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A Primeira Pós em Marketing Digital a gente nunca esquece

28/10/2010 - 5:05 pm  -  21 comentários



Soube de uma professora universitária que se orgulhava de ler 5 jornais por dia, e achava que a Internet era um brinquedo, não servia para dar notícias e que ela era muito mais bem-informada do que os alunos que ficavam o dia inteiro em seus PDAs e Smartphones.

Os privilegiados com cérebro e personalidade devem ter ignorado a besteira (e com sorte todas as aulas dela), mas e os alunos mais influenciáveis, que entendem Argumento de Autoridade como fato?

Esses se formam para viver de antolhos, como um “especialista” em mídias sociais que náo aceitou a notícia da demissão de um técnico de futebol postada de madrugada no Twitter E no Blog do técnico. O “especialista” afirmava que só poderia publicar com confirmação de 3 fontes reais, que blog e Twitter “não eram fontes”. Resultado? TODOS os veículos publicaram a notícia durante a madrugada, o “especialista” ficou chupando dedo e todo mundo riu dele.

Esse especialista é fruto do sistema de ensino atual, onde gente que nunca ouviu falar da Realidade doutrina alunos com uma visão de mundo que, na melhor das hipóteses, era correta 30 anos atrás.

Como evitar de se tornar esse tipo de “especialista”? Há dois meios: Um é você ter mais de 30 anos, não ser burro e observar o mundo à sua volta, tendo certeza de que não há certezas. A outra, é estudando nos lugares certos.

Quando a Impacta me chamou para fazer este texto, vendendo o peixe deles fui dar uma olhada nos cursos, pra ver se não estava vendendo peixe por lebre, ou algo assim. Uma pós em Marketing Digital é algo sério, é um investimento de tempo em uma época onde tempo é nosso bem mais valioso.

Eu gostei do que vi.

Pra começar o curso em si já em um case, e nem digo por ser a única Pós em Marketing Digital de Sáo Paulo. Vai além. A primeira turma foi toda montada através de açóes em redes sociais. Cases aliás são bem usados no curso, o objetivo é “misturar o acadêmico com a realidade de mercado˜. Faz sentido. Os dois lados se completam, do contrário a Realidade tende a discordar dos professores, que por sua vez acusam a Realidade de estar errada.

Dica: Não está. Errados estão os alunos recém-formados que chegam nas agências cantando regra e não entendendo que professores que consideram Fogo uma tecnologia ainda não-provada não formam profissionais atualizados.

Uma pós em Marketing Digital não vai te ensinar a ser um Digerati, mas vai te ensinar o quê é um. Vai ensinar a evitar as principais roubadas e vai dar a base equivalente a alguns bons anos de experiência.

O curso tem inclusive um podcast, o excelentemente batizado www.futurecast.com.br, que tende a se tornar um dos bons podcasts sobre Marketing Digital, ainda mais com convidados de peso como o que está por vir ;)

O modelo é presencial, não é esqueminha pra comprar diploma. Você vai participar além das aulas, de palestras com profissionais de Mercado, onde poderá confrontar o que aprendeu com a tal Realidade, e conferir se estão batendo.

Fora isso o curso tem presença no Twitter e blog para interação entre alunos e professores.

É um investimento que vale ser feito, ainda mais com promoções como sorteio de 50% de desconto no curso, para participar basta se tornar amigo do curso no Facebook.

Eu recomendo, pode ser a diferença entre você ser o estagiário que xinga muito no Twitter e ser o marketeiro novato que tem bagagem e agilidade pra reconhecer uma oportunidade como o case da Oakley e os mineiros chilenos.

E como último argumento, sem rodeios, na Impacta dá pra usar mini-saia.

Links Úteis:


O texto acima é um publieditorial. Para descobrir como anunciar neste blog baixe o Media Kit. Para protestar contra publicidade em blogs clique no form de contato e enviarei detalhes de como você pode pagar minhas contas.

Na Apple como na Vida a Hipocrisia supera até mesmo o Moralismo

25/10/2010 - 11:53 pm  -  21 comentários


No começo dos anos 80 a censura ainda pegava pesado. A Trip hoje escolhe não mostrar as vergonhas altas e cerradinhas das moças por questão de estilo (maldita Trip!) mas antigamente não havia escolha Nu frontal era proibido, alguns casos a revista só poderia mostrar um mamilo de cada vez, e por aí vai. Assim a juventude tinha que se virar para conseguir material educativo de qualidade. Boa parte vinha das revistas clandestinas, das suecas contrabandeadas no fundo das malas e que rodavam de mão em mão de forma bem mais subversiva do que cópias d’O Capital.

