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Existe vida após o Axé




Houve uma época em que todo o Brasil foi obrigado a abraçar sua baianidade, e adorar Axé, Lambada, Penetrada, etc. Daniela Mercury e Ivete Sangalo deveriam ser admiradas por seus dotes artísticos, falar de suas coxas era heresia. Ler Jorge Amado era pouco, para provar seu amor pela Bahia todo brasileiro deveria passar uma noite sob a lua, em um velho trapiche abandonado.

A Globo, claro, caprichou em aproveitar o Hype, com várias novelas regionais. Uma das melhores foi Tieta, com sua abertura revolucionária, onde Hans Donner fazia com Isadora Ribeiro o que todo mundo gostaria de fazer, entre quatro paredes:


A Musquinha (tm João Prista) era Tieta do Agreste, de Luiz Caldas, que se tornou referência em termos de MPB (Música Popular Baiana).

Com o tempo a moda sumiu, e foi possível ouvir música baiana por gosto (eu adoro De Volta Pro Meu Aconchego, com a Elba) e não por obrigação.

Aos músicos da época, sobrou o ostracismo fora da Bahia, como a menina do Kaoma, que acabou exilada em Brasília, ou o sucesso regional, com algumas (boas) exceções, tipo a Ivete, que é exceção e boa.

Agora descubro que o Luiz Caldas, um dos maiores ícones da época não só sobreviveu como se reinventou:

Isso mesmo, ele está fazendo heavy metal, e uma coisa posso garantir, toca guitarra melhor do que eu.

Em sua página no MySpace é possível ouvir algumas músicas do novo projeto, Castelos de Gelo, composto de 10 CDs e nenhuma faixa de Axé.

A grande sacanagem é que a própria mídia que tanto encheu a bola dos Baianos não divulga nem apóia quando algum artista resolve se reinventar ou fugir do estereótipo, como Luiz Caldas.

Agradecimentos ao Magaiver pelo link.



Sobre o Post

Este post foi escrito em 05/03/2009 às 12:30 pm

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67 Respostas para “Existe vida após o Axé”

  1. Luiz Caldas fazendo heavy metal? Era o que faltava. Ao chegar em casa irei no MySpace baixar algumas para dar opinião…

    [Reply]

  2. Luiz Caldas fazendo heavy metal? Era o que faltava. Ao chegar em casa irei no “MeuEspaço” baixar algumas para dar meus dez centavos sobre…

    [Reply]

  3. Ok foi a noticia mais estranha que eu li nesta semana oO …
    Só quero ver a tribo de heavy metal aceitar ele… vai lá saber né…

    Debyh – último post do blog… Cry no More

    [Reply]

    Damnati Reply:

    Headbanger não é indio para ter tribo… E eu vou pro Rio assistir a pré-estréia de Flight 666 no Odeon ! Só espero não ser jogado de um penhasco ou ser arrastado pelas ruas da cidade preso no cinto de segurança.

    [Reply]

  4. Ok foi a noticia mais estranha que eu li nesta semana oO …
    Só quero ver a tribo de heavy metal aceitar ele… vai lá saber né…

    [Reply]

    Eduardo Reply:

    A turma do heavy metal já é preconceituosa consigo mesma, imagina com o Luiz Caldas.

    [Reply]

  5. Thiago Emmanuel Pereira da Cunha Silva em 05/03/2009 às 1:15 pm

    Só não entendi uma coisa …

    “Com o tempo a moda sumiu, e foi possível ouvir música baiana por gosto (eu adoro De Volta Pro Meu Aconchego, com a Elba) e não por obrigação.”

    Elba Ramalho mudou a certidão de nascimento ? Virou baiana na calada da noite ?

    [Reply]

    Cardoso Reply:

    Você tem que entender que pra gente aqui do Sul, do Espírito Santo pra cima é tudo Bahia.

    [Reply]

    Eduardo Reply:

    Pros gaúchos, a “Grande Bahia” começa no Rio Mampituba.

    [Reply]

    Rogério Rodrigues Reply:

    Pra mim isso é preconceito idiota com a Bahia! Grande parte do Brasil adora ser bem recebido em nossa Capital Salvador, principalmente no nosso Carnaval… e pra não dizer que é mentira, sim são muito bem recebidos e ninguem pode dizer o contrário

    fabiopl Reply:

    vou além: Da ponte Rio-Niterói pra lá é tudo paraíba.

