André Midani, Raul Seixas e dicas de entrevista de emprego
O André Midani é um mega-produtor musical, já foi presidente da Phonogram e lidou com tudo de bom que o Brasil já teve em termos de música, de Tim Maia a Chico Buarque. Ele também é o primeiro executivo de gravadora a dizer com todas as letras:
O jabá existe. Acho que o jabá sempre existiu. Não é uma coisa nova, nem particular da indústria fonográfica. É uma coisa universal, acho que desde que o homem começou a existir.
Ele não ganhou muitos amigos com isso, mas como está no topo do topo, pode ser dar ao luxo de falar o que quiser.
Normalmente eu considero executivos de gravadoras uma forma desprezível de vida, como os executivos de TV e as coisas que crescem no meu umbigo, mas isso vale para os de agora. Quando as gravadores ainda não eram o passado, quando ainda tinham relevância, geraram tipos bem interessantes, e a interação com os artistas era no mínimo curiosa, como no vídeo abaixo, passado para mim em primeira-mão (se é que algo no YouTube é primeira-mão), onde Midani conta como foi um de seus primeiros contatos com Raul Seixas, e como o Velho Raul determinou que o André Midani estava qualificado para ser patrão dele:
O vídeo faz parte do material de divulgação da biografia do cara, e devo dizer que vendeu o peixe. Vou receber um exemplar, devorar e resenhar aqui. E melhor, vai rolar outro, para sorteio. Quem curte música, e a história da música, não perde por esperar. Eu mesmo estou doido pra saber o quê ele vai falar do Nelson Motta…
Sobre o Post
Este post foi escrito em 24/09/2008 às 12:36 pmEstá arquivado na(s) categoria(s) Cultura Pop, Jabá.
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É algo como demonstrar autoridade não? Isso dá até cena de filme cara, Raul entra com um olhar de soslaio e, em meio à penumbra, faz a pergunta. Sem igual!
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Uau. Definitivamente gosto dessas histórias… interessantes.
Qual o regulamento do sorteio? =D
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Esse sim é um livro bom de se ter na estante, hehehe. Não gosto muito de biografias, mas há biografias e biografias. Gosto das bem feitas, com uma pesquisa aprofundada e que não se limitam a falar apenas da vida da pessoa, mas também do contexto em que ela se encontrava.
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Hoje em dia, executivos e políticos são farinhas do mesmo saco. Se bem que generelizar nem sempre é uma boa escolha
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Gostaria de participar do sorteio…
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Já imaginávamos que isso efetivamente acontecia, mas é muito ruim ter essa certeza!
Beijocas,
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“Hoje em dia, executivos e políticos são farinhas do mesmo saco. Se bem que generelizar nem sempre é uma boa escolha”
E naquela época, executivos e artistas eram pó da mesma carreira!
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Assim que terminei de ver o vídeo assinei o feed do Contraditorium e dos comentários desse post no celular só para não perder a promoção. Não posso deixar de saber as barbaridades que o Tim Maia aprontava.
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Rodrigo Comentou em: September 25th, 2008 9:06 pm:
O Tim Maia ainda vai render muito livro, o cara era superlativo em tudo, tanto para coisas fodásticas quanto cagadas homéricas.
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Com o perdão da palavra, por causa dos chincheiros e maconheiros que dominam a política, as artes e os meios de comunicação é que o Rio de Janeiro virou playground de bandidos. E esses “formadores de opinião” ainda tentam nos convencer que favela é uma coisa legal, funk é “cult” e usar drogas ilegais (=concordar/apoiar uma atividade crimiosa) é “cool”. Além de desconversarem ou acharem que não é com eles quando são questionados sobre relação do consumo de drogas ilegais com a destruição da cidade.
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PeloamordeDeus e pela força do Jabá, eu quero participar (e ganhar) do sorteiooo!!!
Recebi um e-mail/convite da editora Abril para participar de um work… lá na casa do Saber com ele e mega quero ir.
Abç!
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Да, здорово.
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