Na televisão o bicho pegava. Nada nem de longe parecido com As Cariocas ou o clássico Vida Como Ela É.

Mesmo assim era na televisão onde conseguíamos mais material, graças aos canais educativos, que acabavam educando nos dois sentidos.

O truque é que embora toda nudez fosse castigada, a nudez indígena tinha imunidade. Na cabeça dos censores um filme mostrando índios era completamente ausente de malícia. O índio era visto como um ser puro e inocente, então estava liberado. Obras-Primas da safardanagem cinematográfica brasileira -Como Era Gostoso o Meu Francês, de Nelson Pereira dos Santos era um clássico- eram exibidas impunemente, mesmo em horário diurno.

Curioso é que as atrizes muitas vezes nem eram índias. A nudez de homens e mulheres brancos (ou no máximo morenos) era OK, desde que estivessem em um contexto indígena.

Essa dualidade funcionava inclusive com as atrizes. A Glória Pires nunca havia feito cena de nu, sempre recusou convites da Playboy e nem me recordo de outra situação em que ela tenha aparecido pelada, MAS em Índia, a Filha do Sol ela mostra tudo que tem pra mostrar, na boa.

A justificativa era que aquilo que estávamos vendo era… arte. Pode até ser, mas para incontáveis adolescentes tarados eram peitos e bundas, bem melhores que os legítimos mas muxibentos peitos nas capas da National Geographic.

Essa imunidade diplomática da “Arte” impressiona. Todo mundo aceita calado se for justificado como “Arte”.  Até a Apple.

A empresa vem pegando pesado para manter o ambiente de suas aplicações o mais “família” Possível. A Playboy no iPad sequer terá mulher pelada, repetindo e piorando o pior da censura brasileira dos anos 70.

Imagina-se que com isso ninguém ouse ir além da Censura 14 anos na App Store, certo?

Errado. Veja Verolites, esta exibição de Robert Alvarez, fotógrafo artístico profissional. Ele basicamente fotografou modelos peladas, aplicou um efeito tosco qualquer, chamou de arte e soltou em uma aplicação para iPhone. Resultado? Colou.

Até a Apple, a empresa mais moralista do Planeta, que patenteou um método de filtrar SMSs pra ninguém falar sacanagem  está distribuindo em sua App Store uma aplicação cheia de fotos de mulher pelada, disfarçadas de “Arte”.

Outro caso: O YouTube é especialista em apagar todo e qualquer vídeo com conteúdo questionável. Uma simples denúncia e babau, mulher pelada NÃO.

Exceto… exato: Se for arte.

É o caso deste vídeo da “artista” Amy Greenfield. No vídeo ela rola, nua, na areia da praia, em uma espécie de Ode à Milanesa. (Yes, kibei isso do Veríssimo)

Piora. Neste outro vídeo ela rola na lama, igualmente pelada.

Longe de mim reclamar de mulher pelada na lama, meu problema é outro. É a duplicidade de discursos, onde o que é safardanagem pra uns passa como arte e é liberado.

“Ah, mas pode não ser arte pra você mas é para outras pessoas”

Perfeito. Aceito essa argumentação. Só que ela abre espaço para outra afirmação igualmente lógica: “O quê é ofensivo para outros pode não ser para mim”.

O ideal seria tratar todo mundo como adulto. Quem se ofendesse com algo simplesmente não acessaria mais o canal e pronto, sem restringir o direito dos não-ofendidos.

Isso, claro, seria o ideal. Na prática continuaremos com as patrulhas moralistas minando a liberdade de expressão de todo mundo, ao mesmo tempo em que liberam safadeza generalizada à guisa de “Arte”.

Afinal de contas mesmo os hipócritas FDPs apreciam um belo par de peitos.


Marketing de Morto-Vivo

24/10/2010 - 11:16 am  -  8 comentários


Vou contar um segredo: A Internet é boba. Nós gostamos de LOL Cats, gostamos de memes bobos como o #xxxdadepressão, Serra Sniper e a bolinha de papel que ganhou até conta no Twitter.

A Internet é uma catarse permanente onde fugimos do dia-a-dia, e isso é perfeitamente válido.

Agora contarei outro segredo: Gente que entende essa “bobeira” e a respeita ganha muitos pontos. Falar a linguagem da Internet não é fazer hotsite com passarinho do Twitter, montar campanha e enfiar aquela maldita barra de ícones pra redes sociais, onde nada será monitorado e não haverá interação de qualquer tipo.

