web metrics


I Want to Believe no Yahoo. (e não falo das ações)

31/07/2008 - 1:23 pm  -  19 comentários


Uma das regras básicas da boa ação promocional de guerrilha é que você não pode decepcionar o seu espectador (sim, marketing de guerrilha tem platéia, não consumidor). E quanto maior as promessas, maiores expectativas, e maior possibilidade de falhas. Não é uma tarefa invejável. Quer dizer, às vezes é.

Existem ações MUITO bobas. O marketing online é cheio de idéias decepcionantes, como pagar gente para usar avatar do Curinga no Twitter e MSN, para lançamento do Cavaleiro das Trevas, quando bastaria uma exibição do filme para fazer de qualquer blogueiro um fanático defensor do que é talvez o melhor filme de quadrinhos de todos os tempos. Infelizmente o pessoal do marketing achou que estava promovendo o filme da Clarah Averbuck, e não confiou na qualidade do produto. Tolinhos.

Então quando vejo uma ação legal, eu me entusiasmo. E como disse no post do MeioBit, gosto de mágica. Não quero saber como é feita. Não gosto de babaquaras apontando “é fake”. EU SEI QUE É FAKE, não é menos divertido por isso.

Assim, quando fui contactado sobre a ação do Yahoo, adorei. Achei MUITO ousado: Vão fazer um eclipse lunar. utilizarão os serviços da Celestial Marketing, empresa responsável por Marketing Astronômico, ou whatever.

EU SEI, EU SEI, EU SEI. O pessoal da Blogosfera Científica não precisa se decepcionar. Eu fiz os mesmos questionamentos que vocês. Como eu disse quando me contactaram, sou trekker de formação, com especialização em Clarke e Asimov. Sei o que é preciso para simular um eclipse, e o Yahoo não tem nenhum monolito alienígena nas proporções 1x4x9.

A graça aqui é a brincadeira, é fingir que o Yahoo conseguiria fazer um eclipse. É entrar no ARG (augmented reality game).

Então, eu peço: Quem tem um blog científico, segure a onda. Não precisa sair apontando “é fake, é viral”. Aproveite a brincadeira, vamos ver se a coisa pega. Depois do eclipse explique para seus leitores. Praticar o ceticismo não significa ser um estraga-prazeres. Richard Dawkins também assiste Senhor dos Anéis.

Aos outros blogueiros, vamos ver como a coisa se espalha, principalmente no Orkut e na Blogosfera Miguxa. Será que os leitores do MeioBit vão matar na hora? Se você lê o MeioBit, comente aqui, não por lá. Vamos transformar uma (boa) ação de marketing em um episódio de Mythbusters só nosso.


HAVANIR… HAVANIR… (céus, isso pega!)

30/07/2008 - 1:20 pm  -  32 comentários


Havanir_Acordeon

Dra Havanir – fonte: site oficial

Eu poderia me alongar sobre como conheci o Dr. Enéas, como ele gerou vários clones, mas não é importante. O filé aqui é que a Dra Havanir, candidata do PTC à prefeitura Câmara Municipal de São Paulo (valeu, Marmota) se saiu com algo que no mínimo já é meu novo toque do celular, e pode se tornar um dos bons virais do mês. Não percam seu tempo aqui. Aumentem o som do computador, visitem o site da campanha e regozijem-se. É bom demais para comentar em palavras. E eu dizendo que político não sabe usar internet no Brasil…

PS: A musquinha (tm Prista) está disponível, é só entrar no site principal e clicar em download

PS2: Não é que a Dra Havanir não faz feio de decote?

Pérola enviada pelo Dudu.


Outro político me passou a perna na Internet. Mas eu gostei.

29/07/2008 - 10:50 am  -  22 comentários


O nome do sujeito é John Culberson, ele é Congressista pelo Texas, nos EUA. Republicano.

Isso já seria suficiente para imaginar algo do nível do Severino, Efrain, ACM. A imagem que temos de um republicano é George Bush – não exatamente uma sumidade – ou o Senador Ted Stevens, que tentou descrever a Internet como “uma série de tubos”.

Agora o Congresso nos EUA ratificou uma norma interna proibindo os congressistas de usar sites de compartilhamento de vídeo ou redes sociais, como YouTube, MySpace, Flickr, Facebook, etc. Isso mesmo, os políticos estão proibidos de postar vídeo ou conteúdos em sites fora do domínio house.gov.

