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The Kibe is On the Table

26/06/2008 - 11:49 am  -  36 comentários


Uma das maiores críticas ao kibeloco é que ele não dá links das piadas que encontra em outros sites, isso resultou na campanha Usura Não!, onde para ser justo, é reconhecido que não é só o Tabet que chupa sem dar nomes aos bois. A prática é comum, a usura gerou inclusive o termo "jornalismo mão-de-vaca", onde chupa-se um entrevistado por horas, enche-se laudas e laudas, fecha-se a pauta e não dão nem um maldito linkzinho.

Hoje pesquisando para esta matéria do MeioBit, sobre um cara que é iDoctor, médico de iPods, descobri textos sobre ele no Ars Technica, na Fortune/CNN, na AppleTell, na MSNBC e na Fox News.

Desses somente os dois últimos deram o LINK do site do entrevistado. Dos dois últimos, só a Fox News colocou o link clicável. O kibe bateria palmas, se abrisse a mão em algum momento.

Eu atribuo isso a um tipo de pensamento egoísta, "não quero que ninguém largue meu texto pela metade", que encontrou adubo na visão SEO-Marketeira-puta-de-adsense que determina que páginas não podem ter muitas saídas, se o usuário só puder achar como saída o clique no anúncio, perfeito.

Usabilidade? Não, obrigado.

O caso do Doutor iPod aí de cima também exemplifica outro modelo comum de site, o replicador de informação, ou WebXerox. Não há informação nova nas matérias, há outra dezena de sites replicando o mesmo texto ou trechos.

Se você não tem NADA a acrescentar a uma informação, não a replique. Feche seu site. A fonte de onde você iria copiar é melhor que você, sua própria atitude demonstrou isso.

Se quiser manter um site, ACRESCENTE algo. Se o sujeito copiar um texto inteiro da Reuters, e pesquisar a URL do instituto de pesquisas citado, já está ajudando. Mas nem isso faz-se.

Assim é fácil ter um bilhão de blogs na Internet brasileira, como a Proposta Indecente que rolou por alguns blogs uns dias atrás:

"Tenho um blog mas não tenho tempo de escrever, por isso estou convidando você…"

Esse é mais um dos iludidos que querem ficar ricos sem fazer nada e sem nem sair de casa para não fazer nada. No final, mais blogs efêmeros poluindo a blogosfera.

Não se iluda. É possível ter um blog de sucesso, mas para ser respeitado e dormir tranqüilo você precisa seguir As Quatro Regras Básicas:

 

  1. Não Copie.
  2. Não Espameie.
  3. Não Kibe.
  4. Não Delegue.

[atualização]  Um bom texto sobre isso saiu aqui no blog do Leo Baiano.


O cérebro dos analistas especializados e o sucesso do MeioBit

24/06/2008 - 12:07 pm  -  14 comentários


Eu perdôo os fanboys e os desafetos. Se o sujeito acha que o GameCube dele é a melhor invenção da história da Humanidade e não precisa de um PS3 (que dirá um PS2), deixa o cara. Da mesma forma se o cidadão lê "Microsoft cura o câncer" e responde que "é só pra ter mais gente usando Windows", não há o que discutir. Mas quando o sujeito é um analista, comentarista técnico e escreve para um veículo sério, é preciso CONHECIMENTO. Não digo para não ter preferências pessoais. Quem diz que não as têm está sendo hipócrita, mas dá para ser justo mesmo assim. O que não dá é para ser burro.

Neste artigo aqui do Wall Street Journal o repórter Cassell Bryan-Low fala sobre a aquisição do resto (52%) da Symbian pela Nokia. É uma relação de amor e ódio, o Symbian é um sistema operacional que eu adoro mas está ficando velho, não recebeu grandes investimentos e sua interface é maravilhosa para 1995. Funciona muito bem para quem quer primeiro um telefone, depois um smartphone. Está fragmentado em versões incompatíveis, atolado de DRM e locks de operadoras, e não há nenhum ambiente de desenvolvimento decente para ele que chegue perto do XCode ou do Visual Studio.