    [Reply]

  6. Só alguns detalhes: De volta pro meu aconchego não é música baiana, apesar de carioca achar que no NE todo mundo é paraíba e paulista achar que no NE todo mundo é baiano. A música é uma composição de Dominguinhos (Garanhuns) e Nando Cordel (Ipojuca). Elba Ramalho, que canta, nasceu em Conceição, ela sim, na Paraíba.

    [Reply]

    Cardoso Reply:

    Depende, se você quer ofender, diz que é tudo paraíba, se quer elogiar, diz que é tudo baiano ;)

    [Reply]

    Marcel Dias Reply:

    huahuahuahuhuahua
    e eu pensando que em São Paulo, todo mundo era baiano. Afinal é o estado que mais tem baiano e paraíba do país!

    [Reply]

    Damnati Reply:

    É verdade, estamos sufocados ! Mas deixa estar, cedo ou tarde a gente abre o olho e começa a testar as bombas H, soluções de Zyklon B e brincar de Sniper de madrugada.

    Evágoras Junior Reply:

    Aff, tenho que aceitar bem a sacanagem como brincadeira. Outro dia meu sangue ferveu quando uma senhora dentro de uma loja aqui na paraíba insultou o atendente chamando-o de “paraíba”, mas aí, o contexto de puro insulto para mim é inaceitável.

    [Reply]

    Evágoras Junior Reply:

    Parece que meu comentário anterior não passou, mas vou sintetizá-lo.

    Se me chamarem de paraíba na brincadeira, na zoação, nem esquento, agora se for de maneira ofensiva eu tenho como algo inaceitável.

    Acho que meu comentário não passou porque o Cardoso levou a sério demais ele.

    [Reply]

    Debyh Reply:

    Ah fala serio… ‘paulista acha que no NE todo mundo é baiano’ ¬¬
    em SP tem de tudo um pouco, vc não pode generalizar e dizer que paulista pensa que no NE só tem baiano

    [Reply]

  7. Thiago Emmanuel em 05/03/2009 às 1:19 pm

    “Com o tempo a moda sumiu, e foi possível ouvir música baiana por gosto (eu adoro De Volta Pro Meu Aconchego, com a Elba) e não por obrigação.”

    Elba Ramalho mudou a certidão de nascimento ? Virou baiana na calada da noite ?

    [Reply]

  8. Elba Ramalho mudou a certidão de nascimento ? Virou baiana na calada da noite ?

    [Reply]

  9. Espero sinceramente que as letras não sejam só “uma vogal + uma parte do corpo” como a maioria dos axés.

    ♫ “ÔôôÔÔ no bracinho!!!” ♫

    [Reply]

  10. Sabe Edson & Hudson?
    Pois é, o Hudson lançou CD solo de guitarra.
    Prova: http://www.youtube.com/watch?v=1iVw-FzJrXQ
    Existe vida após o sertanejo também.

    [Reply]

    Diego Reply:

    Pois é, as vezes tenho a impressão de que muitos desses artistas populares brasileiros não gostam das músicas que fazem, mas sabem ganhar dinheiro…

    [Reply]

    Eduardo Reply:

    Pois é, eu li sobre esse projeto hard rock/heavy metal do Hudson. Incacreditável.

    [Reply]

    fabiopl Reply:

    com toda certeza

    [Reply]

  11. Esse cara vive se reinventando, outro dia eu ouvi uma das músicas novas na MTV e ficou muito bom.

    [Reply]

  12. Cardoso, faltou a imagem do Leonard com a plaquinha “sarcasm”. Elba Ramalho “baiana”, Ivete “boa”. he he he
    Quanto à música baiana, comprei um genérico mp3disc dia desses com os discos dos anos 80 de um cara que está esquecido: Moraes Moreira. Deve ser porque ele não faz axé.
    Lembro que, vinte anos atrás, as músicas dele tocavam nos carnavais daqui de Recife/Olinda, mas com esse “resgate cultural” da musica pernambucana,tudo que vem da Bahia virou heresia e não pode tocar aqui durante o carnaval. Não que eu esteja reclamando, nossos ouvidos foram poupados, mas aí entrou todo mundo no balaio.
    A ironia é que Moraes foi o único baiano que compôs frevos, inclusive em homenagem à Olinda e ao próprio frevo.
    Reserva cultural xiita é foda.
    Vou conferir o Luiz Caldas metaleiro.

