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Nem banana is my business anymore

08/09/2008 - 1:45 am  -  191 comentários


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Até os anos 50 a Coréia era uma África. Estava entre as nações mais pobres do mundo. Suas principais indústrias de exportação eram tecidos e sapatos. A guerra destruiu o pouco que havia, agravando a situação. Em 1961 o Governo percebeu que não era interessante que a Coréia seguisse o caminho do Camboja, Vietnã e outros atoleiros. Alguém de muita visão percebeu que plantar arroz não leva ninguém a lugar nenhum, então focaram os investimentos em educação, capacitação de mão-de-obra e investimentos em bancos, indústria pesada e alta tecnologia.

Em 1965, após reatarem relações diplomáticas com o Japão, este pagou à Coréia como reparação por danos nos Períodos coloniais US$800 milhões, que foram integralmente investidos.

Hoje a Coréia é a 13a economia do mundo, é líder em várias indústrias, há várias mega-hyper-corporações coreanas das quais o mundo depende, como a Hyundai, Samsung, LG, Kia. Nós aqui batendo cabeça com as operadoras, e mal conseguimos fazer 3G fucionar. A Coréia já está com 4G na rua desde 2000.

Seu Índice de Desenvolvimento Humano é considerado alto, colocando-a em 26o entre 177. O Brasil? é alto na 70a posição, atrás da Albânia e da Macedônia.

Em termos de alfabetização, a Coréia apresenta 99,8% dos adultos sabendo ler e escrever, e 99% da população em geral.

99% de taxa de alfabetização é o mesmo nível da Alemanha, Japão, Dinamarca, Bélgica, Áustria e Canadá.

Brasil? 88,6%. E prefiro não saber o percentual entre adultos, depois que descobri que entre jovens de 15-19 anos a taxa de alfabetização aqui é de 93.2%.

Um em cada dez jovens não sabe ler nem escrever. Vamos pensar grande, vamos colocar essa molecada para estudar, vamos investir em incubadoras, escolas técnicas. Vamos produzir coisas que dão dinheiro, ao invés de plantar soja e desplantar minério de ferro.

Vamos parar de importar tecnologia não por uma Reserva de Mercado, mas por nossa tecnologia ser melhor, e exportada.

Vamos investir nos melhores cérebros, vamos nutrir, cuidar e estimular as crianças mais inteligentes. Vamos transformá-las nos nossos próprios Bill Gates, Steve Wozniaks, Rockfellers, Howard Hugues.

Precisamos pensar grande a a longo prazo, temos que ter aspirações grandes, incutir nas crianças a idéia de que elas podem ser mais, podem ser tudo que sonham, precisamos trabalhar, estudar, aprender e surpreender o mundo com nossa inteligência e inventividade, certo?

Errado. Não é é nossa cultura. Não gostamos de quem se destaca. Qualquer um que se sobressaia no Brasil tem que ser estupidamente “humilde”, tem que ficar pedindo desculpas por ser bom. Michael Phelps disse que entrou para ganhar as OITO medalhas de Ouro. Os EUA aplaudiram. O Cielo aqui falou que era favorito e estava nadando pelo Ouro, já teve gente no Brasil chamando o cara de arrogante.

dizer “eu sou rico”em público. Ganhar dinheiro é feio, basta colocar um banner no seu blog e de um excelente escritor você se torna um vendido ao sistema e traidor do movimento. Aqui existe o conceito estranho para mim de “ganhar dinheiro por acaso”.

“Ah, mas se você faz o blog, é bom, e por causa disso ganha dinheiro, tudo bem. Você não está fazendo para ganhar dinheiro, o dinheiro é conseqüência”

Não é. Dinheiro é RESULTADO, OBJETIVO de um TRABALHO. Eu não ganho dinheiro porque escrevo bem. Eu escrevo bem PARA ganhar dinheiro. Eu faço um bom blog com o OBJETIVO de ganhar dinheiro.

Isso não é errado, não é feio. Trabalho honesto não é feio. Não deveria ser, pelo menos.

Infelizmente aqui no patropi não é assim que a banda toca. Na Veja (hhuuuu Editora Abril, Veja, horror, peguem as tochas!) de 3 de Setembro há uma excelente embora deprimente coluna do Gustavo Ischope onde ele fala da colocação do Brasil nos Jogos Olímpicos Escolares. De 143 medalhas de Ouro o Brasil levou… zero.

