integrá-las ao filme. Isso é digno de um artesão, não de um técnico.

Fonte: Chinasmack


Unbranding – A Arte de Jogar Sujo Sendo Bem Podre

01/09/2010 - 6:20 pm  -  5 comentários


Vou confessar: Eu tenho um lado romântico. No fundo eu sou um idealista. Por isso o fato de ser capaz de fazer algo não me torna insensível, eu sei que uma coisa é errada, como Problogger[bb] os R$50,00 que eu aceitaria para falar bem de Hitler[bb] de forma alguma tornariam correto o extermínio de 6 milhões de judeus[bb]. Mesmo assim eu procuro não misturar o emocional com o comercial.

Claro, às vezes não é tão simples, como no caso da prática marketeira[bb] chamada Unbranding.

Em um mundo ideal o produto[bb] se destacaria por suas qualidades, a publicidade apontaria essas características e, em culturas mais competitivas apontaria os defeitos do concorrente. No nosso mundo longe do ideal, não funciona assim. O consumidor associa o produto com conceitos bem menos tangíveis, e os marketeiros abusam dessas associações. É “correto” quando você vende sucesso, quando coloca um atleta ou alguém bem-sucedido fazendo um testemunhal, mas o Umbranding ultrapassa todas as linhas do razoável e aceitável.
Que diabos é isso afinal?

Vejam esta nulidade da foto.

O nome desse desperdício em forma de gente é Snooki. Essa anã é parte do elenco de Jersey Shore[bb], um Reality Show da MTV que acompanha as vidas inúteis de um grupo de ítalo-americanos que passam o tempo todo entre festas e bronzeamento artificial. Um pessoal que faz a Paris Hilton[bb] parecer relevante e as conversas do BBB, significativas.

Como quase todo mundo de TV esse pessoal vive de aparência, só passa ilusão de ter dinheiro. Mesmo assim a Snooki toda hora é fotografada com bolsas de grife. Gucci[bb], D&G[bb], Maison Goyard e várias outras que aprendemos vendo Sex and The City[bb]. Digo, zapeando e passando sem-querer, claro.

Como pode, Arnaldo?

A explicação razoável é que os anunciantes estão fazendo product placement (em português, merchandising) e mandando as bolsas pra ela. Legal. Mas assumindo que fabricantes chiques de produtos que custam milhares de dólares não costumam contratar asnos, não faria sentido colocar um produto chiquérrimo para ser visto na mão de um ser boçal que desperta nojo, faria?
Faria se o produto colocado na mão do ser boçal fosse do concorrente.

Parabéns, isso é unbranding.

Algum gênio do marketing decidiu que queimar o filme do concorrente é melhor do que falar bem do próprio produto.

De novo, é algo que deve ser repetido: Um GÊNEO MARKETEIRO decidiu que é estratégia mandar produtos da concorrência para gente questionável e assim queimar o filme do produto.

Não que seja uma idéia nova. Antigamente já havia o boato de que a Coca-Cola comprava cascos de Pepsi para quebrar (e vice-versa) e vimos vários virais de cerveja que eram descaradamente criados por concorrente para desacreditar o produto-líder, mas o unbranding vai além. Ele tenta associar o concorrente a algo ruim, sendo que o algo ruim não tem noção ou se tem não está preocupado.  A Snooki se enche de bolsas de milhares de dólares, queima o filme de TODO MUNDO pois varia toda hora a marca que está usando e nas reuniões os marketeiros fodalhões (tm Felipe Neto) ainda devem abrir um slide Power Point mostrando o quanto sua idéia genial prejudicou a concorrência.

É muito triste que a Propaganda, algo que inspirava e emocionava hoje se resume a uma briga de trolls. Esse tipo de atitude mesmo que funcionasse -não funciona- é efêmera. É descartável, é lixo. Já a boa propaganda… bem, deixo o exemplo desde filme com as palavras de Manuel Bandeira, na voz de Herbert Vianna, assinado pelo Bamerindus e veiculado ao fechar das urnas da 1a Eleição direta para Presidente no Brasil em décadas. Foi 21 anos atrás, mas poderia ser veiculado hoje:


Kibando o Treta, A Melô do Cardoso

28/08/2010 - 11:41 am  -  9 comentários


O vídeo abaixo saiu originalmente neste post do Treta, mas o servidor deles pelo visto não trabalha sábado, saiu pra tomar um cafezinho, está de licença-prêmio e de qualquer jeito, falta carimbar. E essa pérola é boa demais pra ser verdade. É uma paródia sobre… blocks no YouTube. Não, não sou eu no vídeo, não sou tão tostadinho assim.