    [Reply]

  13. A música “No Bar” ficou muito engraçada! Huahuahuahua….
    E parabéns pra ele que “inovou” cantando Heavy Metal em português!!! Já pensou se o cara resolve cantar em inglês?! :S

    [Reply]

  14. Impressionante…

    [Reply]

  15. Pra mim, qualquer coisa para cima da região sudeste é Bahia. Sendo assim, já tenho definido o meu campo de testes para a Bomba H, soluções de Zyklon B e brincar de sniper pela madrugada.

    Chega de hipocrisia, tô de saco cheio dessa gente.

    Agora é o Kuduro… LIIIIIIIIIINDO.

    [Reply]

  16. Para quem não sabe Luiz Caldas tem doutorado em música é um exímio pianista e um guitarrista de primeira mão!
    No DVD de sua “volta” o show é aberto com ele tocando Sultans of Swing do Dire Straits. (Tem um video no YouTube dele tocando no carnaval de Juazeiro. O som não é estas maravilhas todas mas dá para sentir a pressão! http://www.youtube.com/watch?v=P0-QUMvsrh0 ).
    Engraçado é que isto não deveria ser surpresa alguma, afinal, até mesmo a música mais linda já feita sobre São Paulo – “Sampa”, alguém discorda? – foi um baiano quem escreveu!

    Escrevi há algum tempo atrás um post no Blog Hit na Rede a pedido da Cler justamente sobre a música baiana além do axé.

    http://hitnarede.com/2008/11/cinco-musicas-baianas-para-te-tirar-do-ocio-por-roberto-camara/

    Jabá feito, só posso dizer, meu caro Cardoso:
    Que seja muito bem vindo à verdadeira música da Bahia!!!

    [Reply]

  17. Para quem não sabe Luiz Caldas tem doutorado em música é um exímio pianista e um guitarrista de primeira mão!
    No DVD de sua “volta” o show é aberto com ele tocando Sultans of Swing do Dire Straits. No link abaixo tem como ouvir ele tocando ela.

    Engraçado é que isto não deveria ser surpresa alguma, afinal, até mesmo a música mais linda já feita sobre São Paulo – “Sampa”, alguém discorda? – foi um baiano quem escreveu!

    Escrevi há algum tempo atrás um post no Blog Hit na Rede a pedido da Cler justamente sobre a música baiana além do axé.

    http://hitnarede.com/2008/11/cinco-musicas-baianas-para-te-tirar-do-ocio-por-roberto-camara/

    Jabá feito, só posso dizer, meu caro Cardoso:
    Que seja muito bem vindo à verdadeira música da Bahia!!!

    [Reply]

  18. Depois da lendária foto do Chimbinha com a camiseta do Cradle of Filth, tudo é possível.

    Na verdade, muita gente que faz “o som que a gravadora manda” é instrumentista de primeira. A questão é sobrevivência. Os Mamonas faziam rock progressivo e não saiam do lugar.

    O esquema é fazer o som que dá retorno financeiro – e que você tenha estômago para tocar, claro – e depois, quando estiver capitalizado, se dedicar a tocar o que gosta. É tudo questão de longo prazo.

    [Reply]

  19. Axé, funk, pagode, emo… tudo lixo industrial que a mídia tenta nos fazer engolir. Como todo lixo dessa espécie, acaba após um certo tempo dentro do limbo da mediocridade.
    Não conhecia esse lado do Luiz Caldas, e na verdade, nem quero conhecer. Aliás, ele fazer heavy metal é uma heresia… O Deus Metal irá puni-lo, com certeza!

    [Reply]

  20. [...] Um grande abraço e MUDE! Para quem gosta de heavy metal ou está curiso para escutar a música do Luiz Caldas, acesse o MySpace dele. Se não apreciar a música, aprecie a coragem de mudar, que talvez seja algo que você também queira fazer. Eu vi essa notícia do Luiz Caldas no site Contraditorium. [...]

  21. As modas musicais no Brasil são muito acentuadas em certos períodos e, quase que de repente, têm uma queda em outros. Somente quem tem talento e competitividade consegue sobreviver nesse mercado de estrelas. Mentalidade

    [Reply]

  22. Damnati, Vai dar esse seu brioco paulista, seu racista feladaputa

    [Reply]

    Damnati Reply:

    Se você conseguir resolver uma equação de 1º grau eu aceito sua agressão ! ANALFABETO.

    Damnati – último post do blog… Racismo e preconceito contra a violência e corrupção

    [Reply]

    k2 Reply:

    Você quer que eu resolva a equação em python ou em C++? BABACA FRUSTRADO! Vai arrumar um emprego decente, daqueles que pagam bem muito imposto, para poder sustentar minha água de coco por aqui. Aproveita e arruma também uma mulher pra curar esse sua QUEIJICE, que é como chamamos por aqui falta de boceta.

