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Quando a campanha é boa dá até pra ser honesto

18/07/2008 - 9:55 am  -  34 comentários


Vejam o contato que recebi:

Meu nome é Pedro Ferreira (trabalho com a empresa eStara) e tendo o seu blog como uma referência de Marketing, decidi enviar a seguinte sugestão de campanha:

http://oqestaacontecendocomagrazi.com.br/v1/

Esta campanha está  no ar, e é da responsabilidade do cliente Loreal e é bastante inovadora.

Veja o filme e coloque o seu numero para que a Grazi lhe ligue.

Como assim? Ele trabalha em uma empresa de marketing viral e tem a petulância de dizer isso, ao invés de pedir pra 5 blogueiros pagos mandarem emails, ou postarem fotos no Flickr, ou deixarem cair cartões da campanha em um blogcamp da vida? Ele acha que vou me interessar por uma campanha online sem receber nada pra divulgar, apenas por ser baseada em um conceito original e uma realização interessante?

É, vou.

Eu não assisti nenhum Big Brother fora o primeiro, mas sei que a tal da Grazi é uma dona boa, então vale o clique. A idéia de “coloque o seu numero para que a Grazi lhe ligue” também é legal. Antes de clicar meu lado tecnológico ficou imaginando a implementação técnica do negócio. “pode dar samba”.

 

grazi

O site é bem-feito, entra rápido e a Grazi é bonitona (mas prefiro a Sabrina. Calada.)

Notem que as fotos todas envolvem telefone.

Clicando em qualquer canto vemos um vídeo com um depoimento de uma “amiga” da Gazi, dizendo que ela está cheia de novidades. No meio um telefonema interrompe, é a Grazi, que conta a tal grande novidade. Ela pede para você anotar seu nome e telefone no caderninho. Você coloca seu telefone de verdade, clica ok e em seguida aparece a Grazi, que recebe um SMS da amiga, dizendo para ligar para você e contar a novidade.

Aqui que a coisa fica legal:

No vídeo a Grazi faz um telefonema, sempre estrategicamente tapando a boca com o telefone (solução genial para garantir o sync). Nessa hora o SEU TELEFONE TOCA.

Uma gravação da Grazi fala sobre o produto, uma tintura da L’Oréal (até escrevi certo). E a gravação está sincronizada com o vídeo, ela mostra o produto, se mexe de acordo com o áudio que você escuta no telefone.

Eu lembro de campanhas onde você ligava para algum número e “falava” com personagens, mas o contrário é bem mais difícil, e integrado a um site com vídeo é a primeira que vejo.

Como eu não acho que sou lá muita referência de marketing, confesso que senti um cheiro de spam na mensagem, mas mesmo que seja spammer foi honesto e vendeu bem o peixe. Não dá pra pedir mais que isso.



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Como se chama site cuja repórter ganha montes de brindes e fala bem de evento mesmo?

18/07/2008 - 8:58 am  -  6 comentários


Algumas observações da repórter, sobre o Rock in Rio Madrid:

 

“fiquei impressionada com a organizaçao”

“estava tudo tranquilíssimo”

“Estava preparada psicologicamente para enfrentar dificuldade no acesso a bebida, comida e banheiro, e nada. Simplesmente nao havia filas”

“Recebi uns 10 SMS e MMS. Confesso que, no início, me irritei um pouco com tanta intromissao, mas, depois de ganhar uma camiseta e o acesso para assitir ao show do Bob Dylan de uma zona especial, com direito à bebidas, gostei da brincadeira “

 

Uau, parece que ela gostou mesmo. Mas… dá pra confiar?

Vejamos o que ela dz:

muitas outras pequenas atraçoes, do tipo ‘participou, ganhou um brinde’. Fez uma maquiagem ou tatuagem no estande da L’oreal, levou um kit de produtos. Saltou no colchao de ar do jornal El Mundo, ganhou uma camiseta. Fez um verso para o seu artista preferido, saiu com uma mochila. (…) Entrei com uma bolsinha e saí com 1 mochila, 1 bolsa, 2 camisetas, boné, chapéu de palha, frisby, uma cadeira inflável (!) e vários pequenos brindes, como pulseiras e pins (…) Sem falar no que consumi de graça no próprio evento, como sucos Heinz e balas Mentos. E olha que eu nem me esforcei muito.

