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Não gostou do Hype? Então por que não cala a boca?

19/11/2007 - 1:41 pm  -  28 comentários


O esporro federal (ou Real) que o rei Juan Carlos deu no Hugo Chávez durante a Cúpula Ibero-Americana foi… magnífico.

“Por que você não se cala?”


Lindo. Vale o vídeo:

Pois bem… o que o candidato a ditador não imaginava era que depois de tomar esse esporro, ainda teria que aturar o hype em volta.

Este artigo do Guardian menciona mais de 700 vídeos no YouTube, com paródias, piadas e reencenações. Chávez está sendo sacaneado em diversos idiomas, muito mais que qualquer Star Wars Kid. Mas… melhora.

Além dos vídeos no YouTube, artigos em jornais e revistas pelo mundo, o pessoal do empreendedorismo caiu em cima. Ainda segundo o artigo, só em Ringtones o esporro Real rendeu um milhão e meio de Euros, além de camisetas, adesivos e muito provavelmente mousepads.

Onde estarão os equivalentes nacionais? Será que o único aproveitamento de hypes assim será o Boneco do Capitão Nascimento? Aliás, ONDE ESTARÃO OS PRODUTORES do Tropa de Elite, que não aproveitaram o hype além de usá-lo para levar gente no cinema?

Impressão minha ou esse pessoal não gosta de ganhar dinheiro?

O Sanduiche-iche-iche virou ringtone? E as frases do Tropa de Elite? Sim, se procurar, achamos, mas completamente ilegais e piratas, além de gratuitos. Quero algo simples como:

“Ei, somos produtores de um mega-hype da Internet, temos os direitos sobre essas frases, queremos vendê-las como ringtones para celular”

Nenhuma operadora se interessou? Ninguém relacionado ao filme sugeriu?

Onde estão os carrinhos, desde os de plástico vagabundos, até os de controle remoto, do Caveirão do BOPE?

Ah, existe sim. Verdade. São feitos por um jovem de 26 anos, autista, morador da Baixada Fluminense. Não exatamente uma operação mega-corporativa de escala nacional.

Vou contar um segredo: Eu adoro dinheiro, por isso eu fico feliz quando vejo dinheiro sendo feito, mesmo que não por mim. O pessoal que transformou o esporro do Juan Carlos em grana está de parabéns, assim como o pessoal que faz camisetas baseadas em hypes da Internet (como as do Chuck Norris) e vende. Imagine, camisetas com o Capitão Nascimento Facts.

Com isso, eu fico triste, na verdade irritado, quando vejo dinheiro sendo perdido, quando vejo gente deixando de ganhar dinheiro.

Este ano tivemos hypes excelentes, mas muito mal-aproveitados. Espero sinceramente que no ano que vem tenhamos mais visão comercial, menos pudores e mais agilidade, e se você acha que estou exagerando, pense em quantas camisetas sacaneando o Estadão poderíamos ter vendido nos blogcamps e barcamps da vida.



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Hospedado por Mim, Blogado por Deus

17/11/2007 - 1:21 pm  -  25 comentários


Um paraquedista/salsinha me chamou de hipócrita por criticar a pomada vovô pedro que cura de hemorróida até câncer, mas acreditar na medalha de nossa senhora de não sei das quantas.

Eu parei por alguns minutos, pensando onde teria EU declarado fé na medalha da santa.

Era o AdSense. O leitor assumiu que eu escolhi conscientemente aqueles anúncios, e tinha alguma espécie de ligação moral ou espiritual com aquilo.

Não tenho. Não acredito em medalhas, muito menos em santas. A última que achei que era santa, bem, hoje é modelo da Cow Parade.

Mas… que diabos essa medalha está fazendo no meu blog afinal? E Jesus, como ele foi parar no MeioBit, em um artigo falando do jogo dos Ghostbusters?

