Descobrir que a famosa frase Celacanto Provoca Maremoto foi obra do C@T deixou um vazio em minha vida. Felizmente um outro mistério surgiu para entreter minha mente complicada. Vejam que estranha pixação (em estêncil) achei nas ruas de Botafogo; alguma idéia do que seja?

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Eu sei o que é
Criei uma comunidade no orkut pra mudaram a merda da música da ligação a cobrar.
Esta é uma extensão da campanha.
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Tambem pensei nisso, mas não sabia que tinha esta comunidade no ORKUT.
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Cardoso,
a objetividade, mesmo que verdadeira, magoa a poesia, independente dos movimentos acima mencionados, a frase solta pichada na parede de um viaduto, mostra a mim a desorganização urbana global e desorientação mental de todos, hoje aqui, amanhã ali, depois do sinal ou farol, ou fumaça, algum indicativo do outro, solicita ; ” me diga: onde estás? ”
lembro a vc uma outra, ” ninguem me ama, ninguem me quer, ninguem me chama de Baudelaire”, atribuida ao falecido Cacaso.
bom sábado
AWUÍKA !
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Xará Cardoso, já que tocou no saudoso Celacanto Provoca Maremoto, ouso então relembrar o grandioso Gilson de Abreu Marinho, contemporâneo meu nas escritas murais urbanas. Só que ele era um ativista limpo, escrevia apenas em giz. E escrevia poesias. Numa delas, ali perto do Shopping Rio Sul, ainda num dos tapumes azuis da construção do metrô, escreveu o mestre: “Se eu fosse o banco do carro / Que diriges com leveza / Eu tirava muito sarro / Desse rabo de princesa.” — c.a.t.
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Cardoso,
Aqui me tens de regresso e suplicante te peço…
brincadeira…não peço nada e ainda te dou bom domingo e te digo que re-citei este teu post na GL…
Maremotos ainda são dependentes de Celacantos, como os poetas dependem de giz e parede, ou será que é ao avesso ?
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