Hummm…. será que esse monte de brindes não influenciou a jornalista? Será que ao aceitar todos esses brindes ela não colocou em xeque sua credibilidade?

Já que o site preza TANTO a credibilidade alheia e implica com blogs a ponto de nos chamar de “blogs de aluguel”, deveria ter a postura ÉTICA de dizer “desculpe, mas você ganhou um monte de brindes, isso segundo nossos critérios afeta sua credibilidade, não podemos publicar sua matéria”.

Mas claro, cagar ética para o bluebus só vale para blogs, eles não precisam. Afinal ninguém usou ainda a expressão “site neolítico web 1.0 de aluguel”.

Eu acho que se tivesse um MÍNIMO de coerência o bluebus não poderia ter publicado a matéria, afinal é exatamente o tipo de atitude que estavam reclamando.

Já eu publicaria numa boa, primeiro por minha opinião valer mais do que alguns brindes, e segundo por confiar plenamente na Deborah Serra, que foi namorada de meu amigo Giuliano, e é gente finíssima.

 

Mas a dica da matéria veio do Jardel



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A cabeça do Walt Disney deve estar se virando dentro da geladeirinha da Coca-Cola…

18/07/2008 - 7:41 am  -  61 comentários


Tradução é mais ou menos como prostituição (com diferença que a última é mais respeitada e compreendida enquanto profissão): Recebe-se pelo que se paga, e quem cobra mais barato vai acabar com sua reputação e te deixar com um gosto ruim na boca. Também há muito mais profissionais baratos do que caros, e quem não conhece insiste que são a mesma coisa.

E lá como cá os clientes não aprendem. O mercado de TV por assinatura, que deveria ser maravilhoso para os tradutores, se mostrou um eldorado para os cucarachos de Miami que um dia transaram com uma vizinha que por acaso andou no mesmo elevador que uma vizinha que pegou, olhou e devolveu uma garrafa de “Chacaça From Brazil” no mercado.

Com o currículo acima o sujeito já se encontra qualificado (segundo os canais de TV) para traduzir inglês/espanhol para português.

Isso resulta em absurdos como “Cruisers”, “Cruzadores” no original em inglês ter sido traduzido corretamente para o espanhol “Crucero”, e dali para o português… Cruzeiro. Pois é, segundo o History Channel os ingleses e alemães se enfrentaram no Rio da Prata em uma Batalha de Cruzeiros. Será parte da reforma econômica do Getúlio?

Já viu “Jerked Beef”, que pode (mal) ser traduzido por “carne seca” (já que não temos aqui o tal jerked beef) ser chamado de… Bife Estúpido. Pois é. O tradutor viu “jerked”, associou com “jerk”, “idiota, no sentido de babaca” e tascou “estúpido”.

Nas batalhas aéreas ninguém tem aviões, só “naves”. E a Segunda Guerra Mundial foi uma Batalha dos Emos, é cheia de “Decepções”. Pena que “Deception” é “artimanha, engodo”.

Pior, essa horda de tradutores sem cultura-geral OU conhecimento de nenhum dos dois idiomas envolvidos está fazendo cama nos livros também.

Há um livro EXCELENTE, de William Weir, 50 Batalhas que Mudaram o Mundo (link para o Buscapé, na página da Cultura dá pra ler o 1o Capítulo) que foi estragado pela tradução. MESMO. A tradutora, Andréia Nastri, muito provavelmente usou um programa automático e deu uma revisada. Há erros… constrangedores, que aluno do CCAA de 1o Semestre não comete.

Por exemplo: “Repeating Rifles”, “Rifles de Repetição” virou…

Rifles de Imitação.

Em outra parte ela fala sobre Placídia, mãe do Imperador Valentiano:

“Bonita, inteligente, e com um testamento de ferro (…)”

Será que alguém que se diz TRADUTORA não sabe que “Will” é testamento mas também é “vontade, desejo”? Será que esse robô não percebe que “testamento de ferro” não faz sentido?

Calma que piora. “Eles serviram abaixo as ordens de Teodorico, o Rei dos Visigodos”. Não, querida. Serviam “SOB” as ordens de Teodorico. Como alguém se torna tradutor sem NENHUM vocabulário?