O Google faz coisas que até deus duvida, eu sei, mas ele só pode colocar anúncios fora de contexto se existirem esses anúncios. Observando outros sites, percebi que está acontecendo uma verdadeira invasão de anúncios evangélicos e cristãos em geral.

São medalhas, terços, água benta, sessões de descarrego, cultos, cursos de pastor, tudo. A blogosfera monetizada está se tornando uma espécie de Band / Record / RedeTV nos sábados pela manhã. São programas evangélicos por todo lado.

“Ah, mas isso tá dando dinheiro”.

Será? Eu não acho que o público evangélico seja predominante em meus blogs, muito menos que sejam ávidos clicadores. Eles aparecem, sim, nos posts específicos, em geral os que falam do Bispo Macedo, e neles eu apóio e gosto de anúncios relacionados, mas quando a coisa começa a vazar, como no caso do MeioBit acima, isso me preocupa.

Ficar com os blogs lotados de anúncios cristãos, que são completamente fora do foco dos meus leitores é prejudicial. Não entendam como perseguição religiosa, se fossem anúncios budistas, muçulmanos ou judeus eu estaria igualmente preocupado. No caso dos judeus mais ainda, pois o Mel Gibson iria aparecer de troll.

A “vantagem” do AdSense, que seria a manutenção zero, não é tão vantagem assim, pois você pode, e está perdendo dinheiro, se deixar “solto”. Você não precisa controlar como um veículo “de verdade”, aprovando cada campanha individualmente, mas é importante ficar de olho, para evitar que anúncios desinteressantes ocupem o espaço LIMITADO em seu blog. Eu sei que o AdSense/AdWords funciona por leilão, e que se a Medalha Do Sagrado Coração de Maria Madalena apareceu, é porque pagaram mais, mas eu prefiro um banner que pague menos e todo mundo clique, a um anúncio colorido full banner que NINGUÉM olhe, e quem chega perto ainda fica incomodado, pela poluição.

Na minha lista de 500 coisas a fazer, passou a constar “auditar meus anúncios”. É chato, mas quem disse que blogar era só alegria?



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É viral sim, obrigado.

11/11/2007 - 12:47 pm  -  25 comentários


Eu já tive problemas com anunciantes que não entendiam blogs, o Morróida duas vezes por semana me escreve reclamando da mesma coisa, e a insatisfação parece ser geral. Os anunciantes, que ainda não se acostumaram com essa coisa de televisão e merchandising, foram engolidos pela Internet.

A idéia de veicular algo em um veículo, onde não têm sequer controle sobre o que vai ser escrito pode ser assustadora. Por essas e outras não invejo quem tem que vender essa nova mídia para os anunciantes mais tradicionais.

Ou melhor, invejo sim, quando aparece uma campanha bem-feita.

Outro dia me fizeram uma proposta pra lá de curiosa: Queriam colocar anúncios do AdSense (isso muito me agrada) contando pequenas fofocas e curiosidades de blogueiros, para isso queriam alguma informação minha que fosse “suculenta”.

Como meu Caderninho Preto e a pasta (encriptada) Sex Tapes (não, não tenho a do Inagaki) estavam fora de questão, relatei um pequeno causo, de quando caí no esgoto (e, dizem as más línguas, nunca mais saí).

Não perguntei qual era o cliente, qual era a campanha, quais eram os detalhes. Eu GOSTO desse tipo de brincadeira, funcionam melhor quando a gente sabe menos.

Logo depois os anúncios começaram a pipocar, em vários blogs além do meu. O link apontava para o Twitter da Fofoqueira, ou Gossip Girl, depois que desistimos de traduzir nomes das séries, lá na metade dos anos 90.

O Sim, Viral fez um resumo da história, só acho que errou na conclusão. A idéia, a meu ver, não era fazer com que os blogs escrevessem sobre a série, e sim que os leitores dos blogs se interessassem pelas fofocas sobre os blogueiros, e assim visitassem o site.