Um deputado, Michael Capuano, propôs uma alteração onde o post poderia ser feito se a página não apresentasse conteúdo comercial ou político. Bem, basicamente significa que nenhum site está habilitado. Ficamos na mesma.

Aí que entra John Culberson. Como bom republicano, coroa, imaginamos que ele estaria por trás da legislação original, fechando a Internet para políticos, certo?

Errado.

Ele não só está se opondo abertamente à norma, como alertou ao vivo seus eleitores, através de sua conta no Twitter. Ele tem 1649 seguidores e 1079 atualizações, um número invejável, aliás.

 

culberson_tweet

 

Você leu direito. Um político, congressista, republicano, usa o Twitter. De um Blackberry. E piora (ou melhora, depende do ponto de vista)

O cara transmite vídeo ao vivo via celular usando o Qix, coisa que EU, que me considero antenado, ainda não cheguei sequer a testar para o MeioBit. E ele tentou transmitir de dentro da Sala Oval, mas “o Serviço Secreto não permitiu”.

Quanto a contato com eleitores, ele usa o Ustream para “encontros virtuais” em vídeo. Fala “firewall” sem engasgar.

Aqui no Brasil quando um político resolve tentar uma coisa diferente, como o César Maia quando lançou seu blog, a imprensa cai de pau chamando de “prefeito blogueiro”, com tom pejorativo, sugerindo que ele deixava de trabalhar para ficar blogando. As outras tentativas locais chegam a ser patéticas, como o site da candidatura da Marta Suplicy, que grita “artificial, feito por um comitê”.

Precisamos de menos Efrains e Martas, e mais John Culbersons. É muito melhor para o país um político, mesmo que não seja alinhado ideologicamente com você, se esse político estiver em dia com a tecnologia, usando-a manter vários canais de comunicação com a população. Como vimos no BannerGate, a estrutura “assessor respondendo email” não funciona. Botar gente para responder os emails dos políticos serviu tão bem para distanciá-los da realidade nacional quanto a construção de Brasília.

Infelizmente por aqui o máximo que vemos são politicos fazendo spam por email, sites “pessoais” escritos por assessores e material institucional da pior espécie.

Da mesma forma que as empresas com bons blogs corporativos descobriram, a classe política precisa entender que colocar um lado humano, mostrar que há gente por trás do Cargo é importante. Até porque nós aceitamos falhas de humanos -todo mundo erra- mas não de Entidades Onipotentes como os políticos tradicionais.

Fonte: Ars Technica


Trabalhar pra velho é- UM MERGULHINHO! NÃO ESBANJE MEU AÇÚCAR!

28/07/2008 - 3:46 pm  -  24 comentários


Ficar velho é uma droga -dizem- mas a alternativa é pior.

Antigamente a alternativa era morrer, hoje é ser jovem. E continua sendo pior.

Os jovens profissionais hoje estão enfrentando um problema e tanto. O Brasil sempre foi país onde dono de empresa era um sujeito velho de cabelos brancos (malvado que só fazia explorar os funcionários e comer a secretária, segundo os filmes do Canal Brasil). A alcunha “Jovem Empresário” aqui é pra um sujeito com 35 anos.

Então veio a Internet.

Como ninguém com mais de 25 anos se acha na obrigação de aprender nada de novo, e os chefes têm secretárias, Internet é algo que passa ao largo da maioria desse pessoal. Quando perceberam que tinham que tratar com esse novo mercado, começaram as reuniões e contatos, mas as empresas de Internet, de cima a baixo são empresas JOVENS. Ou de gente jovem cronologicamente ou como a do Jeff Paiva, que embora seja um senhor entrado em anos, tem alma e coração de menino, e é o Tio Preferido da blogosfera.

tiojeff

“São pra te ver melhor, minha querida…”

Obviamente um quadro de diretores com perfil conservador, de uma Unilever ou COFAP da vida não está preparado para o choque cultural de encontrar uma galera mal saída das fraldas do outro lado da mesa. Isso gera muito problema, pois velhos não confiam em jovens. Ainda mais quando a diretoria da outra empresa é composta por um bando de garotos da mesma idade daquele filho inútil maconheiro que não consegue parar em nenhum colégio interno.

