web metrics

Excelente ferramenta para jornalistas preguiçosos e blogueiros

ScreenShot019

 

A ferramenta aqui é um Sensible Units, um site onde você converte entre com valores em diversas unidades, como metros, minutos de áudio em qualidade CD, kilos, em números do dia-a-dia, como a Globo faz transformando prêmio de loteria em carros populares.

Por exemplo: 100 blogueiros de 70Kg equivale ao peso de 39 leoas. 1500GBs equivalem a 930 instalações do Windows XP.

Isso é muito útil para situar o leitor. Outro exemplo: A Wikipédia em inglês, sem imagens equivale a 530 cópias das obras completas de Shakespeare.

Esse tipo de comparação pode significar a diferença entre alienar o leitor e fazer com que ele perca o interesse, ou então dar uma base a partir da qual ele entenderá todo o seu texto. O que é melhor? Dizer que o Google processa trocentos gigalhões de dados ou que por dia eles processam 8,9 vezes mais informação do que todos os livros, revistas e jornais já impressos no mundo?

PS: Antes que alguém reclame, o título é assim mesmo. Não vou usar "blogueiros preguiçosos", é pleonasmo e não gosto desses vícios de linguagem.

Fonte: Cybernet Tech News

Vote no novo layout do Contraditorium

Dentre minha infinitas habilidades, programação visual não está no pacote. Por isso o fiasco da última vez onde mudei o layout do blog para algo que achei lindo e acabou sendo tão bem-recebido quando um exame de próstata com um médico com Mal de Parkinson. Mesmo assim, fizemos progressos. O Logo original foi feito pelo Moreno, aprimorado pelo Maurício e finalizado pelo Nick Ellis, então ao menos já tenho um logo para botar nos cartões de visita, isso é importante. A minha velha amiga Tati também sugeriu algumas opções bem legais.

Agora (ok, na verdade em Maio) o Marcus Alexandre, também leitor do blog desenhou um layout bem legal. Eu gostei, mas como já está demonstrado que tirando a Luciana Vendramini meu conceito de "coisa bonita" não é necessariamente partilhado com todos, prefiro pedir ajuda aos universitários.

Cliquem na imagem para ampliar, digam o que acham. Se o resultado for positivo, aí é fase 2, transformar em template do Wordpress.

layout cardoso copy

Por favor, vote:

n

n
Que tal esta proposta de layout?
View Results

Ciência comprova: Salsinhas são evolucionariamente inferiores

Ou no mínimo sofrem de alguma lesão cerebral.

Por outro lado, SALSINHAS TÊM CÉREBRO!

Só é danificado, pois uma lesão no giro parahipocampal, no hemisfério direito do cérebro costuma resultar em perda de capacidade de entender sarcasmo.

A descoberta é de Katherine Rankin, neurofisiologista da Universidade da Califórnia. E ela assume que se há uma patologia que afete o sarcasmo, ele é mais do que algo "aprendido", e sim parte de nossa natureza.

sarcasm_detector

Biólogos Evolucionistas explicam que a criatura humana depende de interações sociais o tempo todo, e essas interações são positivas ou negativas. Não só mulheres vivem pela máxima "perdoe mas não esqueça". Nós guardamos um registro interno de todo mundo com quem interagimos, e buscamos nos cercar de semelhantes. É como quem não gosta de gato quando chega na casa de alguém com um ou mais felinos. O gato pula no visitante, para checar se é amistoso. Quando o sujeito faz escândalo "detesto gatos!", pode apostar: dificilmente será convidado de volta.

O sarcasmo, evolucionariamente falando é usado como um "nivelador de capacidades". Se você entende minhas piadas, está no meu nível e tem o privilégio de conviver comigo. Talvez até carregar minha prole. (calma meninas, não é uma ameaça, só uma alegoria) É uma evolução tardia, uma das poucas vezes onde a inteligência é privilegiada. Ainda assim não é prevalente como por exemplo a fascinação pela beleza (notaram que 100% das pessoas que usam o termo "beleza física" são recalcados?). Gente inteligente e racional fica abobada diante de uma Angelina Jolie ou da Mariana Ximenes em um bom dia.

Mesmo assim é fascinante ver como algo tão "evoluído" (isso é ironia, não sarcasmo) quanto senso de humor cáustico é apenas uma adaptação natural para melhor nos integrar ao bando. Ou camarilha. Ou matilha. Ou seja lá qual o coletivo de gente maldosa especializada em comentários sarcásticos. Ah sim: Blogosfera.