Até então nesse universo de traduções ruins, principalmente na mídia eletrônica havia uma ilha de excelência. Era a Disney. Com cobrança rígida da qualidade das traduções, aprovação final de vozes, controle total sobre a qualidade de seu produto. Quem viu WALL-E reparou que quase todos os textos e placas estão traduzidos, renderizaram as cenas para encaixar textos em português, trabalho de primeira.

Aí vejo o trailer para o novo desenho da Sininho (Tinker Bell é o cacete, respeitem minha infância) no UOL. Logo no começo (segundo vídeo) e temos a… ABERRAÇÃO, o CÂNCER, o analfabetismo galopante:

disney1 disney2

É sério?

Um produto da Walt Disney Corporation, que em 1950 montou uma escadaria no estúdio e colocou um casal vestindo figurinos de época para se movimentar e servir de referência para os animadores, a empresa que montou coisas LINDAS como o Epcot Center, que conseguia criar letras com SIGNIFICADO para suas músicas, em cada versão nacional (“Under the Sea” virou “Onde eu Nasci” e ficou perfeito, manteve todo o sentido da letra) me faz uma dessas?

Eu quero CABEÇAS, eu quero que -na melhor tradição muçulmana- a mão de quem escreveu “dês que a gente acredite” seja cortada. O nariz também, caso tente digitar com a testa.

Se não por mim, pensem nas crianças.

Agradecimentos ao Jefferson por ter encontrado essa pérola…



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O MeioBit não quer pagar mas eu publico o banner assim mesmo

17/07/2008 - 4:47 am  -  15 comentários


O Leo Faoro do MeioBit é muito ruim de jogo. Vejam vocês, ele nem precisou pedir, eu ofereci um espaço aqui do Contraditorium para divulgar o MeioBit Expo, primeiro evento do maior Portal Independente* de Tecnologia do Brasil. Fiz um precinho camarada, R$45.000,00 por 30 dias, mas ele não topou. Tudo bem, vai de graça mesmo. Vou colocar o banner na sidebar só dessa vez, pra segurar o cliente.

mbexpogrande

*eu me esqueci, agora tem o POP. Somos portal no portal, ou algo assim

O Evento será dia 16 de Agosto, no reduto preferido dos blogueiros em São Paulo, o Espaço Gafanhoto.

A idéia é reunir leitores, empresas, jornalistas, formadores de opinião investidores e alguns dos maiores blogueiros do Brasil (é, eu vou)

Ainda não fechamos a programação, mas já temos agendadas palestras e demonstrações da Microsoft (Tecnologia XNA), AMD/ATI (Novas tecnogias de GPUs) e uma palestra sobre “Marketing de Otimização de Buscas” que não sei quem apresentará.

Também teremos um espaço reservado para apresentação de start-ups, com direito a perguntas da platéia, no estilo informal que o Gafanhoto popularizou.

Ah, não vai ser só pra falar de trabalho, a Microsoft vai levar um Xbox 360, uma pucta TV e o Rock Band pra galera ficar se divertindo.

 

 

Ainda há vagas para apresentação de Start-Ups, se você tem algum negócio iniciando e quer expõ-lo, use o formulário de contato do MeioBit.

Não sei se vou conseguir convencer o pessoal a fazer um coquetel no final do evento, mas com certeza sairemos para um MeioBIt on Beer. Todos estarão convidados desde que paguem suas contas, me ofereçam chopps e levem primas bonitas. (prima de verdade, Morróida, não “aquelas”)

A organização do evento conta com o dedo (aliás, mais de um) da Lúcia Freitas, do Marcellus, do Luis (nosso homem em Curitiba) e remotamente do Leo, direto de Chicago. Sem falar nos meus palpites.

Quando tivermos a grade fechada e todos os detalhes, farei um novo post. Se tudo der certo será o primeiro de muitos eventos, e mais um no calendário da Internet Brasileira.



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Dissecando o Hype do Banner do Senado

16/07/2008 - 5:59 pm  -  18 comentários


Estudar os fenômenos da Internet é quase tão divertido quanto fazer parte deles, ainda mais com a certeza de sempre aprendermos algo de novo.

Desta vez por exemplo eu estava preparado. Quando do hype das Fotos da Gol tive que mudar correndo de plano de hospedagem e mesmo assim o servidor não aguentou. A famigerada tela de Excesso de CPU do Bluehost assombrava minhas noites.