A parte feita para atrair blogueiros que gostam de um hype foi usar o Twitter. Isso foi genial. O negócio está estourando, todo mundo antenado está lá, e a instantaneidade e brevidade (existe brevidade, digo, fora o doce?) do Twitter é excelente para esse tipo de divulgação.

Junte a isso convites para festas distribuídos por modelos em limousines pela cidade de SP, e já temos outro bom ingrediente pro buzz em torno da série.

Esse meme/buzz/hype conseguiu atrair a atenção de muita gente, como o Brainstorm9, o BlognaTV e o Futilidade Pública.

Espero que surjam novas campanhas com estratégias pouco ortodoxas. Podem não ser tão lucrativas quanto posts pagos (não acho que o impacto no AdSense seja sequer mensurável) mas são bem divertidas, e para quem vive de escrever, idéias criativas são sempre um estímulo.

PS: ao que me consta as fofocas dos blogueiros são verdadeiras.



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Cardoso Xerxes e as blogueiras

06/11/2007 - 2:57 pm  -  43 comentários


Algo estava me incomodando nesse papo de Liga do Saco Roxo. Os membros (epa!) da tal liga só falam de garçonetes peitudas, sacos coloridos, cerveja, homens, homens e homens. Eles adoram a companhia uns dos outros, passam horas e posts e posts brandindo a própria masculinidade, como um espadachim em uma fábrica de linguiça, mas…

Onde entram as mulheres? Onde entram a razão de nossa existência, onde entram as blogueiras, infinitas em sua complexidade, fascinantes em suas contradições?

Será que elas se resumem a garçonetes peitudas?

Minha consultora de campanha alertou-me para isso. É verdade. Não existem blogueiras de saco roxo, blogueiras são bem mais sutis que isso, e nessa disputa as blogueiras ficaram esquecidas.

Pois bem, meus caros 300 nanicos, vocês esqueceram das blogueiras, vocês as excluíram. Eu não. Estão aqui, algumas, homenageadas em um singelo vídeo, onde ofereço muito e peço apenas seu voto, meninas.

Faço ainda uma promoção: Se eleito for, sortearei entre as blogueiras que linkarem este post (e declararem seu voto) um jantar, a ser marcado posteriormente. Caso a blogueira seja casada ou comprometida, o convite incluirá um DVD do Chuck Norris ou Charles Bronson, assim sua cara-metade pode se distrair enquanto você usufrui do prêmio.



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Caiu mais um, vamos faturar!

06/11/2007 - 11:16 am  -  21 comentários


Pena que o Google não está pagando, o pessoal estaria com as burras cheias de dinheiro por agora, do jeito que a aviação anda em São Paulo. Anda mesmo, mais que voa, mais fácil achar aeronaves no chão (mesmo que em pedaços) do que no ar.

Só que, perguntando sinceramente, isso não cansou?

Os posts-sinônimos chegam às raias do patético, com “veja a queda/acidente do avião/aeronave do desastre/acidente da <insira companhia do dia aqui>”.

Lamento informar, mas hype que acontece todo dia deixa de ser hype, e conteúdo repetido não é conteúdo real. Vejo gente boa disperdiçando talento, fazendo posts burocráticos atrás de paraquedistas.

Cacem, mas cacem com estilo, meus caros. Será que NENHUM blogueiro de São Paulo levantou seu traseiro gordo e foi tirar FOTOS dos acidentes, para ter material exclusivo? De onde surgiu tanta acomodação?

Mesmo para hypes, o material original é melhor. Não contribuam para a idiotização da web, mesmo da web dos paraquedistas. Forneçam material NOVO, material criativo. Vivam o hype, se é isso que vocês querem, mas o valorizem.

Onde está o www.fotosdoacidente.com? Onde está o blog Pensamentos da Cica? Será que é tão difícil dar continuidade a esses hypes, fazendo com que eles ultrapassem seus propósitos originais?

