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Alunos inteligentes ganhando notebooks como incentivo? Falha na Matrix!

29/11/2008 - 1:01 am  -  105 comentários


Lembram do post que escrevi onde conto sobre uma ONG de São Paulo que tenta identificar alunos super-dotados e incentivá-los com bolsas de estudo, computadores e acompanhamento pedagógico, e o Secretário de Educação de SP, o incrível Gabriel Chalita proibiu a entidade de aplicar testes junto aos alunos, alegando que privilegiar alunos superdotados seria errado, atitude corroborada pela Secretária de Educação do Município de São Paulo, que soltou a pérola máxima?

“Se havia uma preocupação com os alunos fora de série, por que não focar naqueles com síndrome de Down?”

Pois bem. Fico feliz que uma vez, ao menos uma vez a praga do politicamente correto, o nivelamento por baixo, a forrestgumpificação do estudante brasileiro não ocorreu. Por um milagre da natureza politicamente incorreta, darwinista e competititva, estudantes com notas boas serão privilegiados. Vejam esta notícia d’O Globo:

RIO – O governador do Rio, Sergio Cabral, anunciou que vai distribuir 2
mil notebooks para os alunos do 9º do ensino fundamental e do 3º ano do
médio – mil para cada série – que tirarem as melhores notas no Programa
de Avaliação Externa do Desempenho Escolar, desenvolvido pela
Secretaria de Estado de Educação (Seeduc).

CLARO que nos comentários já tem gente reclamando. E a dengue, e os salários dos professores, e os salários da polícia?

Sinceramente nesse caso estou pouco me lixando. Compre Off e não encha meu saco. E não, não me interessa que a molecada vai usar o computador para acessar MSN e Orkut. Uma minoria, pequena mas existente vai usar para estudar, como estudou para as provas que os capacitaram a receber o prêmio.

É essa mentalidade que precisam aprender: Bom Trabalho traz recompensa. Chega de salas de aula cheias de estudantes burros arrastando os mais inteligentes para a vala comum. Quero ver agora, quando algum chato chamar esses estudantes de CDF, eles podem responder “FODA-SE, com isso ganhei um notebook, e você?”

Eu tive um professor que dava fitinhas e medalhinhas para alunos com notas altas. Um belo dia ele parou. Fui perguntar, as pedagogas (como eu odeio essa raça) tinham dito que essa atitude dele “estimulava competição” entre os alunos e não era bom. Mais uma vez o comunismo se metendo na sala de aula, nivelando todos por baixo.

Eu teria me esforçado extra, para ganhar um notebook, se no meu tempo de colégio tivesse um programa desses? Tenho a decência de dizer que sim, com certeza. Como o pessoal do Degustibus cansa de repetir, incentivos funcionam. E se o moleque vai aprender por causa de um notebook e não por alguma aspiração nobre de um futuro distante e ideais etéreos, sinceramente pouco me importa.

O que não dá é ter uma geração falando miguxês e incapaz de concatenar duas frases, que dirá duas idéias, e dizer que isso é natural pois é fruto de uma educação mais relaxada, mais humana, mais socialista e menos voltada à competição e à exploração.

Eu quero uma educação que forme Steve Jobs e Steve Wozniak, não Chavez e Morales. E se para isso meus impostos vão comprar notebooks para a molecada, que bom!

Só não comprem Toshibas, são uma droga.


De onde blogarei das próximas semanas

28/11/2008 - 3:11 pm  -  19 comentários


Estarei blogando de lá, até o final do ano. Vou aproveitar a paz e tranquilidade para colocar tudo que estou devendo em dia, inclusive a resenha do Pior Livro do Mundo.

Mais tarde faço o post-jabá completo da clínica.


Eu não quero brincar então estou saindo do play

25/11/2008 - 4:46 pm  -  264 comentários


Quando eu publiquei aqui a denúncia sobre os banners do Senado consegui uma repercussão imensa. Fui citado em vários veículos da mídia online, ganhei toneladas de comentários e mais de 100 trackbacks. Subi uns bons pontos no Technorati, no blogblogs, no Google. O Cobra quase teve um treco quando viu a quantidade de trackbacks. É compreensível, esse tipo de recurso vale Ouro no mundo online.