Agora quando decidi fazer o post tomei duas providências:

1 – Verifiquei a disponibilidade de recursos de meu servidor com mais potência, o do MediaTemple (na verdade já estava nele faz tempo)

2 – Removi meu plugin de cache standard, o WP-Cache e instalei o WP-Super Cache, um plugin preparado para enfrentar mesmo o Efeito Digg. Funcionou, o site ficou lento mas não saiu do ar.

 

Quanto aos números de acesso, vamos ver como foi a semana do hype:

hype4

hype5

Domingos costumam ser dias fracos, e como o artigo foi ao ar quase 16h, a visitação não sofreu grande alteração. Já na segunda-feira foram mais de 3.000 usuários únicos extras, por causa dos links. Isso resultou em 35,45% do tráfego vindo de outros sites (fora sites de busca). Em comparação no mês de Julho a média de tráfego vindo via links cai para 12,30%.

Vamos isolar, usando o Google Analytics somente a página com a denúncia dos banners do senado:

 

hype2

No período de 13 a 16 (por volta das 6 da manhã) de Julho de 2008 a página foi visualizada 9084 vezes, por 7982 pessoas. Com 198 comentários / links significa que a página provocou reação em 2,78% dos leitores. Pode parecer pouco mais levando-se em conta a Regra do 1%, 2,78 é um número expressivo. (nota: os números variam um pouco, não vou refazer conta, estou com preguiça)

E quanto à origem desses visitantes?

 

  hype3 

Imagem capturada um pouco depois da anterior

Dos 9218 pageviews da matéria 1728 vieram de links diretos, pro email de terceiros (não-gmail), etc. Vamos ignorá-los.

O primeiro lugar é da Rosana Hermann, com absurdos 1493 visitantes referenciados para cá. Em segundo vem o Fenômeno, o único site realmente capaz de derrubar servidores na Internet Brasileira, o UEBA. O poder de mobilização dele é imenso, ainda mais por não ter um formato de blog e publicar muitos links, o que dispersa o público. Em terceiro o blog do Malvados. Aliás, palmas para o Dahmer, que teve a grandeza de colocar de lado sua implicância com “blogs de aluguel” e publicar o link, ao contrário de um jornalista que de vez em quando se traveste de blogueiro e respondeu a um email com a denúncia com “Indo atrás da velha imprensa para se divulgar, Cardoso? =)”.

Em 4o lugar o blog do Marcelo Tas, que parece que está fazendo sucesso com um tal de CQC. Eu não conheço, e “um tal” não é pejorativo, é no sentido de “não chegou até a mim”. Já aconteceu antes. Passei anos antes de ver o Pânico, depois virei fã do Christian Pior e evangelizo sempre que posso. Dada a quantidade de gente que fala (bem) do CQC, melhor não esperar tanto tempo e dar logo uma olhada. Onde passa? Qual o link? Onde acho?

Derrubando Mitos

Não estou falando do dória mandar pouco mais gente que o Orkut, mas do Ueba. É consenso entre quem trabalha com Internet que o tráfego do Ueba não é qualificado. O público de sites como o Digg, Fark e similares consome muito rápido, olha, vai embora, não clica em banners (nem do Senado). Correto?

ERRADO!

Vamos ver o tempo de visitação médio entre as fontes mais relevantes de visitas:

hype6

Para um público dispersivo e volátil, uma permanência de CINCO MINUTOS na página é mais que satisfatório. Rivalizou com os 5:33 da Rosana Hermann, que, é consenso, tem um público qualificado. Mesmo o Malvados, que tem um público acostumado a conteúdo que se resolve em 3 quadros aparece com respeitáveis 4:39. Ninguém fez feio.

Dica SEO, afinal eu falo de blogs

Aporrinhar a Rosana atrás de links não é uma boa sugestão, então peço veementemente que você não faça isso. O Dahmer também não. Ele tem humor ácido e sabe desenhar, você não vai gostar de vê-lo irritado. O melhor aqui é o Ueba. Bolas, ele VIVE de links enviados pelos leitores.

Use mais o UEBA. Visite o site, veja os links mais visitados e monte um perfil do que o leitor dele gosta, e tente adequar seu conteúdo. Sabendo usar somente o Ueba já viabiliza economicamente um blog.

