Leitura Obrigatória para Focas e afins
Estava passeando pelos feeds do Pérolas das Assessorias de Imprensa, um blog que varia entre uma excelente leitura e um chatérrimo balcão de empregos, mas consegue pontos o suficiente para permanecer nos meus feeds, por publicar posts como este, indicando o artigo de Júlio Borges no Digestivo Cultural
, “Por que os blogs de jornalistas não funcionam“.
Ele destrincha a mente dos jornalistas tradicionais de forma excelente, alertando para o perigo que os estudantes correm, se forem muito na onda dos professores. Todo estudante de jornalismo (você também, Gustavo!) deveria levar uma cópia impressa desse texto na carteira, e lê-lo uma vez ao dia, só por segurança.
Só como amostra, um trecho que bate direitinho com o que eu falo por aqui:
Jornalistas não estão acostumados a ter leitores
O grande problema para os jornalistas é que, na internet, os leitores estão presentes em carne e osso. “Quem colocou eles lá? Eles estão atrapalhando! (…) Para os jornalistas, os internautas são uma pedra no sapato. Ainda mais agora, que alguém disse, lá nos Estados Unidos, que “blogs são conversações”!
Então? Não perca seu tempo, corra para o Digestivo e leia o resto da matéria, os estudantes vão aprender o que não fazer e os blogueiros vão entender o motivo da blogosfera ser ignorada e/ou mal-entendida pelos figurões (e figurinhas) da mídia.
Sobre o Post
Este post foi escrito em 28/09/2006 às 7:36 pmEstá arquivado na(s) categoria(s) Dicas Quentes, ProBlogger.
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Veja a reação da blogosfera





[...] Esta é uma das razões que fazem com que o blog de um jornalista não faça tanto sucesso. Prefiro não me adentrar muito no post do Contraditorium sobre este fato, muito menos neste outro excelente post do Digestivo Cultural. Prefiro não bater o martelo em prego que já está fixado. [...]
Aliás, valeu pela dica. Aquele lance de balcão de empregos é um saco mesmo. Já eliminei.
Abraços
Edu
Responder
[...] aquele fatídico texto do Digestivo Cultural (faz tempo, hein?), que o Cardoso, meticuloso, me recomendou, venho ficando mais atento a essa desconfiança toda entre ambos, que, ao meu ver, mostra-se [...]