São uma indicação de relevância. Pela quantidade e qualidade dos blogs que apontam para um determinado site, consideramos o mesmo mais ou menos relevante. É como o velho boca-a-boca. Se niguém fala de um filme, ou se alguém que você não gosta ou confia fala, não dá bola. Já se um amigo que você respeita sugere, a coisa muda de figura. Uma criatura desagradável encheu meu saco por causa de Lost. Levei um tempão pra ver, assisti o piloto, achei uma bosta. Já a Liliana sugeriu que eu assistisse Criminal Minds. Vi o primeiro, foi perfeito, o tipo de série que gosto. E antes que digam que tenho interesses velados, o Leo Faoro do MeioBit me sugeriu MadMen, e tive a mesma reação, e garante que nenhum interesse meu relacionado à Liliana se aplica ao Leo.

O BlogBlogs tinha um ranking assim. Blogs grandes estavam na frente? SIM, só que os links deles NÃO vinham de blogs grandes. Temos o quê? 100 blogs grandes? Eu diria uns 40, se tanto. Isso daria um total de 40 links individuais. Eu tinha mais de 900. É gente que me lê, gosta do que escrevo e linka para textos relevantes. E repetidamente, pois o BlogBlogs ignora links com mais de 6 meses de vida.

Estar presente no ranking não era uma indicação de que eu possuía links, era uma indicação que eu possuía relevância junto aos leitores-blogueiros. Cada link representava uma referência em uma página, um texto citando, concordando ou discordando.

Não era exclusividade minha. A listagem do BlogBlogs trazia um monte de outros blogs repletos de conteúdo.

Então um belo dia um monte de gente que começou semana passada a blogar resolveu assumir papel de injustiçados e a clamar pelos “pequenos”. Isso, claro, bate fundo na mentalidade vira-latas do brasileiro. A boa e velha luta de classes ensinada no colégio. Vamos depor os blogs bem-posicionados, sem sequer pensar que eles estão lá graças aos NOSSOS links.

Surgiu uma corrente onde um monte de blogs resolveu manipular o ranking do BlogBlogs, com argumentações tão estapafúrdias como:

“Mostramos que a oligarquia do Interney e amigos pode cair”

Puta que me pariu, virou luta de classes MESMO. O Interney tem uma rede com 3674763 blogs e 2,5 googolplexos de links. É CLARO que ele vai ser listado em primeiro. Eu nem considero mais o Interney em rankings, ele é o Clóvis Bornay da blogosfera, hors concours.

Ele está lá por ter um zilhão de blogs E ser linkado por esse um zilhão de blogs. Assim como a hitechlive.com.br, e daí?

Esses links foram conseguidos por relevância. Mérito.

Não, né? O sujeito que começou ontem quer o mesmo espaço, senão é uma oligarquia.

Pois bem, conseguiram. Fizeram uma campanha massiva de links entre os vira-latas, um monte de bloguinhos subiu centenas, milhares de posições, despachando muita gente para o sopé da montanha. Com isso blogs como o do Inagaki sumiram.

Os criminosos digitais que fizeram a tal manipulação dizem que o objetivo era mostrar a falibidade do sistema. Oh D’OH!!!! É claro que o BlogBlogs era manipulável. Todo sistema o é.

O que tínhamos era um acordo de cavalheiros. Escreva, trabalhe, torne-se relevante, linke. Veja o resultado no BlogBlogs. Era nosso clube da luta. E violaram a primeira regra do Clube do BlogBlogs: Não se maceteia o BlogBlogs.

No Twitter gente que apoiou o golpe vem dizer “criem conteúdo, esqueçam rankings”. Curioso. Os blogs bem-posicionados eram invariavelmente blogs recheados de conteúdo excelente. Depois da tal corrente de links o MEU blog ficou atrás de um site cujo slogan era “O Entretemimento Mora AQUI.”.