“Não existe nenhuma preocupação oficial com a identificação e o desenvolvimento daquilo que o pais tem de mais precioso: Grandes mentes”

Ele fala também sobre a ISMART, uma ONG de São Paulo com um projeto que identifica jovens talentos e superdotados entre os estudantes pobres e os ajuda com bolsas de estudo e benefícios como auxílio-transporte e até computadores.

Excelente projeto, certo? Diga isso então ao senhor Gabriel Chalita, secretário de educação do Estado de São Paulo, que proibiu a ONG de aplicar suas provas de aptidão na rede estadual, e mesmo de divulgar a existência do projeto.

A secretaria de educação do Município de São Paulo foi completamente surreal:

“Se havia uma preocupação com os alunos fora de série, por que não focar naqueles com síndrome de Down?”

Porque, minha querida secretária de educação do Governo Marta Suplicy, retardados não criam tecnologia de ponta, não projetam foguetes, não repõe os quadros altamente capacitados da Embraer, não pesquisam biotecnologia na Fiocruz.

É difícil de acreditar. De um lado temos uma ONG que quer identificar os Gênios que podem alavancar o pais para o futuro. Do outro uma secretária de educação que quer privilegiar o pessoal do sorvete na testa.

É o cúmulo da mediocridade. Seria de chorar, se eu ainda tivesse alguma esperança para o Brasil.

Se bem que eu quase chorei quando estava chegando na Rodoviária do Tietê e dei de cara com isso:

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Pelo amor dos meus filhinhos (atenção: é apenas uma expressão. Não recebi ainda nenhuma notificação oficial da comarca de Americana para exame de DNA). SANDÁLIA DE PNEU.

Eu aqui pensando em projetos como o NAVE, que é A escola que eu gostaria de ter freqüentado quando era criança, eu aqui pensando nos projetos de capacitação de jovens feitos por fundações como a Bill & Melinda Gates, ou a Fundação Cisco, em projetos como a Índia, que tem pólos de tecnologia e toneladas de Prêmios Nobel no currículo…

Enquanto isso tem gente se se orgulha e TRABALHA para virarmos referencia mundial em… sandálias de pneu.

Esse é o símbolo da nossa mediocridade, esse é o símbolo do vira-latas do Mundo que o Brasil é e sempre será.

E se você acha que é exagero, lembre-se que pouco tempo atrás foi matéria em toda a mídia o sucesso que as Havaianas estavam fazendo no exterior.

Sandália  is my business.

Carmen_Miranda

Sim, sandália de pneu, porque banana, lamento informar, fomos ultrapassados faz tempo. a Índia produz 16,8 milhões de toneladas de bananas por ano, enquanto o Brasil fica em 6,7. Quem vem em terceiro já encostando? China, 6,4. (fonte: Wikipedia) NEM BANANA.

Tira o tubo.



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Hit the Road, Google, and don’t come back no more, no more, no more…

06/09/2008 - 11:22 am  -  23 comentários


Depois de um mês de experiência (um pouquinho menos, acho) e reclamações da Lu Monte fui avaliar o resultado da nova facilidade do Google, AdSense para feeds.

O Leitor de feed, como já disse mais de uma vez tende a ser um sujeito mais antenado com os blogs, volátil, que quer informação rápida. Não vou discutir se publicidade polúi ou não o blog, mas quando temos um formato onde passamos a informação e só a informação, como os feeds, é preciso ter cuidado. Pesei os dois lados, e decidi que se o resultado fosse tão bom quanto o blog do google promete, valeria a pena reverter parte da grana em flores e chocolate pra manter a Lu feliz.

A perspectiva era promissora, vejam, direto do Blog Oficial do AdSense:

O CPM é mais alto e a experiência é muito positiva para usuários, porque exibimos anúncios especificamente otimizados para feeds.

Hum. Minha experiência diz que frases como “vamos subir, não vão acontecer nada, é só pra gente ficar mais à vontade” só funcionam quando os DOIS estão mal-intencionados, preferi fazer meu teste a aceitar a promessa.

Vejamos: para publicidade funcionar é preciso massa crítica. Somando o Contraditorium e o Carloscardoso.com devo ter quase 10.000 assinantes RSS. É um número respeitável. Deve dar uma graninha, ainda mais com um CPM (custo-por-mil) mais alto, certo?