    [Reply]

    Damnati Reply:

    Cara, você pode me chamar de muita coisa, menos de frustrado. Posso ter escrito um post em cima da raiva que senti ao ver aquela mãe e duas crianças sendo aterrorizadas sob a mira de um revolver, mas te lanço um desafio: “Vá até o Google e digite crimes hediondos no Brasil e me diga qual é o ( licença poética ) povo responsável pela maioria deles no Brasil.

    Vá buscar por João Hélio, o casal jogado penhasco, Liana Friedenbach, Tim Lopes e outras centenas de casos iguais ou piores.

    Tenho amigo negro q

    Damnati Reply:

    … desculpe a nossa falha.

    Tenho amigo negro que adota a minha opinião com termos que te ofenderiam muito mais. Se é que isso é mesmo ofensa ou despeito. É o caso do negro pego em flagrante por um policial também negro e acha que o cara está sendo racista por levá-lo preso.

    Aprenda a ler nas entrelinhas e julgar ideais: não conceitos nem preconceitos, pois eles podem cair; como podem nascer no meu caso. Mas você não parece o tipo de gente disposto a dar um boot no tico e teco parece ?

    Synesio Reply:

    O povo responsável pelos crimes hediondos brasileiros, é o próprio povo brasileiro, imbecil segregador!

  23. Poser. Simplismente.

    [Reply]

  24. êsta êsta êsta… o número da Besta!

    Plágio feito… vou escrever…

    Eu não levo fé alguma, mas vou pagar pra ver esse cd de Heavy Metal baiano… vamos ver o que sai de lá.
    Francamente desbancar as bandas nacionais não é uma atividade muito difícil, anda tudo tão decadente que já perdeu a graça…

    [Reply]

  25. “Com o tempo a moda sumiu, e foi possível ouvir música baiana por gosto (eu adoro De Volta Pro Meu Aconchego, com a Elba) e não por obrigação.” Vocês do Sul e suas manias de esteriótipos.

    [Reply]

    Elia Reply:

    O Cardoso é do Sul? Achei que fosse do sudeste…

    E não vi estereótipo nenhum nessa frase que você citou. Não teve moda de música baiana?

    [Reply]

  26. Hehe, Este cara é foda… sempre foi… ;)

    [Reply]

  27. Cardoso, faltou citar o graaaaaaaande e imortal Cid Guerreiro, autor de um dos maiores clássicos da música brasileira em todos os tempos: Ilarilariê, gravada pela Xuxa.

    [Reply]

  28. “A grande mídia não divulga”: vi esta notícia há alguns dias tanto no UOL como no site da Globo.

    E agora você não considera mais o seu blog uma grande mídia?!

    Fernando – último post do blog… "SE EU FOSSE VOCÊ 2" – RECORDE DE MEDIOCRIDADE

    [Reply]

  29. Hahaha muito bom! O ruim disso tudo é que no Brasil música fora axé, samba, pagode parece não movimentar muita gente, dai já não consigo entender se é falta de instrução para entender as diferenças dos arranjos etc ou muita divulgação das músicas mais “fáceis de serem absorvidas” (lavagem cerebral pura e simples) hahaha.

    Com falta de idéias? Inspiração?
    http://www.informaholic.blogspot.com

    [Reply]

  30. Xiii… Bairrismo-de-calão é bom porque a gente percebe logo quem faz a diferença no mundo, não?

    Eu adooooouuuuuro “De volta pro meu aconchego”, “Lamento”, tudo de Dominguinhos, Luiz Gonzaga, Zé Ramalho e Geraldo Azevedo. Muita coisa de Alceu Valença. Toda a trilha sonora de Gabriela. E, em momentos radicalóides, vou de Elomar e Xangai. E do Fagner antes das borbulhas de amor.

    Depois disso…, sorry!

    [Reply]

  31. Não sei porque. Mas esse cara cantando metal me faz lembrar do Giberto Gil cantando Inglês… e eu logo sinto dores de cabeça. (rs)

    [Reply]

  32. Leia-se “Cantando EM inglês”…

    [Reply]

  33. Rapaz Deixa o Homem cantar o que ele quiser, se o axé ta em baixa é melhor mudar de estili do que passar fome.

    Cardoso acha que Elba é baiana do mesmo modo que os EUA achem que a capital do brasil é Buenos Aires

    [Reply]

  34. Mas isso não é um problema exclusivo da Bahia. É nacional. A Família Lima fez em 2007 um CD que é uma fantástica releitura de Carmina Burana (que inclui metal, eletro, trance…) e ninguém em lugar nenhum falou sobre.