Falar a linguagem da Internet é mais que participar das fases, modas e memes. A sears por exemplo lançou uma campanha completamente voltada para a Internet mas sem uma gota de condescendência. É a http://sears.com/zombies, uma versão super-séria da loja da Sears, voltada para um público específico de desmortos vivos.

vendedor com cérebro? Isso non ecziste!

O site é completo, tem até esquema monte seu próprio zumbi E versão em zombian, a língua falada pelos zumbis. Não conhecia? Nem eu.

A loja-zumbi está integrada à loja “de verdade”, os produtos são, bem, produtos normais, afinal zumbis vestem as mesmas roupas dos vivos, só mais rasgadas e isso você faz em casa.

A Sears ousou bastante, há uma parcela do público que com certeza ficará de mimimi com a visão de mãos decepadas e vendedores segurando cérebros, mas uma parcela enorme da Internet, que é o público-alvo da campanha, correrá pro site pra fuçar a rede social de zumbis e bater papo com o porta-voz (do além) da campanha no Twitter, o ZombieShopper.

Eu gostei da ousadia, é raro encontrar uma empresa que aceite brincar com a própria marca (brincar, não fazer cagada, GAP) e envolvê-la em coisas minimamente questionáveis. O normal é manter um distanciamento  totalmente irreal do mundo, ao mesmo tempo que fazem toneladas de reuniões para descobrir o motivo da falta de identificação com os consumidores.

Ousar demanda coragem, mas é só parte da equação. Para que sua ousadia não caia no campo da bobeira paternalista, é preciso também ter, com perdão aos zumbis, cérebro.


Contraditorium – O 1o Blog Brasileiro no iPad

23/10/2010 - 8:09 pm  -  35 comentários


Eu sei, eu sei, o Lula ainda não soltou o programa Bolsa iPad, e se eu fosse democrático defensor das classes desfavorecidas estaria preocupado com acessibilidade, testando meu blog em todos os computadores das Casas Bahia, mas se você tem mais de 5 minutos de casa, sabe que não é assim que a minha banda toca.

O leitor do Contraditorium sempre foi selecionado, escolhido a dedo (sem baitolagem) e reconhecidamente formador de opinião. É isso aí vocês não são ovelhas, são pastores. AU!

Por isso é comprazer que anuncio o mais novo empreendimento deste blog, uma ferramenta premium para uma plataforma premium de leitores premium, o Contraditorium iPad Edition 2000 Ultimate.

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Singela contribuição para as mulas que fazem marketing político…

22/10/2010 - 9:29 pm  -  11 comentários


A campanha que seria revolucionária nas mídias sociais, com “marketeiro do Obama” e tudo se revelou um grande fiasco. Basicamente eleição nas mídias sociais se resume a candidato processando Twitter, candidato pedindo direito de resposta em 140 caracteres e milhares de perfis falsos fazendo spam.

Acho que é difícil entender que uma ação POSITIVA gera muito mais buzz do que um ataque, até por questão de lógica. Uma idéia legal atrairá os partidários E os oposicionistas moderados, aquele pequeno grupo capaz de ver sem antolhos.

Infelizmente não é assim que a banda toca e foi tudo nivelado pela lama.

É uma pena,mas no máximo os marketeiros seguem as modinhas, não criam tendências. Exemplo: Ambos os candidatos, Serra e Dilma usaram avatares infantis no dia das crianças. Legal, isso os colocou em pé de igualdade com todo mundo. Mas… não era pra se destacarem?

Não é preciso nem pensar muito para imaginar pequenas ações que geram buzz sem colocar a mãe no meio, que tal por exemplo dar checkin no Foursquare várias vezes e virar Prefeito do Palácio do Planalto? Um buzz simples mas que daria discussão pra um dia inteiro.

“mimimi o Povo não sabe o que é o Foursquare”

Como já disse um grande estadista, “foda-se o Povo”.  O povo das mídias sociais sabe. Se você está em campanha em uma rede social, é obrigação profissional usar todos os recursos da mesma, falar a linguagem e conhecer profundamente seus meandros. Nesta eleição estou vendo uma simplificação rasteira do discurso, em todos os canais, em todas as mídias. É como se o kibeloco fosse estrategista e sua idéia de tratar o leitor como menor denominador comum tivesse sido implantada.

O Twitter não necessariamente funciona no racional, no caso é melhor apelar pra emoção. É inviável achar que é possível discutir detalhadamente projetos de campanha em 140 caracteres com milhares de pessoas falando. Você tem que usar a ferramenta para gerar identificação com o eleitor e então direcioná-lo para o site com propostas detalhadas.