Vejam por exemplo a Grande Disputa, Cardoso x O Mundo, no Best Blogs Brazil, que ganhou vida própria, com os posts do PUTO do Guilherme, que agora lançou uma promoção para dar um livro de presente para quem se sair com o melhor Fato sobre o CardoXerxes (eu).

Não creio que o concurso tivesse tanto interesse se não fosse por essa brincadeira, que fica melhor ainda quando vemos que tem gente levando a sério.

Fica aqui a sugestão: No próximo hype, não vamos deixar a peteca cair. Vamos tentar levá-lo adiante, deixando pra trás o próprio fato e  vivendo de nossa imaginação e criatividade!  Chega de replicar, vamos criar conteúdo, é muito mais divertido!



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Cardoso Xerxes Responde aos infiéis

03/11/2007 - 4:04 pm  -  40 comentários


Minha gente… minha campanha para que meu lugar de direito como Líder Inconstestável da Blogosfera seja reconhecido por todos, através das eleições do Best blogs Brazil despertou a ira dos blogs nanicos, ou seja, todos os que não são meu blog.

Fui desafiado até pelo blog-reduto do Dr Love, que formou uma liga de blogueiros que se divertem comparando o matiz de partes privadas de sua anatomia. Fizeram, dizem, um vídeo atacando minha imagem, minha pessoa, minha candidatura e meu inquestionável caráter.

Isso não vai poderia assim. Peguei meu rolodex, soltei um pedido para meus aliados mais próximos:

NÃO ME DEIXEM SÓ!

Funcionou, caros súditos-leitores. Recebi milhares de manifestações de apoio, algumas das quais compilei no vídeo abaixo.

Veja você também quem apóia Cardoso no Best Blogs Brazil, e pense duas vezes. Será realmente sábio ignorar minha sugestão veemente para que votem em mim?



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Cardosopalooza 2007 – Montevidéu – Nospheratt existe!

01/11/2007 - 2:39 pm  -  21 comentários


Eu havia planejado conhecer mais lugares em 2007, mas as circunstâncias acabaram me restringindo. Mesmo assim conheci Ubatuba, Macaé, onde entrevistei a Madame Bela, os diversos barcamps, blogcamps e similares, São Francisco Xavier, onde conheci ao vivo e a cores a Liliana, entre outras viagens menores.

Mesmo assim, faltava algo para se tornar o ponto culminante do ano.

Foi aí que entrou a Nospheratt.

Uma amiga que fiz de graça, até porque se falasse que pagaria ela com certeza iria cobrar ;)

A vista do corredor do hotel

Morando longe, muito longe, no Uruguai, seria uma das últimas blogueiras que alguém pensaria em conhecer, mas eu sou chato e gosto de ser diferente, portanto comecei a maquinar uma visita. Descobrindo que a passagem São-Paulo/Montevidéu não chega a ser R$30,00 mais cara que a Rio/São Paulo, e que a diária no Ibis Montevidéu era R$40,00 mais barata que a do Ibis da Paulista, fiz as contas e vi que a única coisa que me impedia de visitar a Nosph era falta de vontade de mexer meu traseiro gordo e ir atrás.

Juro que a localização do hotel foi coincidência e que este post / viagem não foi patrocinada pela Microsoft.

Mas… uma aventura dessas precisa ser compartilhada. Não é legal ir sozinho, nem com gente chata. Em minha curta lista de gente doida o bastante pra topar esse tipo de coisas está a Liliana. Que, como previ, adorou.

Avisei pra Nospheratt que iria com uma amiga. Ela ficou com a pulga atrás da orelha. Queria saber quem era, tinha medo de ser uma chata, chegou a devanear achando que eu iria levar alguma criatura questionável. Eu não contei.