Nosso amigo do WSJ, claro, não sabe disso, e por ingenuidade (ou malícia, para a notícia passar pelo Editor) acrescenta o parágrafo:

"…em um movimento que irá provavelmente aumentar a competição com a Apple"

Não! Não! Não!

A mídia adora essa coisa de Davi vs Golias, mas não percebe que o iPhone É o David, que a Nokia, Sony-Ericsson, Motorola (de 5 em 5 anos) são os grandes. Transformaram TUDO em iPhone Killer, toda ação agora é sempre apontada como tendo o alvo na Apple.

Existe um ENORME mercado de telefonia fora do nicho que o iPhone atinge. Pode parecer absurdo mas há gente que não dá R$3.000, R$1000 ou mesmo R$300 por um telefone.

Pode parecer absurdo mas nem todo sistema operacional serve para tudo. O Windows Mobile não funciona tão bem quanto o Symbian para mudanças rápidas de tela e aplicações simples, já o Symbian é péssimo em programas complexos, jogos e aplicações Office. O OS X é perfeito em tudo mas aí entra a figura do fanboy que alertei no começo.

Um dos métodos de não ser publicado no MeioBit é ter "iPhone-Killer" no título.

Não é para proteger a coitadinha da Apple. É para fugir do hype. Se o release do E71 tivesse chegado com um "nokia lança iPhone Killer", teria rodado sem dó nem piedade. EU não teria me dado ao trabalho de publicar. Da mesma forma que tomei a decisão pessoal de não publicar posts com produtos-conceito. É fácil montar um mock-up em prástico ou Photoshop e dizer que tem projetor holográfico, bateria de 2500 horas, camuflagem do Predador e indutor orgásmico remoto (quem viu Orgazmo com o Trey Parker?)

O leitor moderno não quer mais um sujeito engravatado com ar sério, isso não passa mais credibilidade. É essencial que alguém que comente sobre um assunto viva aquele mundo. Em quem você confia mais?

a) Eu assisti 3 seminários sobre o assunto

b) Eu mexo nessa bosta todo dia!

A Cora Ronai por exemplo antes de ser jornalista, para nós era micreira. Nos anos 80 era uma fuçadora que por acaso escrevia para o Jornal do Brasil (depois ele foi pro Gato Etc d’O Globo mas é outra história). Estava pouco me lixando se o Joelmir, o Armando, o Castello tinham mais "nome" do que ela. O Samuel Wainer poderia ser apontado como Editor Chefe Mundial de Informática", e ela continua sendo mais respeitada pelos leitores, pois era micreira escrevendo em um jornal.

Com o tempo o simples fato do sujeito escrever em uma coluna cobrindo determinado assunto não será mais suficiente para torná-lo "respeitável". Prevejo que teremos uma dança de cadeiras nas redações, onde as pessoas irão naturalmente migrar para as áreas que mais gostam. Aquele papo "sou profissional, escrevo sobre qualquer coisa" vai cair em desuso, o que será bom para todo mundo.

Notem que há uma diferença FUNDAMENTAL entre "escrevo sobre o que entendo" e "escrevo sobre o que gosto". Eu ficaria com a segunda opção. Quem gosta realmente de algo raramente comete erros constrangedores, e quando sofre algum deslize, alegremente corrige e aprende.

A primeira indicação desse movimento foi a saída do Armando Nogueira da Globo, e sua migração para o jornalismo esportivo. Já uma indicação do que NÃO fazer foi a cobertura da Cora Ronai no Fashion Rio (valeu, Thiago). Ela estava deslocada, incomodada e claramente com má-vontade.

Temos um desafio aos editores aqui: Antes indicavam jornalistas para as pautas. Agora deverão adequar ambos. Se eu tenho um foca que é astrônomo amador há muito mais chances de sair uma boa cobertura de um evento de astronomia do que se mandar aquele coroa que escreve sobre economia.

Terá mais espaço e será um profissional mais atraente quem tiver uma boa base de conhecimentos gerais, quem se interessar por muitos assuntos diferentes, quem não for bitolado.