Conclusão

O que não me surpreendeu, embora tenha me decepcionado é ver que enquanto um assunto crítico como esse rendeu no mesmo período 1000 Pageviews A MENOS do que o link onde falo do filme pornô da Leila Lopes. Definitivamente o povo Brasileiro funciona na base de Pão e Circo mesmo.



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Eu quero muito ver o filme da Clara Averbuck

14/07/2008 - 10:08 pm  -  80 comentários


leandra_leal_02 O filme se chama Nome Próprio, é dirigido pelo Murillo Salles e baseado no livro da blogueira Clara Averbuck, mas ao invés da Clara é protagonizado por ninguém menos que a Leandra Leal.

Leandra é uma das melhores atrizes de sua geração. Além de talento tem uma postura discreta, não se mete em escândalos Paris Hilton, não fica mendigando juris de TV nem tirando fotos mostrando a bunda. Mesmo assim eu a considero uma das belezas da dramaturgia brasileira. Ela faz o tipo falsa-gordinha, tem uma beleza “difícil”, como uma música complexa que demanda atenção. Não é simples admirar a Leandra, temos que nos focar. Aí vemos que ela é atraente como um mistério bem-escrito. Uma Nastassja kinski do novo milênio.

Ela também nunca foi dada a cenas ousadas. Sempre manteve o recato. Então, quando li que no filme ela “faz árduas cenas de sexo e de jogo de sedução”, como diria o Judão, Endoidei!

Vejam a descrição, no site da Globo.com:

Sua personagem é uma aspirante à escritora cuja vida rock’n'roll e solitária em São Paulo se resume à busca pelo amor e à inspiração para o primeiro livro. Enquanto isso, faz sexo. Muito sexo. Com alguém que nem sabe o nome, com o namorado da melhor amiga, com a amiga ou com aquele que acredita ser sua alma gêmea.

Leandra Leal em cenas de sexo, muito sexo? OSCAR! ExiJo OSCAR!

Some a isso a descrição de um dos blogueiros convidados para assistir a uma pré-estréia: “pornochanchada”

Eu preciso desse filme.

Claro, outros blogueiros, que não têm o mesmo foco de interesse que eu nos filmes nacionais não estão sendo tão enfáticos. Lúcia Freitas por exemplo disse ter percebido “uns defeitos graves de fotografia”, já Fernando Mafra definou a protagonista como: “Tudo é muito, inclusive ser mala.“.

Relata o Estadão (com nofollow) que “A opinião geral foi catastrófica“. Adjetivo forte, incomum em um veículo contido como o Big E. Os comentários devem ter sido sinistros.

Mas não tão sinistros quanto as reações do diretor e da blogueira Clara Averbuck. Literalmente cagando no prato que comeu, Clara não engoliu as as críticas dos blogueiros convidados e soltou:

“Quem são os blogueiros? Na boa, é blogueiro quem não é nada.”

Mesmo, clarinha? Então me explique; se blogueiros somos nada, por quê, em nome do Sagrado Esperma de Cristo, vocês chamaram VINTE BLOGUEIROS PARA UMA SESSÃO ESPECIAL DA SUA PORNOCHANCHADA?

Se tivessem adorado você diria que blogueiros não são nada? Diria que o que vale é crítica do Rubens Ewald Filho ou do Tom Leão ou da Cora Ronai? Se bem que da Cora não, ela é blogueira. Eu adoro as críticas dos dois primeiros desde antes da Internet, mas também gosto das críticas dos blogueiros que respeito.

Querida Clara; blogs são casamento. Pro melhor ou pro pior. A gente faz uma coisa boa, aplaudem. Faz merda, abaixa a cabeça, aprende e pronto. Quanto eu participei de uma palestra do Proxxima no começo do ano e foi uma merda não saí atacando todo mundo que disse que foi uma merda. Os blogs que linkam você, que te têm no blogroll, que GOSTAM do seu texto não são ninguém? Ou só são alguém quando gostam de você?

Você é PIOR do que nada, Clara Averbuck, pois tem ANOS de blog e não aprendeu ainda que quem é pedra tem que saber ser janela.

E quer saber? Vou esperar o filme chegar em DVD e baixar só as cenas que me interessam do blog do Dino1.