Nos encontramos em Guarulhos, e aí perdi a chance de faturar um hype FANTÁSTICO. Eu quase sempre filmo as decolagens e pousos, mas como estava acompanhado achei que seria falta de cortesia virar pro lado e atuchar a câmera na janela. Como toda boa ação tem sempre uma punição, durante a decolagem o computador de bordo acusou uma falha em algum sistema, o piloto meteu o pé no freio, abortou o procedimento e quase todos os passageiros ficaram com cara de bunda, vários apavorados.

Que ódio. Agora filmo TUDO.

Trocamos de avião, fizemos escala em Porto Alegre e seguimos para o Uruguai. Chegamos sem maiores problemas, e no aeroporto a Nospheratt nos esperava. Quando viu a Liliana ela teve um treco. Viram, meninas? Confiem no Tio Cardoso, ele não deixa ninguém na mão.

Em uma prova viva de que esses psicólogos “especialistas” são uns grandes babacas, em cinco minutos conversávamos como velhos amigos. E ainda tem babaca que diz que Internet isola as pessoas.

Entre o aeroporto internacional e o hotel já deu pra perceber o quão bonito o Uruguai é. Muito espaço, pouca gente, construções antigas no sentido de clássicas, não no de velhas.

Um dos típicos prédios da Rambla

Ficamos de frente pra Rambla, que é como chamam o calçadão da praia por lá. Do quarto do hotel dava pra ver o mar, digo, o Rio da Prata, a mixórdia de carros que eles chamam de trânsito e um paulista de paraíso. Feito o check-in, chaves dos quartos nas mãos, abandonamos as malas e fomos catar um bar, que em espanhol se chama bar.

A Nospheratt é uma bela ruiva de profundos olhos castanhos, lábios bem delineados e um lindo sotaque do sul absolutamente perfeito, pois ela não fala “tchê”. Ah sim, vocês não a verão nas fotos, ela quer manter o mistério, então fica: Meninos, eu vi. Vocês não.

Da direita para esquerda: Liliana, o CyberMarido uruguaio e a Nospheratt, o Lombardi da Blogosfera.

Seu cyberMarido é um sujeito nota 10, com um vozeirão de cantor de tango, que poderia ganhar a vida como Mariachi, se essas referências não fossem todas geograficamente erradas. Ao contrário dela, ele é Uruguaio de carteirinha, mas como toda criatura de fronteira, fala um português excelente. Dá gosto conhecer um casal que já passou por poucas e boas mas FUNCIONA. Eles estão construindo algo (e não falo da casa) e isso é muito legal. Aposto inclusive que de vez em quando falam um com o outro pelo MSN, mesmo estando a um braço de distância. É assim mesmo, gafanhotos. Sei quanto é bom e eu os invejo.

De uma casa centenária ela comanda seu império de blogs, alguns que nem temos idéia que existem. Ela mora em um paraíso para blogueiros misantropos, um país com meros 3 milhões de habitantes, uma qualidade de vida fantástica e a capital mais arborizada da América Latina, quiçá do mundo.

A cidade é antiga mas moderna, todo canto há WIFI, praças, cafés, restaurantes simpáticos e gente educada. Já a elegi para o Primeiro Encontro Internacional de Blogueiros, com data a ser marcada.

Viajar para conhecer lugares é bom, viajar para conhecer pessoas é ótimo. Viajar como blogueiro, sabendo que posso trabalhar de qualquer lugar, transformar em carne e osso gente que só conhecemos por idéias, é algo que não tem preço.

Saiam mais, não esperem BarCamps e BlogCamps, marquem mais chopps, passeios e churrascos. A blogosfera funciona MUITO melhor quando seu objetivo, fazer gente se comunicar com gente, é atingido, e nada melhor que interação ao vivo para isso.

Com a vantagem de que ao vivo NUNCA aparece nenhum troll.

Para todas as fotos da viagem, visitem este conjunto de tags do Flickr.



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Quem é Cardoso

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Jabá

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