E está institucionalizado o #mimimi

23/08/2010 - 7:28 pm  -  40 comentários


A Internet[bb] está cheia de histéricos. 98% deles acompanham tudo que eu faço. Entendem sempre de forma literal, carecem de qualquer senso de humor e corrigem brincadeiras como “meus milhões de leitores” com “hahah seu idiota você só tem 20 mil followers”.

Esses idiotas tudo bem, ignoremos. Só que a coisa está se generalizando. Parece que vivemos em um grande jardim de infância[bb], cheio de gente sensível e paranóica, olhando o tempo todo sobre os ombros, atrás de algo que as atinja.

Tudo é pessoal, tudo é voltado especialmente contra elas. Tudo é uma grande conspiração. Tudo tem um propósito oculto. Freud[bb] dizia que às vezes um charuto[bb] é só um charuto, mas pra esse pessoal é a fábrica da Souza Cruz[bb] inteira.

Vejam por exemplo o caso do Mark Zuckerberg, fundador do Facebook[bb]. Alguém descobriu que não é possível bloquear o sujeito no… Facebook. Eu (logo eu!) achei legal. Um belo ovo de páscoa. Bolas, ele é o dono, o rei da cocada preta, o manda-chuva, o chefe. É uma gracinha, uma piada, um CHISTE.

Não é que a Wired, logo de todo mundo, achou um absurdo? E não estão sozinhos. Há gente clamando falta de seriedade, quebra de contrato, bla bla bla.

Chatos sempre existiram. Quando mostrava o simulador de vôo[bb] escondido no Excel[bb], de cada 10 pessoas, uma reclamava “ah, por isso que ele ocupa tanto espaço”, mas hoje parece que os chatos estão em maioria. O mundo está se tornando um lugar sério e sem-graça, onde você não pode nem brincar com o site que criou. Ou vai dizer que não se lembra daquela dona que ligou pra reclamar do Pacman que o Google colocou no logo comemorativo, um dia desses?

Eu confesso que nunca tive coragem de perguntar, por ter profundo desprezo por esse tipo de pessoas e manter distância sempre que possível, mas um dia ainda vou controlar a ânsia e questionar: Qual a graça de viver em um mundo onde não se pode brincar?


Dona Marta e a favelização das mídias sociais

19/08/2010 - 4:46 pm  -  41 comentários


Dizem que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar. Só esqueceram de falar isso pros raios que caem no blog mais zicado das redondezas, o Twitter Brasil. Dois anos atrás foram sumariamente tirados do ar quando uma liminar da Justiça invadiu com truculência característica seu provedor, que não pensou duas vezes em puxar a tomada.

A Ordem Judicial era fruto de um processo envolvendo um perfil no SITE Twitter, alguém havia criado um perfil maligno, outro alguém de ofendeu, o blá-blá-blá de sempre. A Justiça, que não só é cega como é MUITO cega, não entendeu que havia uma LEGEIRA diferença entre o serviço Twitter e o BLOG Twitter Brasil.

Agora, aconteceu de novo. A candidata Marta Suplicy, sentindo-se ofendida com a existência dos perfis realmsuplicy e MartaxaSuplicy entrou com um processo no TRE de SP para removê-los do Twitter. A Mãe do Supla pegou pesado, armada de um (insira aqui o coletivo de advogados) composto de SETE advogadas carcou bonito. Esse Twitter vai ver só!

Só que o ataque de Precisão Cirúrgica não contou com um pequeno detalhe: Entre sua renomada equipe de SETE advogadas aparentemente não há nenhuma grande especialista em Direito Eletrônico, Internet e Mídias Sociais, pois NINGUÉM percebeu que o SITE, o SERVIÇO Twitter, listado no despacho assim:

Cite-se o provedor: http://twitter.com/realmsuplicy, http://twitter.com/MartaxaSuplicy.

Não tem PORRA NENHUMA a ver com o Twitter Brasil, o blog. Sequer a URL: http://www.twitterbrasil.org. E nem vamos levar em conta os disclaimers onde avisam que não são afiliados ao Twitter.

Na verdade não é preciso que as SETE advogadas saibam dessa complexa e arcana informação. As coisas que crescem no meu umbigo sabem. Qualquer adolescente retartado que escreve “me polpe” sabe. Até quem não percebeu que eu escrevi “retardado” errado sabe.

Acha que é ruim? Piora. As Interwebs já estão se revoltando com a atitude da candidata, que gerou aporrinhação, despesa e cabelos brancos pro pessoal do Twitter Brasil. Por mais que faça sentido uma sexóloga resolver problemas no pau, no Twitter é muito mais simples um bom e velho Report as Spam.