De que adianta conteúdo se eu fico atrás do Mr Entretemimento? Melhor ainda, de que adianta o BlogBlogs, que até então era um ranking respeitado, o Technorati brasileiro, se um profissional de mídia não pode mais confiar nele como indicador de conteúdo?

Hoje o ranking do BlogBlogs é exatamente o que os perpretadores do golpe queriam transformá-lo: Um ranking de quem tem mais links. E só. Não era, mas eles não tiveram maturidade para entender isso, e mataram a única ferramenta brasileira baseada em relevância.

Para piorar, a postura dos responsáveis pelo BlogBlogs é a pior possível; estão agindo de forma paternalista, preocupados em não perder os blogs novos que entraram. Deixaram claro que NÃO vão punir nenhum dos blogs envolvidos.

Em ferramentas sérias como o Google e o Technorati manipulações, táticas blackhat são muito, muito severamente punidas. Eu usei o TextLinkAds por um tempo e foi o suficiente para ter meu pagerank capado (ainda não se recuperou) e cair muito nas páginas de pesquisa do Google. Outros sites sofrem destino pior, com banimento sumário.

Tentativas de manipulação do sistema, como bem sabe o pessoal de Las Vegas, devem ser desestimuladas através de punição severa. Do contrário você está abrindo espaço para novas e mais sofisticadas invasões.

Então me digam: Com opiniões Pollyanna como:

Todo meme, seja ele com o intuito de compartilhar conhecimentos e
opiniões (aplausos, é isso aí) ou para angariar links de outros blogs
(não é de todo ruim), é legítimo.

Não, nem todo meme é legítimo. Um meme que existe com o único propósito de macetear um sistema é imoral. É matar a galinha dos ovos de Ouro.

Eu não concordo com esse tipo de macete. Eu não concordo com a postura do BlogBlogs em não punir severamente os envolvidos. Quem resumiu muito bem foi o Knutz:

Sou da opinião de que todos os envolvidos deveriam ter sido banidos ou ter o ranking zerado. Não punir deixa a porta aberta…

Blogs não são mais brinquedo. O BlogBlogs era uma ferramenta séria, usada por muito mais do que blogueiros para medir o ego. Entendam, isso não tem nada a ver com ego. Tem a ver com business. Se alguém começar a macetear os resultados do IBOPE eu garanto que a Globo, o SBT e a Band vão chiar. E se o Ibope não fizer nada contra quem maceteou? Bem, vejam o resultado, comentado ainda agora por uma fonte que trabalha em uma agência de mídia online:

O pior é que eles [o blogblogs] apoiaram [a campanha]. Aqui na agência já estamos levando muito mais em conta a autoridade no Technorati, e outras métricas

Qual vai ser o resultado disso? De minha parte estou reescrevendo meu Kit de Mídia, removendo as referências ao BlogBlogs. E nem tive queda significativa, ainda estava entre os 20 blogs mais bem ranqueados. Mas como o BlogBlogs não é mais uma ferramenta que indica blogs lidos e comentados, apenas indicando blogs linkados, perdeu a relevância.

Isso, somado à cultura de impunidade patrocinada pelos responsáveis, só me deixa uma decisão coerente a tomar: Estou encerrando a conta que tinha lá desde Julho de 2006, quando o BlogBlogs ainda era pequeno, irrelevante e preocupado com qualidade em detrimento à quantidade. Hoje essa preocupação se inverteu, e ele deixou de ser um lugar hospitaleiro. É hora de dizer adeus e agradecer pelos peixes.

Seguindo o Cobra, que fez o mesmo ontem, removi meu usuário e meus blogs do BlogBlogs. Eu não quero ter que fazer papel de xerife da blogosfera, procurando campanhas de links e denunciando, para manter a lisura do processo. Pior ainda, não quero ter que denunciar e não ser ouvido, visto que há conivência por parte do BlogBlogs.