Hoje mesmo a Mírian postou no Twitter:

(…) Você chega numa reunião e todo mundo acha que é a filha do dono. Moral -1.

Pouco tempo atrás um blogueiro bem-sucedido e funcionário de agência de propaganda reclamava comigo de não ser levado a sério, justamente por ser muito novo.

Imaginem então o pessoal da Pólvora, quando o Gustavo Jreige aparecer em uma reunião…

gustavojreige

Gustavo, Jeans e blazer NÃO. Informal demais.

Nos anos 80 a clássica campanha já dizia: O mundo trata melhor quem se veste bem. N’O Pequeno Príncipe Exupéry já contava a história do astrônomo árabe que não foi levado a sério por suas roupas, e reapresentou sua teoria usando trajes formais ocidentais, e assim foi respeitado. É babaca, é chato, é ridículo mas é assim que o mundo funciona.

Não adianta dar murro em ponta de faca, exceto se você for canadense e se chamar Logan. Como recomendei ao blogueiro acima do Gustavo: Invista em guarda-roupa. Esqueça jeans e camiseta, compre camisas de manga comprida, alguns bons blazers, relógio de pulso, embora inútil costuma impressionar esses caras. Leve notebook mas vá de comitiva. Você é importante demais para resolver tudo sozinho, lembre-se. Suborne alguém para pagar de assistente, se você precisar de algum número, olhe pro lado e deixe que o seu colega cate a informação no computador, mesmo que você já saiba.

Para as mulheres, ande como paulistas, como se estivessem indo para uma festa. Conheço gente podre de rica que trabalha de jeans e camiseta, mas quando tem reunião, bota o uniforme de executivo. É teatrinho, é falsidade, mas ou você faz isso e impressiona o cliente, ou vai perder a conta pra uma agência mais chata, mais careta mas que tem os vendedores com aparência “correta”.

Acima de tudo, estude seu cliente, saiba com quem vai lidar, antes do primeiro contato. Tente descobrir com que tipo de agência ele acha que vai encontrar. Mas na dúvida, vá embecado, e se perguntarem do Gustavo, diga que só trouxe para ele ver como é o trabalho do Tio Jeff  ;)


Pagando Tom Hanks em Buenos Aires. E no Rio.

28/07/2008 - 3:06 pm  -  19 comentários


mv_terminal_1

O Garfi chegou a achar que eu estava retido em Buenos Aires, mas gostaria de esclarecer que os boatos de minha assimilação e transformação em argentino são um tanto exagerados.

Se bem que foi por pouco. Antes de ir para o Aeroporto decidi esperar a Mari Jô, do Nomadismo Digital voltar de sua compra de alfajores para subornar as filhotas e poder viajar sem chantagem emocional. Claro, chegamos em cima da hora. Aí descobri que o check-in da Aerolineas Argentinas ficava em outro terminal (como um aeroporto vagabundo daqueles tem DOIS terminais?). Despedi-me da MJ, saí correndo e CLARO, cheguei com menos de meia-hora. E CLARO, não consegui embarcar.

CLARO, era uma sexta-feira. CLARO, início da temporada de férias na Argentina. CLARO, início do Caos aéreo lá. Filas, filas, todos os vôos lotados.

Uma passagem EZE-GRU de menos de US$400 estava sendo vendida por US$800. Portanto tive que usar de toda a simpatia que economizei respondendo leitores para conseguir convencer as moças do balcão que eu embarcaria como fosse, e que a solução que achassem eu ficaria feliz.

Toda hora passava uma por mim, olhava, falava no rádio, a moça do balcão quando não atendia outro passageiro olhava pra mim e digitava. Parecia cyber-sexo de mão-única.

Um brasileiro babaca começou a discutir com elas, depois ficou esbravejando “país de merdaaa…” em frente ao balcão. Eu saí 21:16, ele ainda estava por lá. E foi ficando.

No final um vôo de 20:30 atrasou, foi sair 21:50. A moça bonita conseguiu me encaixar (no bom sentido) e me mandei. Quando entrei no avião, sem deu pra acreditar. Não só eu estava voltando para o Brasil como ela havia me encaixado em uma vaga na classe executiva. Isso mesmo, com direito a talher de verdade e refeição com vários pratos.