Se ao invés dos velhos cabos eleitoreiros e cupinchas empurradores de santinhos, os candidatos tivessem REAIS PROFISSIONAIS DE MÍDIAS SOCIAIS os assessorando, sairiam por cima em situações assim. Alguns contatos com figuras-chave do Twitter simpáticas à candidata (ou mesmo neutras) e uma campanha “report as spam” resolveria o problema. Havendo PROFISSIONAIS dos dois lados, poderia até surgir uma campanha ecumênica contra perfis falsos, todos seriam vistos como “nossa que legais”.

Mas não. Marta se queimou. Processou um blog legal.

Entrou com um processo em JULHO. Por causa da conta MartaxaSuplicy, que não existe mais, e da conta realmsuplicy, que tem 286 followers e não posta NADA desde o dia 28 de JANEIRO.

Meus parabéns, Dona Marta. Se a eleição fosse decidida por lavar roupa suja a senhora já estaria eleita.


Manifesto de Apoio e Singela Sugestão ao TSE

19/08/2010 - 12:16 pm  -  14 comentários


Os programas humorísticos, comediantes[bb], redatores, piadistas[bb], artistas e intérpretes em geral estão cientes da legislação que se propõe a trazer de volta a Seriedade ao processo eleitoral, banindo das campanhas políticas manifestações de cunho humorístico que visam claramente expor defeitos, falhas de caráter, deficiências morais e características questionáveis dos candidatos.

Este blog apóia totalmente a iniciativa do TSE, inclusive com sugestões. Achamos que para evitar danos aos nobres candidatos os programas humorísticos devem ser examinados previamente por funcionários do Tribunal, seria um processo rápido e não-burocrático. Declarados livres de qualquer tipo de conteúdo danoso aos supracitados candidatos, estariam liberados para veiculação.

Sugiro ainda que as emissoras insiram uma cartela antes de cada programa, dando ciência aos espectadores de que o programa foi liberado pelo órgão competente, assim nós, cidadãos cumpridores das Leis e tementes a Deus não correríamos risco de assistir inadvertidamente um programa com conteúdo contrário ao regime estabelecido pelo TSE. OU, caso a cartela não seja exibido, poderíamos imediatamente telefonar para um número e, anonimamente denunciar a emissora subversiva.

Tenho até um modelo básico da cartela, o que acham?

só uma sugestão...


Não precisa pedir Bis: Olha a Logística fazendo caquinha de novo!

18/08/2010 - 3:26 pm  -  40 comentários


Eu já disse e só não coloco o link porque a busca do Twitter é uma boa bosta: No Brasil logística significa “melhor comprar na loja”. Não adianta montar uma campanha super-legal, cheia de parangolés e balangandãs, se ela depender de logística. Seja entrega de convites, seja entrega de produtos.

As lojas simplesmente NÃO SÃO ÁGEIS, A Vivo[bb] conseguiu transformar algo como a compra de um iPhone[bb] em uma experiência frustrante pra mim, outro dia milhares de consumidores ficaram chupando dedo atrás de PS3[bb], quando um grupo de incompetentes achou que colocando 100 unidades a preço de banana e anunciando isso no Twitter era uma boa idéia, depois foram chamados de ladrões, picaretas e etc, e ficaram magoadinhos. O pessoal do Twix[bb] por sua vez não fez as contas, achou que soltar meia-dúzia (dane-se que eram 2 mil, 20 mil ou um Googolplexo) de chocolates que NÃO cobriam nem 1% da área era uma boa idéia. Por sovinice saíram com a imagem arranhada.

Agora é a vez do Bis[bb]. Produto fácil, sujeito tem que ser a criatura mais paunocu do planeta pra não gostar de Bis. Se Hitler me oferecesse um Bis eu aceitaria, e olha que tento manter minhas relações com ele no plano puramente comercial. O Brieffing: Lançar em redes sociais o Bis Limão[bb]. Idéia: Vamos criar um senso de exclusividade, o produto não estará disponível em lojas, você só poderá comprar online. O Internauta se sentirá especial, privilegiado e mostrará para seus amigos off o Bis Limão, criando uma expectativa entre o populacho público em geral.

Aprovado, vamos executar.

Verba liberada, centenas e centenas de Reais investidos em seeding, tuiteiros fazendo jabá do produto, sites de ecommerce disparando a venda, beleza, certo?

Errado.

Ecommerce no Brasil não sabe e não gosta de trabalhar com produto de baixo valor. No Pão de Açúcar uma caixa de Bis é R$3,20, um valor muito baixo pras chiques lojas online brasileiras. Então já começam alienando quem só quer experimentar, criando um pacote. Você passa a ter que comprar um KIT com 4 caixas, a R$11,99. Mas não termina aí. A nossa amiga, a logística entra pra cagar tudo:

11 dias é forçar a amizade

Ah mas não é possível, Arnaldo, tem algo esquisito nisso. A Mahrcinha deve morar no Acre, Mordor, Atlântida ou outro desses territórios inexistentes pro frete sair tão caro e levar tanto tempo, ou o Submarino tem alguma fixação estilo Lost com o número 11.