Portanto desejo boa sorte aos envolvidos, que vocês se divirtam muito com seus rankings, seus pontos, seus bônus, e que um dia quem sabe vocês consigam tantos links por seu TRABALHO quanto conseguiram por sua trapaça.

Mas eu duvido.


Blogs on Dance, dia 22/11 no Rio, com DJ Cardoso e Amigos

04/11/2008 - 2:44 am  -  46 comentários


Não, eu não bebi. Um momento. Pronto, agora bebi.

Anote na sua agenda: Dia 22/11, no Recanto da Lapa, Rio de Janeiro, à partir das 22h, uma festa caprichada com os maiores blogueiros do Rio de Janeiro, ou pelo menos os mais caras-de-pau. Organizada pelo Wallace, a festa se chama Blogs on Dance, conforme o site oficial:

 

blogfest1

A festa terá como DJs Cris Dias, eu, Nick Ellis e Beto Largman, com direito a uma participação especialíssima do Maestro Billy. Será num sábado, no mesmo dia de uma #Descolagem, o evento porreta que o Beto Largman organiza no NAVE, que contará com a participação do inestimável Luli Radfahrer.

 

 

Agora as FAQS:

1 – Você é DJ?

R: Não, mas eu sempre disse que qualquer idiota com um Yamaha DX7 no automático fazia música hoje em dia. É hora de demonstrar.

 

2 – É de graça?

R: Depende. Se você for a Luciana Vendramini é. Se for uma embalagem de Doritos sabor Dani Koetz, a gente conversa. O resto, paga R$10,00. O que é MUITO barato para uma casa noturna naquela região.

 

3 – Onde compro os ingressos?

R: Todos os detalhes logísticos no site do evento

 

4 – Vai ter mulher?

R: Na Lapa? Tem até mulher com aquele algo a mais.

 

5- Posso levar meu namorado?

R: Se você for um pacote de Doritos sabor Dani Koetz, não. Se for o Morróida, tudo bem. A gente não discrimina.

 

6 – Quanto você está levando nisso?

R: Nada. Estou nessa pela farra. No máximo saio com algum brinde simbólico como boné, camiseta ou pacote de Doritos.

 

7 – Vais tocar o quê?

R: Os outros eu não sei.  Já a Cris Dias roubou minha idéia, vai fazer um mix de trilhas sonoras, por sorte pensei em uma alternativa que vai ser bem diferente e tem tudo a ver comigo. Vamos ver se você adivinha:

houseMD

Isso mesmo. Vou tocar House Music, ou mais precisamente remixes das músicas que fazem parte dos episódios de House, uma série que costuma ter uma trilha sonora pra lá de boa.

 

8 – Tá, mas e depois?

R: Não tem papo. Saímos de lá e vamos direto comer um Javali com Arroz de Brócolis no Nova Capela, e conhecer assim a verdadeira felicidade.


Concurso do Livro do André Midani

03/11/2008 - 7:43 pm  -  5 comentários


Algum tempo atrás fiz uma resenha da autobiografia de André Midani, que se você não sabe quem é,  ao menos com certeza já ouviu algo que passou pela mão dele, seja Tom Jobim, seja Titãs.

Junto fiz um mini-concurso, sorteando uma cópia do livro entre os leitores. A pergunta era simples mas maliciosa? Pedi a formação original dos grupos Party Posse e The Be Sharps.

Os dois grupos são de episódios d’Os Simpsons, uma série notória por suas referências musicais. Os Be Sharps parodiam boa parte da trajetória dos Bythos (em homenagem à Salsinha de Cristo de uns posts atrás) com direito a uma mudança na formação original, como os Beatles, quando detonaram Pete Best em favor de Ringo Starr.

Aí a pegadinha. Durante quase todo o episódio a formação do Be Sharps é Apu, Skinner, Homer e Barney, mas no começo vemos o Chefe Wiggum ser expulso.

O outro grupo, The Party Posse, é uma boy band genérica, artificial e sem-sal, como as que o Midani tanto (corretamente) critica em seu livro. É a marketização da música, onde o poder do marketing, que é aproximar o produto do consumidor é deturpado em prol de uma aberração que é deixar que o marketing CRIE os produtos que deve vender.