Pode parecer algo óbvio, mas a postura "escrevo por obrigação" existe não só em jornais e revistas, como também em blogs, onde impera mais ainda a idéia de que "é só escrever qualquer besteira e ver o dinheiro entrar".

Escreva sobre o que você gosta. Se for para delegar, junte pautas com gente compatível. Simples assim. Funciona.


Ponto para as salsinhas: Perdemos George Carlin

23/06/2008 - 11:36 am  -  33 comentários


Eu tenho um texto quase pronto falando sobre Stand Up Comedy, como isso não existe no Brasil e o que o Rafinha Bastos e outros fazem é seguir a (nobre) linha de Chico Anysio, Jucas Chaves, Ary Toledo e Costinha: Contar piadas. Stand Up não é contar piadas.

O texto vai esperar. Hoje estou sem-graça. Perdemos George Carlin, 71, o papa do Stand Up Comedy, uma das criaturas mais sarcásticas, contestadoras, independentes e engraçadas que conheci. E ele faz isso tudo sem contar UMA piada. É o humor mais difícil. Não é o "um padre e um rabino entram em um bar…", é bem mais complicado.

Em tempos onde reina o humor óbvio, onde a casca de banana e o "gaúcho == gay" são a base da comédia, só posso lamentar a morte de George Carlin.

Neste vídeo, "Religion is bullshit" ele dá sua visão sobre religião, sem nenhuma piada, e a platéia se acaba. Desculpem, não achei legendado.

 

 

Neste quadro do MAD TV fazem uma paródia do Touched by an angel, com um sujeito na cama, moribundo, as duas anjas confortando-o, então aparece o George Carlin. Vale.

 

Rest in peace, motherfucker

 

Fonte: WWTDD


Prestação de Contas II

23/06/2008 - 1:30 am  -  8 comentários


Seguindo a tradição (de um post), a produção. Mais uma vez fui afetado por uma viagem, mas mesmo assim consegui escrever bastante. Não tive curiosidade de colocar no papel a quantidade em laudas, mas acredito estar produzindo muito mais do que na época em que escrevia livros, e mantinha a média de um por mês.

 

Nas duas últimas semanas foram:

  • 47 Posts no MeioBit
  • 14 no Contraditorium
  • 21 no CarlosCardoso.com

 

Parece muito mas essa produção pode ser dobrada, é uma questão de metodologia. Se tudo der certo aumentarei esses números, seja com novos posts seja direcionando para outras mídias (e mais não digo).

Aos que acham "uau! como consegue escrever tanto?", um aviso: É fácil, eu só faço isso. Difícil seria se eu tivesse um emprego de verdade.


Excelente ferramenta para jornalistas preguiçosos e blogueiros

23/06/2008 - 1:01 am  -  9 comentários


ScreenShot019

 

A ferramenta aqui é um Sensible Units, um site onde você converte entre com valores em diversas unidades, como metros, minutos de áudio em qualidade CD, kilos, em números do dia-a-dia, como a Globo faz transformando prêmio de loteria em carros populares.

Por exemplo: 100 blogueiros de 70Kg equivale ao peso de 39 leoas. 1500GBs equivalem a 930 instalações do Windows XP.

Isso é muito útil para situar o leitor. Outro exemplo: A Wikipédia em inglês, sem imagens equivale a 530 cópias das obras completas de Shakespeare.

Esse tipo de comparação pode significar a diferença entre alienar o leitor e fazer com que ele perca o interesse, ou então dar uma base a partir da qual ele entenderá todo o seu texto. O que é melhor? Dizer que o Google processa trocentos gigalhões de dados ou que por dia eles processam 8,9 vezes mais informação do que todos os livros, revistas e jornais já impressos no mundo?

PS: Antes que alguém reclame, o título é assim mesmo. Não vou usar "blogueiros preguiçosos", é pleonasmo e não gosto desses vícios de linguagem.