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Minha experiência foi terrível. Não, terrível é pouco. Sem citar números, para não violar o contrato do AdSense, vamos a uma comparação entre o CPM dos anúncios normais, das páginas de busca (que são excelentes) e do AdSense nos feeds. Lembrem-se, “O CPM é mais alto”. Eu não publico putaria, sodomia, devassidão, não mando link de MP3, de torrent pirata, de download de filmes, nada que gera tráfego ruim. Meu leitor, conforme a última pesquisa demonstrou, é VIP (no bom sentido, não VIP da Abril, que não mostra nada e estragou a Aline Moraes).

Isso resultou em…

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Ah, mas e os valores absolutos? Pode ter um CPM baixo mas um retorno alto, muita gente clica, bla bla bla e bla. Digamos assim: Se depender do $$ que veio dos feeds eu não vou a lugar nenhum. Nem de ônibus. A menos que alguém me ajude a completar a passagem. PS: ônibus urbano.

Se alguém está tendo uma experiência diferente, por favor divulgue. Não consigo acreditar que o Google tenha pisado TANTO na bola assim, agindo de forma tão desleixada ao negociar os espaços nos feeds. Caso eu volte a anunciar nessa modalidade, com certeza não será via Google, acreditem.



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Eu não sou babá do Marinho, que dirá do Civita

05/09/2008 - 11:36 am  -  69 comentários


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Está rolando um bafafá nos blogs e listas sobre a proposta Caracu que a editora Abril enviou para um número extremamente seleto de blogueiros e foi destrinchada neste post do Insanus. A proposta em si não tem nada demais. Se você considera nada demais ser convidado para uma sessão de sexo anal, colocando-se na posição do “receptor”. Ah, traga seu próprio K.Y.

Feita por uma “agência de estratégias interativas” que se diz “o primeiro hub de conhecimento estratégico interativo do Brasil”, o modelo da Abril Blogs é didático em como NÃO lidar lidar com blogs, como ter uma idéia errada de blogueiros e como NÃO definir sua relação com eles.

O texto da proposta é uma vergonha (obrigado pelo bordão, Bóris). Basicamente você tem que transferir seu blog para a estrutura/URL deles, não pode mais veicular publicidade (eles podem, e vão) e todo seu conteúdo passa a ser propriedade da Abril. Em troca você ganha eventuais destaques na home da Abril, incrivelmente acessada. Dizem, nunca fui lá.

Oferecem também várias promoções não especificadas, um coquetel para a Imprensa, acesso a informações de primeira mão (uau, vão baldar a Veja e nos dar o material suculento?) e até “workshops gratuitos com especialistas“. Muito obrigado, Abril. Tudo que eu queria era um especialista me explicando como fazer meu blog, todos deveriam se inscrever somente por isso…

Meu problema não é a parceria Caracu em si, mas o dano que isso vai causar levando desavisados deslumbrados que se acharão o Millor, só por estar em blogs.abril.com.br/~convidados/4432/temp/blog54545.asp (ou seja lá qual a url utilizada). Eles serão basicamente mão-de-obra gratuita, gerando conteúdo para a Abril e não recebendo NADA em troca. Gente, mídia social é uma coisa, senzala é outra.

Aí surge outro problema. Alguns, como o Tiago Cordeiro, não gostaram da reação da blogosfera. Ele argumenta que é um caso onde educar é melhor do que bater.

 

Os caras não sacam nada de mídias sociais. Botar a boca no trombone não vai ensiná-los a isso, só deixá-los com mais medo e fazer quem lá dentro acha que “isso de blog é babaquice” impeça novos projetos. (…)

isso prejudica a gente.. A Abril poderia trazer anunciantes, mais credibilidade, audiência e um monte de coisa. Ninguém vai deixar de fazer blog por isso, mas poderíamos crescer. Além disso, quantos anunciantes e empresas acompanham oq a Abril faz? Imagina isso virando notícia.

Normalmente eu concordaria, mas depois que a Abril fez um Seminário de Redes Sociais, depois que eles têm acesso a todos os blogueiros, depois que ninguém que conheço negaria uma mini-consultoria (mesmo gratuita) sobre o projeto, vejo que a Abril NÃO quer ouvir blogs. Ela NÃO está tratando os blogs como parceiros. Estão fazendo algo diametralmente oposto ao Yahoo! Posts.