Quaaase isso. Uma investigação detalhada no perfil do Twitter indica que ela se esconde na CAPITAL DO BRASIL. Sim, os caras fazem um lançamento nacional na Internet e pra entregar na CAPITAL DO PAÍS pedem 11 dias. O conceito de “compra de impulso” pelo visto não é mais ensinado nas faculdades, ou mataram aula e foram pro bar nesse dia.

Upideite: A Mahrcinha gentilmente forneceu a prova do crime:

clique para engrandalhecer

Se rolasse um tiquinho menos de ganância, poderiam ter transformado essa brincadeira do Bis Limão em uma experiência mágica, com gente se inscrevendo, recebendo caixas, recebendo vales para dar caixas para amigos, competições nas várias mídias atrás de chocolate, etc. Poderia ser realmente mágico, mas oompa loompa, oompa di du, tudo que eles querem são seus onze Reais.


Justin Bieber, Matador de Trolls

17/08/2010 - 1:49 pm  -  25 comentários


Pode ser falha na Matrix[bb], prenúncio de 2012[bb], mas o fato que o herói do dia é ninguém menos que o Jar-Jar Binks[bb] do Pop, Justin Bieber[bb].

Tudo começou quando um trollzinho de 5a categoria de 15 anos chamado Kevin Kristopik hackeou o Twitter[bb] de Ryan Butler, melhor amigo de Justin Bieber para conseguir o número do celular do astro pop. Como todo troll, Kevin é uma nulidade, e incapaz de se destacar por mérito próprio, tentou alcançar alguma relevância demonstrando ao mundo que O MUNDO está errado em dar atenção a outro. Como fazer isso? Enchendo o saco do Justin Bieber.

Kevin começou a passar trotes e mandar SMSs xingando o pequeno astro pop, afinal de contas um loser de 15 anos tem toda moral para dar lição de vida em um pop star que vale e rende milhões de dólares.

O trollzinho mesmo admite:

“Eu meio que me baguncei a vida dele um pouco. Ele decidiu se vingar.”

Decidiu se vingar, indeed, como diria T’ealc.

Por mais que seja uma boa moça, em algum momento Justin Bieber tinha que estar naqueles dias, então subiu nas tamancas[bb], rodou a baiana e decidiu cortar o rebolado do troll.

Como Kevin, sendo troll tem no DNA[bb] extrema burrice, estava enviando os SMSs e trotes de seu próprio celular. Justin então soltou uma mensagem no Twitter, lida por seus mais de 4,5 MILHÕES de seguidores.

“Everyone call me 248-417-5346 :) or text,”

O resultado? Mais de 26.000 SMSs, milhares de ligações, muitas delas internacionais. O número foi praticamente inutilizado. O trollzinho apagou a conta no Twitter e cancelou o número do telefone[bb]. CLARO, como todo mundo que não sabe brincar mas mesmo assim desce pro play, kevin disse que Justin Bieber abusou de seu status e poder como celebridade. O mimimi final dele foi: “I never asked for it, @justinbieber is a dick, I still like him, but this was so low.”

O pai do inocente floquinho de neve reconhece que o filho estava aporrinhando o cantor, está preocupando com a conta de telefone, dadas as ligações internacionais recebidas, mas acha que Justin poderia ter lidado com a situação de forma diferente. COMO SEMPRE, nunca há a sugestão de COMO seria essa “forma diferente”.

Aqui o resultado: Como podem ver o celular fica um tanto impossível de ser usado com o número, depois de ser Bieberificado…

A História se repete: Na hora de aporrinhar o Bieber o cara era o Phodalhão, o Grande Hacker, iria encher até o alvo mudar o número do celular, depois se gabaria no Twitter de como trollou o Justin Bieber até ele pedir arrego. Já quando o outro reage, é abuso de poder? BRING IT ON, BIATCH!

Fonte: Freep,Appinsect


Mais Antigos


Quem é Cardoso

Para saber mais sobre o autor deste blog, visite este link. Para enviar uma mensagem, clique aqui. Para anunciar, clique aqui.


Jabá

O Contraditorium está hospedado no Bluehost, com transferência mensal ilimitada, espaço em disco ilimitado, domínios ilimitados, infinitos subdomínios, PHP, Ruby on Rails e todas as funcionalidades que você puder pensar. Quanto? US$6,95 / mês, quinze Reau, menos que uma pizza. Conheça o Bluehost, clique no link abaixo.