Fonte: Cybernet Tech News


Vote no novo layout do Contraditorium

22/06/2008 - 8:26 pm  -  30 comentários


Dentre minha infinitas habilidades, programação visual não está no pacote. Por isso o fiasco da última vez onde mudei o layout do blog para algo que achei lindo e acabou sendo tão bem-recebido quando um exame de próstata com um médico com Mal de Parkinson. Mesmo assim, fizemos progressos. O Logo original foi feito pelo Moreno, aprimorado pelo Maurício e finalizado pelo Nick Ellis, então ao menos já tenho um logo para botar nos cartões de visita, isso é importante. A minha velha amiga Tati também sugeriu algumas opções bem legais.

Agora (ok, na verdade em Maio) o Marcus Alexandre, também leitor do blog desenhou um layout bem legal. Eu gostei, mas como já está demonstrado que tirando a Luciana Vendramini meu conceito de "coisa bonita" não é necessariamente partilhado com todos, prefiro pedir ajuda aos universitários.

Cliquem na imagem para ampliar, digam o que acham. Se o resultado for positivo, aí é fase 2, transformar em template do WordPress.

layout cardoso copy

Por favor, vote:

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Ciência comprova: Salsinhas são evolucionariamente inferiores

22/06/2008 - 12:33 pm  -  14 comentários


Ou no mínimo sofrem de alguma lesão cerebral.

Por outro lado, SALSINHAS TÊM CÉREBRO!

Só é danificado, pois uma lesão no giro parahipocampal, no hemisfério direito do cérebro costuma resultar em perda de capacidade de entender sarcasmo.

A descoberta é de Katherine Rankin, neurofisiologista da Universidade da Califórnia. E ela assume que se há uma patologia que afete o sarcasmo, ele é mais do que algo "aprendido", e sim parte de nossa natureza.

sarcasm_detector

Biólogos Evolucionistas explicam que a criatura humana depende de interações sociais o tempo todo, e essas interações são positivas ou negativas. Não só mulheres vivem pela máxima "perdoe mas não esqueça". Nós guardamos um registro interno de todo mundo com quem interagimos, e buscamos nos cercar de semelhantes. É como quem não gosta de gato quando chega na casa de alguém com um ou mais felinos. O gato pula no visitante, para checar se é amistoso. Quando o sujeito faz escândalo "detesto gatos!", pode apostar: dificilmente será convidado de volta.

O sarcasmo, evolucionariamente falando é usado como um "nivelador de capacidades". Se você entende minhas piadas, está no meu nível e tem o privilégio de conviver comigo. Talvez até carregar minha prole. (calma meninas, não é uma ameaça, só uma alegoria) É uma evolução tardia, uma das poucas vezes onde a inteligência é privilegiada. Ainda assim não é prevalente como por exemplo a fascinação pela beleza (notaram que 100% das pessoas que usam o termo "beleza física" são recalcados?). Gente inteligente e racional fica abobada diante de uma Angelina Jolie ou da Mariana Ximenes em um bom dia.

Mesmo assim é fascinante ver como algo tão "evoluído" (isso é ironia, não sarcasmo) quanto senso de humor cáustico é apenas uma adaptação natural para melhor nos integrar ao bando. Ou camarilha. Ou matilha. Ou seja lá qual o coletivo de gente maldosa especializada em comentários sarcásticos. Ah sim: Blogosfera.

Meredith Small, antropóloga da Universidade Cornell dá um bom exemplo de como o sarcasmo funcionaria como vantagem evolucionária mesmo em condições primitivas:

 

Dois sujeitos correndo na savana africana, fugindo de um leão. O primeiro vira pro amigo e pergunta: "Já estamos nos divertindo?" O amigo, NeanderSalsa, pára de correr, coça a cabeça. "gronk não entendeu…"

Quem sobrevive para gerar prole?

O sarcasmo é um filtro importante pois exige que a informação seja interpretada, não apenas assimilada de forma linear. Dá ao ouvinte-salsinha um senso de falso conforto, ele realmente ACHA que entendeu, e cai de pau em cima de você, como neste clássico artigo "Morte aos Gays", onde os comentários estão cheios de xingamentos de gente incapaz de interpretar um texto simples.