Respondi ao Tiago que estou cansado de ser babá de megacorporações. Eu não tenho tempo. A Abril tem milhares de funcionários, dinheiro a rodo e pode perfeitamente contratar uma consultoria decente, passar um ano estudando uma mídia, chamar o Edney pra tomar um chopp e dar umas dicas. Se não querem, problema. Eu passo a bola. Não vou ensinar algo a quem tem certeza de que já sabe tudo.

Disse ao Tiago e repito: Nós NÃO precisamos deles. Outros grupos estão investindo em blogs, o próprio Estadão tem mudado sua postura, a Folha outro dia linkou o Jonny Ken em uma matéria que não tinha nada a ver com blogs, monetização e post pago, e por aí vai. Blogs são são o ó do borogodó, blogs são uma mídia muito pessoal que pode ser extremamente útil. Os bons jornalistas hoje contam com muitos amigos blogueiros que dão dicas bem ágeis, sobre assuntos bem mais diversos do que descobrir quem espalhou o boato de que a Mirian Bottan está grávida. (r: eu). Hoje eu já não escuto “ah, mas é em blog” quando repasso uma informação solicitada.

As mentes estão mudando, mas as empresas não. Como muito bem disse o Rodrigo Fante:

No caso do Cardoso eh normal, um cara te ofende voce resolve com ele.

Quando envolve empresa normalmente eu espalho a merda para todo mundo saber como funciona a tal empresa.

Exemplo do rolo do Terra e o Daniel do Fisico Maluco

Empresa só tem um jeito de educar, melando a imagem para seus consumidores.

Triste mas é verdade. Tanto que o Daniel resolveu seu caso com o Terra graças ao post-no-ventilador. A Abril errou? Errou feio. Já percebeu que errou? Aposto que sim. Vai mudar? Não, tanto que continuam publicando mensagens dizendo que o serviço está bombando, etc, etc.

Vai dar certo?

Não. Prestígio não se transfere assim, ainda mais pra blogs. Tratar o blogueiro como mão-de-obra gratuita e fornecedor de conteúdo é uma postura digna da Revolução Industrial, e assim que os blogueiros conseguirem um mínimo de destaque perceberão as linhas miúdas e não acharão graça nenhuma em não ser dono do próprio texto.

Portanto, Tiago, eu não estou preocupado em ensinar a Abril. Quero mais que Darwin cuide deles. Acho que temos que ensinar é esses blogueiros novatos, explicando o porquê da proposta ser totalmente Caracu (indecente é a Demi Moore cobrar caro pra dar pra você, isso eu ainda aceito) e como eles podem conseguir muito mais destaque, respeito e leitores sem vender a alma, o corpo e o texto. Um bom início é mandar para eles a cartilha que a Nospheratt fez ensinando tudo de essencial sobre a Arte dos Blogs.

Pensando bem mesmo, não custa nada. Mandem pra Abril também.



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Loja do Secundum no Contraditorium – um experimento

03/09/2008 - 3:39 pm  -  20 comentários


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Em janeiro escrevi um texto falando para blogueiros tomarem cuidado com seus ovos. Nada de colocá-los na mesma cesta. AdSense é bom e fácil mas quando 100% de sua renda vem de lá, se algo acontecer você entrará em desespero. Diversificar é sempre bom. Quer dizer, nem sempre. Minha experiência com o Buscapé passou a ser um lixo, depois que eles mudaram as regras e pararam de pagar pelos links em NOSSOS sites indexados pelo Google.

Minha experiência com o Submarino/BooBox tem sido muito boa também, mas faltava testar o Mercado Livre. Eles vêm me assediando faz tempo, mas como não sou usuário do site, ficava com um pé atrás, até perceber que não sou usuário da Luciana Vendramini e falo dela o tempo todo. Bolas, não é como se eles fossem um “Enlarge your p3n1s” da vida, um zilhão de pessoas compra e vende. EU não usar não quer dizer que seja ruim.

Aí entra o 2o problema: A preguiça. O AdSense é só colocar e esquecer. Será que existe algo mágico assim para o Mercado Livre?

Maior Site de Leilões do Brasil, o Mercado Livre paga comissão por vendas E por Cadastro. O cadastro aliás é uma excelente fonte de renda, entre R$10,00 e R$20,00 por operação.