[ATUALIZAÇÃO]

Vejam neste link aqui a resenha do Ato ou Efeito sobre o filme. É MUITO pior do que eu pensava. Um trecho:

A parte mais imbecil do filme é quando ela se hospeda na casa de um leitor. O cara é um tremendo nerd – se parece muito com o Pizurk, o estagiário E secretária eletrônica, aliás – e tenta embebedar a garota para comer, óbvio. Ela até pede o notebook do cara em troca de um boquete. Enfim, o fato é que o cara espera ela dormir, tira a calcinha dela, tira fotos, se masturba e deposita a porra em um pote CATALOGADO. Tudo isso, meus amigos, exatamente TUDO ISSO devidamente exibido, e com closes. COM MALDITOS CLOSES!

Eu não vou dizer que estou de boca aberta por causa da piada óbvia, mas PQP! Quem defendeu o filme como obra de arte nos comentários está par com o tal nerd, é um PUNHETEIRO!

 

 

Fonte (não deveria, eles colocam URL mas nenhum link) Estadão.



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Cardoso (eu) no Seminário de Redes Sociais da Revista Info

14/07/2008 - 8:42 pm  -  6 comentários


No dia 18/8/2008 eu estarei fazendo (obrigado, Nosph. Morte ao gerundismo) farei parte de uma mesa de blogueiros (os suspeitos habituais, mais o Reinaldo Azevedo) no Seminário de Redes Sociais da Revista Info, onde discutiremos “Blogs e Blogueiros – Manual de Sobrevivência empresarial“. Vou como representante do MeioBit, afinal é o lugar mais decente onde escrevo ;)

Como eu costumo aprender com meus erros (calaboca, Cobra) pretendo não repetir o vexame a atuação menos que perfeita no Proxxima 2008. Já estou colhendo material, preparando cases e me adestrando para falar 18 buzzwords por minuto sem gaguejar.

A grande ironia é que para melhor passar minha experiência de blogueiro, tenho que voltar no tempo e me lembrar de meu tempo de publicitário.

O valor da inscrição é de R$750,00 e dá direito ao Coffe Break que eu vou comer de graça ;)

Aceito de bom grado sugestões, temas, cases e mandingas para o evento.

[ATUALIZAÇÃO]

O evento será devidamente gravado e podcasteado.



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Ganhe dinheiro com links sem ser punido pelo Google

14/07/2008 - 5:30 am  -  25 comentários


ALERTA! Eu me enganei redondamente. O Text-Link-Ads não está dentro dos padrões do Google. Removi inclusive o conjunto de links da sidebar. Por favor desconsiderem o artigo abaixo.

Agradecimentos ao Thiago Velloso por ter apontado minha caga- digo, leve falha de julgamento.

OK, desconsiderem desta linha para baixo.

 

O Google está pegando pesado na venda de links, muitos blogs estão sendo penalizados por isso. A Nospheratt falou sobre isso aqui, o Viamão Lotado também tratou do assunto.

A sorte é que nem toda venda de espaço em links é mal-vista pelo Google. Existem duas condições onde não há problema, segundo gente que entende do assunto:

1 – usando o elemento rel=”nofollow” no link

2 – usando links gerados via Javascript

Ambos são invisíveis para o Google, completamente kosher e podem render uma boa grana.

Eu uso o Text-Link-Ads, um dos serviços mais tradicionais da categoria, pagam com uma precisão cirúrgica e não comprometem o layout. Nada de pop-ups, banners piscando, etc, etc.

Quanto pagam? Veja um extrato do começo do ano:

textlinkads

Nada mal por aquela caixinha ali do lado, né?

O valor pago depende do seu blog, da visitação e relevância. Provavelmente o paraiba.com.br não tirará tanto quanto eu, mas eles não precisam.

Para se inscrever no Text-Link-Ads é fácil, basta clicar no banner abaixo e seguir as instruções.

 

 

Além do dinheiro da exibição dos links, que podem ser formatados e adaptados para o layout de seu blog, bem mais do que o formato porco que deixei os meus, ainda dá para faturar com o programa de afiliados, onde você indica novos clientes e ganha uns caraminguás, como fiz com o banner acima.

Dá pra ficar rico com o Text-Link-Ads? Não, mas em termos de retorno posso dizer que ele dá muito, muito, muito mais do que o Buscapé, que só está nos meus sites por falta de tempo para remover os banners.



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