    Modismo é modismo aqui e em Belém do Pará Cardoso.

    [Reply]

  35. Ouvi algumas músicas do Luiz Caldas e senti um lance meio anos 70, os riffs de guitarra são legais mas os arranjos no geral são péssimos.

    [Reply]

  36. Renato K. em 09/03/2009 às 5:35 pm

    Metal ruim ainda é muito melhor que axé bom …
    (ATENÇÃO turma da patrulha de plantão: isso é a MINHA opinião baseada no MEU gosto pessoal).

    [Reply]

  37. [...] ser admiradas por seus dotes artísticos, falar de suas coxas era heresia. … fique por dentro clique aqui. Fonte: [...]

  38. Existe vida após o axé, mesmo!!! Graças a Deus!!! rsrsrs…Ao contrário do que muita gente pensava (de que o chamado “Rei da Axé Music” era uma “aparição medíocre”, um cantor “rebolante’)Luiz Caldas é multiinstrumentista, compositor de “mão cheia”! Inclusive, junto com Armandinho(não o “reggaeman surfista”..rsrsrs..), uma virtuose da guitarra baiana (e também filho de um dos pais do trio elétrico)ele tem projetos em comum, composições de excelente qualidade. Vale a pena conhecer este lado de Luiz, gente!

    [Reply]

  39. Eu jurava que ia ver um monte de comentários sobre a Isadora Ribeiro na abertura de Tieta… eu a vi pessoalmente umas duas vezes, em eventos (ela namorou por alguns anos um cliente do escritório do meu pai). É baixinha, mas era (e imagino que ainda seja) cavalarmente gostosa.

    Quanto ao Luiz Caldas, boa sorte pra ele. Metal em português, que eu lembre, só o Dorsal Atlântica tentou antes.

    Expe – último post do blog… Liga dos Campeões da UEFA

    [Reply]

  40. Que Ostracismo….hoje é saudosista ver isso, polêmico na época mas ainda sim…isso era Axè do bom, apesar d ñ curtir o q se seguiu com cia de pagodes e tchãs da vida…poético e culturalmente Brasileiro. Luiz Caldas pod hoje ser considerado brega, mas defendeu e poetizou a música popular brasileira pas grandes massas!!!

    Will Nygma – último post do blog… Music/Disco Inferno- Madonna Festa Fênix

    [Reply]

  41. [...] na Bahia se vê de tudo já não é mais novidade. Aqui cantor de axé toca rock, banda de percussão toca música clássica, tem cidade onde é proibido namorar e temos até um [...]

  42. Mirela Matos em 28/05/2009 às 8:36 pm

    Essa vai especialmente para Cardoso.
    Você tem que entender que não pode falar pelo povo do sul. Não pode matar seu povo de vergonha de você por dizer que do Espírito Santo para cima tudo é Bahia. Já que a falta de conhecimento é sua, assuma ela sozinho. Vê-se que ignora a rica e plural cultura nordestina. Cultura que se distingue em casa estado, orgulho de nordestinos e sulistas também.

    [Reply]

  43. Concordo com vc Mirela…
    E tem um detalhe muito importante…
    O Brasil começou pelo Nordeste…
    A primeira capital foi em Salvador – BA, sou de lá… moro a 6 meses em São Paulo e tenho o maior orgulho de responder quando me perguntam de onde sou…
    Temos as melhores praias…
    A Chapada Diamantina… lugar lindo e perfeito…
    Sem falar é claro na nossa cultura…
    Orgulho de ser Nordestino… Baiano… Soteropolitano…

    [Reply]

  44. Estou escutando, não acreditando e gostando. Adicionei no myspace.

    [Reply]

  45. Eu acho que saiu um entrevista, falando desse projeto com os 2 milhões de cds e com a repaginada que ele deu. Se eu não me engano além de rock ele falava que haviam músicas em idiomas indígenas. No entanto eu confesso que eu fui pré-conceituoso e não dei uma sacada. Sinceramente, tava escutando e não deve muita coisa para essas bandinhas de Emos que se vê por aí.

    [Reply]

  46. Na verdade o Luiz Caldas não fazia axé e sim uma chatice caribenha dessas aí, mas enfim… Que bom que ele tá fazendo o que quer, tomara que tenha muito sucesso.

    [Reply]

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