Eis que surge o Jobson, com uma proposta indecente: Quanto você cobra para fazer um post contando sua experiência com a ferramenta que faz exatamente o que você precisa e uma pá de gente usa?

“Duzentos meses de Buscapé, meses bons”

Ele topou e me apresentou à sua SuperLoja, um script enxuto que puxa dados do Mercado Livre, monta uma tabela de produtos e exibe, de forma simples e direta, como neste exemplo aqui. A loja tem várias opções, então você tanto pode fazer uma chamada genérica: http://loja.contraditorium.com como pode fazer uma chamada para produtos específicos: http://loja.carloscardoso.com/notebooks. Pra mim parece bem fácil. Topei (senão não estaria escrevendo isto aqui, d’oh!) explicando que faria um test drive de um mês.

1 – Requisitos

1.1 Você precisa de uma conta no Mercado Livre e um cadastro no Mercado Sócios, o Programa de Afiliados. Se você não tem cadastro no Mercado Livre, faça o seu através deste link.

Após isso, no rodapé você encontra o link para o Programa de Afiliados, cadastre-se lá também.

1.2 Você precisa de um servidor capaz de rodar scripts PHP e configurar subdomínios, isto é, URLs como http://loja.carloscardoso.com. Se não tem certeza se seu servidor permite esse tipo de recurso, pergunte a seu suporte. Se ele não for mesmo disponibilizado para você, fale com o Jobson, ele cria uma loja no Secundum só para seu site. visite este post e descubra como conseguir uma loja sem ter domínio próprio.

2 Instalação

Depois de subir mais de 10MB para o OpenAds, descobri que estou de saco cheio de mexer com infra, então quando vi um script de 100 linhas e um sistema inteiro composto de dois arquivos, nem acreditei. A instalação se resume a subir os arquivo .htaccess e _sec_index.php para a raiz do subdomínio criado (no caso, o loja), renomear o _sec_index.php para index.php, chamar o endereço manualmente para ver se funciona, e pronto.

3 – Divulgação

Como o Google não fa- tá, o Google faz mágica sim mas só pra ele. Temos que indicar manualmente que o site existe. Como fazer isso? Linkando. Se você reparar na sidebar já coloquei links para a Lojinha do Cardoso e Lojinha do Contraditorium. O Jobson deu a dica de colocar o link nos feeds, para quando pintar ladrão de conteúdo, levarem o link junto.

4 – Customização

Dizem que a loja no layout padrão é feia. Na página do projeto, inclusive, há um tópico oficial chamado “Técnicas para desenfeiar a loja“. Felizmente é possível customizar o script, o que resulta em páginas com visual bem apresentável, como a do Anderssauro, que ainda enfiou AdSense no pacote ou esta no Trankera:

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5 – Avaliação e Conclusão

A instalação do pacote é MUITO simples. A utilização de um subdomínio garante que seu pagerank não será contaminado caso o Google resolva um dia encrencar, e como o trabalho publicitário pode ser feito através de links simples, isso pode levar a uma redução significativa na quantidade de banners do site. Mas o principal é que com a indexação a maioria dos visitantes virá dos buscadores, caindo direto na Loja. Saímos do modelo da mídia impressa, de publicidade mesclada com a mídia para o modelo da TV, com publicidade em espaços separados. Funcionará melhor? Não sei.

Existe uma frase em inglês que encaixa bem: “sua quilometragem pode variar”. Alguns programas funcionam melhor em uns sites do que em outros. No Contraditorium vendas diretas dão certo pois meus leitores são todos ricos, já no Morróida, duvido que ele tenha vendido um Passport sequer. O Submarino dá muito mais certo aqui do que no CarlosCardoso.com, por exemplo.

Meus resultados serão bons? Bem, o Jobson dá uma semana, acha um mês tempo demais. Mais do que o artigo que escreverei descrevendo os resultados, você pode acompanhar a própria existência da minha loja. Se ela continuar no ar, é porque está dando certo.

Ah sim, o Jobson pede para avisar que o projeto tem a colaboração do Jânio, do Lucrando na Rede. Isso costuma ser bom sinal.

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AVISO: Este é um artigo mais-ou-menos patrocinado. Na verdade é uma resenha patrocinada. Não estou colocando o banner normal pois ele fala sobre TEXTO PUBLICITÁRIO, o que não é o caso.



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