Um dos prazeres culpados do sarcasmo é justamente esse. Alienar o interlocutor, deixando-o com cara de bobo (sem perceber) enquanto você (e os outros que pegaram a piada) ri internamente. Isso acontece sempre que solto uma das minhas frases preferidas: "Um homem sem religião é um peixe fora do aquário". As Salsinhas de Cristo em geral balançam a cabeça de forma condescendente e dizem "é verdade…"

House-M.D.-Gregory-House

Nem tudo são flores, entretanto. Como um grande percentual não "pega" o sarcasmo, isso gera uma grande antipatia por parte desse grupo, que se sente (com justiça) excluído de um clube fechado, sendo tratados como cidadãos de segunda classe. Acreditem, é ruim para todo mundo. Desperdiçar piadas é chato, chato, chato. EXPLICAR piadas é a morte. Quem faz comentários sarcásticos, antes de se sentir superior gostaria mesmo é que 100% dos leitores os entendessem.

Afinal o mundo seria muito melhor se todo mundo fosse igual a gente ;)

Senso de humor em geral é importante também. Está presente em humanos, macacos, cachorros, ratos. Estranhamente, está ausente em comentaristas do YouTube. Relacionamentos só funcionam com senso se humor. Quando um lado não entende as piadas do outro, não acha graça, está fadado ao fracasso. Humor é essencial para seu bem-estar, diz esta outra pesquisa. Eu já vi muitos casais em crise por levar o relacionamento a sério demais. Tudo são problemas, tudo é crise, tudo é dramático. Assim tem-se tensão no trabalho, tensão na rua E tensão em casa. Onde esses dois vão relaxar? Onde fica sua zona de conforto? (no caso do Morróida, na Zona)

O humor sarcástico em geral vem acompanhado do humor autodepreciativo, tão impopular no Brasil, mas que é uma das melhores formas de autocrítica que já vi. Os idiotas que lêem frases como "um blogueiro absolutamente perfeito: EU" e não percebem o sarcasmo estão sendo duplamente idiotas, pois não só esse tipo de frase é uma crítica aos outros que agem assim, como a mim mesmo, um auto-alerta para não cair nessa armadilha. "eu sei", estou dizendo. Mas se uma salsinha com dano cerebral não entende isso, só lamento.

Fonte: LiveScience


Dica para aumentar o faturamento: Saiba o nome do seu cliente

21/06/2008 - 1:01 am  -  16 comentários


Eu sei que é algo complexo, não é todo mundo que acompanha as mais avançadas técnicas de relacionamento agência/clientes, otimização de marca, share-of-mind, essas coisas. Mas eu acho que com um pouquinho de paciência da parte do nobre leitor, eu chego lá.

Seu cliente ama a própria marca. Ele respeita, investe, cuida dela com mais carinho do que muita criança é cuidada pelo mundo. Um cliente se sente MUITO seguro quando conversa com gente que SABE o que está vendendo. Quando eu era redator júnior de publicidade um de nossos clientes era uma revenda de informática, a Intercorp. Eu acompanhei os vips em uma visita, e era o único que sabia o que estava vendo. Scanners, lasers topo de linha, essas coisas. O cliente ficou nas nuvens, ao ver que eu ENTENDIA do produto, e exigiu que eu ficasse responsável pela redação das peças deles. É um diferencial.

Se você não tem o Cardoso em sua agência, TUDO BEM, é possível ser feliz sem mim. Seus profissionais não precisam de profundos conhecimentos técnicos sobre o produto.

O que não dá, PQP, é você colocar um anúncio no AdSense para seu cliente e ERRAR O NOME DA PORRA DO PRODUTO:

kinor

KINOR my ass, é Knor, entende? K N O R R. É difícil? Se for, dispense o cliente, pois se não dá nem para escrever o nome do produto, como você vai vender uma estratégia de mídia pra eles?

Imagem achada no Cobra.


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