Meredith Small, antropóloga da Universidade Cornell dá um bom exemplo de como o sarcasmo funcionaria como vantagem evolucionária mesmo em condições primitivas:

 

Dois sujeitos correndo na savana africana, fugindo de um leão. O primeiro vira pro amigo e pergunta: "Já estamos nos divertindo?" O amigo, NeanderSalsa, pára de correr, coça a cabeça. "gronk não entendeu…"

Quem sobrevive para gerar prole?

O sarcasmo é um filtro importante pois exige que a informação seja interpretada, não apenas assimilada de forma linear. Dá ao ouvinte-salsinha um senso de falso conforto, ele realmente ACHA que entendeu, e cai de pau em cima de você, como neste clássico artigo "Morte aos Gays", onde os comentários estão cheios de xingamentos de gente incapaz de interpretar um texto simples.

Um dos prazeres culpados do sarcasmo é justamente esse. Alienar o interlocutor, deixando-o com cara de bobo (sem perceber) enquanto você (e os outros que pegaram a piada) ri internamente. Isso acontece sempre que solto uma das minhas frases preferidas: "Um homem sem religião é um peixe fora do aquário". As Salsinhas de Cristo em geral balançam a cabeça de forma condescendente e dizem "é verdade…"

House-M.D.-Gregory-House

Nem tudo são flores, entretanto. Como um grande percentual não "pega" o sarcasmo, isso gera uma grande antipatia por parte desse grupo, que se sente (com justiça) excluído de um clube fechado, sendo tratados como cidadãos de segunda classe. Acreditem, é ruim para todo mundo. Desperdiçar piadas é chato, chato, chato. EXPLICAR piadas é a morte. Quem faz comentários sarcásticos, antes de se sentir superior gostaria mesmo é que 100% dos leitores os entendessem.

Afinal o mundo seria muito melhor se todo mundo fosse igual a gente ;)

Senso de humor em geral é importante também. Está presente em humanos, macacos, cachorros, ratos. Estranhamente, está ausente em comentaristas do YouTube. Relacionamentos só funcionam com senso se humor. Quando um lado não entende as piadas do outro, não acha graça, está fadado ao fracasso. Humor é essencial para seu bem-estar, diz esta outra pesquisa. Eu já vi muitos casais em crise por levar o relacionamento a sério demais. Tudo são problemas, tudo é crise, tudo é dramático. Assim tem-se tensão no trabalho, tensão na rua E tensão em casa. Onde esses dois vão relaxar? Onde fica sua zona de conforto? (no caso do Morróida, na Zona)

O humor sarcástico em geral vem acompanhado do humor autodepreciativo, tão impopular no Brasil, mas que é uma das melhores formas de autocrítica que já vi. Os idiotas que lêem frases como "um blogueiro absolutamente perfeito: EU" e não percebem o sarcasmo estão sendo duplamente idiotas, pois não só esse tipo de frase é uma crítica aos outros que agem assim, como a mim mesmo, um auto-alerta para não cair nessa armadilha. "eu sei", estou dizendo. Mas se uma salsinha com dano cerebral não entende isso, só lamento.

Fonte: LiveScience

Dica para aumentar o faturamento: Saiba o nome do seu cliente

Eu sei que é algo complexo, não é todo mundo que acompanha as mais avançadas técnicas de relacionamento agência/clientes, otimização de marca, share-of-mind, essas coisas. Mas eu acho que com um pouquinho de paciência da parte do nobre leitor, eu chego lá.

Seu cliente ama a própria marca. Ele respeita, investe, cuida dela com mais carinho do que muita criança é cuidada pelo mundo. Um cliente se sente MUITO seguro quando conversa com gente que SABE o que está vendendo. Quando eu era redator júnior de publicidade um de nossos clientes era uma revenda de informática, a Intercorp. Eu acompanhei os vips em uma visita, e era o único que sabia o que estava vendo. Scanners, lasers topo de linha, essas coisas. O cliente ficou nas nuvens, ao ver que eu ENTENDIA do produto, e exigiu que eu ficasse responsável pela redação das peças deles. É um diferencial.

Se você não tem o Cardoso em sua agência, TUDO BEM, é possível ser feliz sem mim. Seus profissionais não precisam de profundos conhecimentos técnicos sobre o produto.

O que não dá, PQP, é você colocar um anúncio no AdSense para seu cliente e ERRAR O NOME DA PORRA DO PRODUTO:

kinor

KINOR my ass, é Knor, entende? K N O R R. É difícil? Se for, dispense o cliente, pois se não dá nem para escrever o nome do produto, como você vai vender uma estratégia de mídia pra eles?

Imagem achada no Cobra.


Recentes