Claro que cheguei em Guarulhos no fiofó da madrugada. Nenhum vôo pro Rio e pegar táxi para Congonhas ou Rodoviária não adiantaria. Acionei meu modo maníaco, liguei o iPod e fiquei vendo Big Bang Theory até cinco da madruga. De lá, Bus Service para o Tietê, 1001 pro Rio e cama.

Valeu cada minuto. 

Clique para ler o resto do artigo »


Tangos e Tragédias

21/07/2008 - 10:26 pm  -  30 comentários


AerolineasArgentinas

Desta vez a Mão de Deus não ajudou. Depois da dengue levada pelo pessoal do Pânico a Argentina vai ser invadida por outra calamidade brasileira: Eu.

A Nokia Vai reunir jornalistas (e blogueiros, nhé, nhé) de vários países para anunciar seus lançamentos para a América Latina. Como sou o único do MeioBit que não faz nada com disponibilidade para viajar, aceitei o convite, e passarei 3 dias, de 23 a 25 na Terra de Gardel, de onde reportarei em primeiríssima mão as novidades.

Não é a primeira vez que participo de eventos assim, e é legal ver que as empresas estão realmente abraçando os blogs, nos trazendo para dentro do clube fechado antes dominado por revistas e Cadeeeeeernos de Tecnologia (leia com voz sinistra, fica melhor).

Da última viagem que fiz, para a Bossa Conference em Porto de Galinhas ganhei um bolo-de-rolo delicioso. Espero que dessa vez role algo tão bom. Estou aceitando a Gabriela Sabatini.

Ah sim, mantendo a transparência, como convidado vou com todas as despesas pagas, então se você encontrar outros veículos por aí omitindo esse detalhe, pode espetar que eu deixo.

Vou tentar manter os blogs atualizados, mas não tenho certeza da existência de WIFI, então conectividade é uma incógnita.

Na verdade viajo amanhã estarei em SP dia 22, o pessoal da Pólvora está promovendo um evento unindo os três passatempos mais questionáveis da História da Humanidade: Orkut, Blogs e Reality Shows. Mais detalhes se o Orkut não morrer mesmo como parece que morreu, e quando eu souber do que se trata.

Aos desafetos E aos blogueiros que gostam de um hype, um alento: Esta notícia aqui pode ser um presságio…


O futuro pode até não ser os blogs, mas são os blogueiros

21/07/2008 - 10:23 pm  -  25 comentários


Ao se falar tanto de blogs esquecemos que blogs são mais uma mídia, mais um formato de veiculação de informação, e que do mesmo jeito que temos jornais tão diversos quanto o New York Times e a revista Caras, temos blogs igualmente diversos, é quase impossível colocar todos no mesmo balaio, e acho que um blogueiro que escreve sobre resenhas literárias não gosta de ser colocado no mesmo balaio que O Blog do Peido. (não procurei, mas existe. Acreditem)

Antigamente fazia sentido mandar alguém que não entende nada de determinado assunto cobrir uma pauta, mas hoje em dia com a velocidade com que as notícias precisam sair, a variedade de temas e a facilidade com que os leitores interagem, não é mais viável. Passa-se muita vergonha, e o leitor está pouco se lixando para quem ele está sacaneando. Falou besteira, toma.

A vantagem dos blogs é mais que o foco. Os blogueiros em geral escrevem sobre o que gostam e/ou conhecem. E se ele gosta, vai tentar obter a informação correta, sempre. Principalmente, não somos desatentos com o que gostamos. Vejam por exemplo esta matéria do MailOnline, sobre o lançamento do Batman em Londres:

falhadojornal

 

Na legenda, falam de duas fãs, “vestidas como Batman e Curinga”.

Você consegue imaginar o Judão, o Jovem Nerd, o isFree ou o Melhores do Mundo falando uma barbaridade dessas? Imagina algum deles NÃO RECONHECENDO IMEDIATAMENTE Batwoman e Arlequina?

O quê será que passa na cabeça do sujeito que fez a legenda? Será que ele está de tão má-vontade que não acompanhou NADA do filme, não conhece NADA do Batman, não sabe nem que não-importando a encarnação, o Curinga tem cabelo verde?

Eu só consigo achar que seja má-vontade, o que dá mais força a meu argumento: Coloque quem gosta para escrever sobre o quê gosta.