Daí Hansons, Menudos, Pussycat Dolls e Party Posse.

A formação original do Party Posse era Nelson, Ralph, Milhouse e Bart.

O primeiro a acertar foi o Thiago Alencar.

Thiago (e todos os envolvidos) perdão pelo atraso. Prometo que as próximas sairão mais rápido. A culpa foi integralmente minha, o pessoal lá da Sapolândia me cobrava com razão não ter entregue ainda os nomes. Você será contactado para envio do livro em breve.


O causo viral da blogueira salgadinha

03/11/2008 - 2:37 am  -  48 comentários


Por causa de uma tal corrida ficou inviável conseguir hospedagem em qualquer hotel decente em São Paulo, então fiquei impossibilitado de comparecer ao BottanFantasyCamp, a festa a fantasia da Mirian Bottan. É uma pena. Não vou dizer com que fantasia eu iria, mas é uma que o Sheldon usou, e não é a do Efeito Doppler. Fica pra próxima.

O quê isso tem a ver com marketing viral? Como diria Dexter, vamos por partes.

Alguns dias atrás várias agências e formadores de opinião receberam do nada um sacão de Doritos de 5Kg. Foi festa geral. Uma penca de posts espontâneos, gente comentando, o Twitter pipocando (ou melhor, doritando).

doritos_todos

Missão cumprida, certo? Só que não contavam com a criatividade do pessoal envolvido. Com a festa da Mirian chegando, a necessidade de uma fantasia criativa aumentando, a Dani Koetz teve a melhor sacada (trocadiho não-intencional, juro) de todas: Reciclar o viral do Doritos em uma fantasia.

danidoritos

Ela confirmou que a embalagem foi reciclada, e que foi complicado remover os resíduos de Doritos da parte de dentro. Bem, isso está fora da minha jurisdição, então não vou me alongar nessas elocubrações. Basta dizer que achei genial o aproveitamento do viral.

A Doritos é uma das marcas mais sortudas que conheço. Não é a primeira vez que se dá bem assim. Aliás, para falar a verdade a Dani nem é o primeiro bicho de perna comprida a dar de bandeja esse tipo de viral para eles. Vejam esta que achei no Sim, Viral: Uma gaivota que invade uma lojinha para roubar… Doritos. Virou notícia, foi Youtubado, viralizou.

 

A gaivota de chama Sam, só come aquele sabor específico de Doritos, e virou celebridade local. Os donos do mercadinho resolveram manter a porta fechada para espantar Sam, mas os clientes habituais “adotaram” a gaivota, e pagam pelos Doritos que ela come. Há diversas propostas para adotar a Dani também, mas ela ainda não respondeu aos emails.

Qual a diferença de um marketing tradicional? Digamos que nos velhos tempos envolveria “patrocínio” e camisetas com a logo de algum produto. Se tanto. Talvez um banner na parede. As iniciativas modernas, seja intencionais como enviar o pacote, seja acidentais como a gaivota, trazem um retorno bem mais significativo que simples vendas: Tornam a marca simpática. Isso gera um diferencial emocional que supera qualquer racionalização no momento da compra. Esse marketing 2.0 é imbatível.

O único problema é mão-de-obra, porque orçar camiseta e mandar fazer banner todo mundo faz. Ter a sacação de bolar uma fantasia com a embalagem do produto, não é pra qualquer um. Ou é, depois que foi feito. As melhores idéias sempre sofrem do “eu poderia ter pensado nisso”. Só que se você quer que seu cliente usufrua dessas idéias antes, é bom meter a mão no bolso. O Profissional de Criação 2.0 está se tornando mais requisitado, é mais raro e por isso mesmo ficará mais caro.

DISCLAIMER: Este não é um post pago, muito menos em salgadinhos. Eu não gosto de Doritos, prefiro Cheetos.

OK, na verdade eu prefiro Mandiopã mas aí todo mundo vai me chamar de velho.



Quem é Cardoso

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