Isso garante qualidade (ou fracasso, se não for feito) independente do veículo. Não há nada de mágico nos blogs, se um jornal mudar radicalmente sua estrutura e assumir um modelo colaborativo, dinâmico, com atribuição de pauta na base do mérito, não da disponibilidade, teremos um concorrente pesado para qualquer coisa online.

Felizmente mudanças não são muito bem-vindas para as cabeças-brancas que comandam a velha mídia…


Usura Sim!

21/07/2008 - 6:57 pm  -  19 comentários


Tenho um amigo Chef (não é o Cobra, é outro) que é maligno. Estudou no exterior, Cordon Bleu, sexualidade questionada (só fama, mas vale a sacangem), enfim: Todos os componentes ideais para um cozinheiro de sucesso. Fora o fato de cozinhar MUITO. Imaginem um churrasco onde os HOMENS ficam cercando a cozinha atrás das invenções dele, ao invés de ficar do lado da churrasqueira ignorando arroz, maionese, farofa, salada e outras coisas que mulheres insistem em associar com churrasco.

Pois bem; soube que ele está abrindo um restaurante novo em SP, no Itaim. Vou marcar uma visita, com sorte filo bóia de graça, mas de qualquer jeito ia fazer um jabá, o cara merece.

Então entrei no site do restaurante.

“ai meu cacete”, foi minha reação. É uma lição de tudo que NÃO deve-se fazer para montar um site de um restaurante. Ou mesmo do Flogão.

Primeiro, o diabo é todo em Flash. TODO. Sem necessidade. Não precisa dizer que por causa disso e da ausência de qualquer técnica de SEO, ele não aparece nas DUAS primeiras páginas de uma busca no Google pelo seu nome, mesmo filtrando por páginas em português.

O site abre com uma batida de funk. SIM, um site que não é o MySpace, entrando com música. Barulhenta. 1986, all over again.

OK, vamos ao cardápio, ignorar o efeito sonoro alto e desnecessário acompanhando a abertura das “janelas”.

Cardápio é em PDF.

Ai, Ai. Vamos lá. É meu amigo, vamos dar desconto. Tem grafismo, e bonitinho, etc. Mas está como imagem. Não era melhor abrir um POPUP com um PNG? Sai mais leve do que um PDF, eu garanto.

AH, tem fotos do restaurante. Vamos ver como ficou o espaço.

As fotos são em PDF.

CALMA, É ISSO MESMO. Não ligue para seu oculista reclamando. Você leu AS FOTOS SÃO EM PDF.

Dica: <IMG SRC=”url da foto”> Na verdade -dizem- até o FLASH consegue exibir fotos. Sério. Se não consegue, ele tem como fazer LINKS PARA IMAGENS. Colocar as fotos em PDF foi uma das coisas mais absurdas que já vi em todos esses anos nesta indústria vital.

Endereço? Pegue um papelzinho. Nada de copiar e jogar no seu Outlook, Address Book, Whatever book. na janelinha de endereço o texto não é selecionável.

Fale conosco? Reservas? Claro, por telefone ou email. Se na Internet de 1968 não existia sequer tag para imagem, usar um FORMULÁRIO é querer demais.

Estou chocado.  Sério. É foda, seu padre, é foda. Em 2008, com redes sociais, Flickr, Web 2.0, Orkut, MySpace, Blogs, alguém que gosto que sei ser um excelente profissional se queimando assim. Eu vou fazer o que posso; mandarei um email detalhando o caso, encarnarei o kibe e farei a resenha do lugar (com FOTOS, NO FLICKR, CACETA), darei minha opinião, endereço, etc, mas não vou divulgar a URL.

No caso seria jogar contra. Não quero que meu amigo seja julgado por seu site, e sim por sua comida, que costumava ser excelente.

O problema é que se não fosse meu amigo eu nem colocaria os pés no restaurante.


Mais Antigos


Quem é Cardoso

Para saber mais sobre o autor deste blog, visite este link. Para enviar uma mensagem, clique aqui. Para anunciar, clique aqui.



Jabá

O Contraditorium está hospedado no Bluehost, com transferência mensal ilimitada, espaço em disco ilimitado, domínios ilimitados, infinitos subdomínios, PHP, Ruby on Rails e todas as funcionalidades que você puder pensar. Quanto? US$6,95 / mês, quinze Reau, menos que uma pizza. Conheça o Bluehost, clique no link abaixo.




Switch to our mobile site