Nessa eleição as mídias sociais foram usadas da pior forma possível, os spammers tratam Twitter como local de distribuição de santinhos, os candidatos tratam tuiteiros como inimigos e os “profissionais” de mídias sociais são tratados como profissionais de 3a classe pelos “estrategistas”, que entendem tudo de eleição e por extensão acham que entendem de Internet também.

No final o grau de satisfação dos envolvidos é zero, tudo se resume a uma questão prática de quanto vai-se ganhar nessa brincadeira e quando coloca-se a mão no dinheiro.

A ironia é que essa parte é verdadeiramente democrática, vai do estagiário da agência ao Presidente eleito.


Quer investir US$6 mil e faturar US$41 milhões? Sugiro uma mina chilena

16/10/2010 - 4:43 pm  -  28 comentários


Quando o Buraco do Kassab abriu e engoliu metade de São Paulo a Red Bull tentou uma ação de Marketing de Oportunidade (hoje chamam de emboscada, guerrilha, terrorismo, sei lá) distribuindo seu energético para os socorristas, trabalhadores da obra, todo mundo envolvido na operação de resgate.

A iniciativa é legal, Red Bull é responsável por boa parte dos softwares usados no mundo, o produto funciona e pode significar a diferença entre um socorrista sonolento e um cansado mas atento, ouvindo uma vítima presa sob uma laje (pra piorar, com uma churrasqueira por cima fazendo peso, provavelmente)

Tinha tudo pra dar certo, mas a agência resolveu morder mais do que conseguia abocanhar e mandou um bando de gostosas com roupinha promocional, barraquinhas e o escambau. De Repente, Não Mais que De Repente o que era (de verdade) uma iniciativa super-legal que realmente ajudaria os envolvidos com o resgate ficou parecendo uma tentativa barata de faturar publicidade gratuita em cima da tragédia (o que também era verdade, bem-vindo ao mundo real).

Agora no Chile vimos a História se repetir, mas dessa vez se repetiu direito. Sem o deslumbramento dos emergentes os marketeiros envolvidos fizeram TUDO direito.

Bem antes dos mineiros serem resgatados foi lembrado que eles estariam com as retinas sensíveis, depois de 2 meses em condições mínimas de iluminação. Seria imperativo que eles protegessem os olhos, pois na superfície estariam cercados de holofotes, metafóricos e reais.

Entrou no circuito a Oakley, que prontamente se ofereceu para fornecer na faixa óculos para os 33 mineiros.

Não há o que discutir, os óculos são fodaços, produto de primeira linha. Oferta feita, oferta aceita.

Sem fanfarra, sem gostosona da Oakley, os mineiros receberam pela cápsula os óculos. Foram 33 Oakley Radar, no valor individual de US$180,00, num total de US$5.940,00.

O resultado foi que os mineiros saíram completamente protegidos, mais estilosos que o Bono, seus olhos imaculados e em todos os jornais, sites, programas de TV do mundo, uma história vencedora que se estenderá por muito, muito tempo. Não é preciso setinhas (aprendeu, kibe?), todo mundo vai comentar e todo mundo vai querer “os óculos dos mineiros chilenos”.

Um cálculo da exposição conseguida pela Oakley coloca a mídia gratuita num montante de US$ 41 milhões.

Só para dar uma idéia, a operação inteira de resgate foi avaliada em US$ 20 milhões.

NINGUÉM em sã consciência vai acusar a Oakley de se aproveitar da tragédia para divulgar sua marca (por mais correta que seja a afirmação. De novo, bem-vindo ao mundo).

A lição é que é possível conseguir resultados absurdamente bons investindo muito pouco e ousando muito, só é preciso determinar o ponto exato em que a ambição se torna ganância, e parar um milímetro atrás.

De resto, uma imagem vale mais do que 461 palavras:


Resumindo o Dia dos Professores

15/10/2010 - 11:08 am  -  27 comentários


❝Educação é a bala de prata. Educação é tudo. Não precisamos de pequenas mudanças, precisamos de mudanças gigantescas, mudanças monumentais. Escolas deveriam ser palácios. A competição pelos melhores professores deveria ser selvagem; eles deveriam ganhar salários de  6 dígitos. Escolas deveriam ser incrivelmente caras para o Governo e absolutamente gratuitas para os cidadãos, como a Defesa Nacional.❞

Rob Lowe, em The West Wing

E é tudo que tenho a dizer sobre isso.


Hacker quer te roubar enquanto você vomita

15/10/2010 - 9:20 am  -  14 comentários


Existem hackers e hackers. Na verdade existe é cracker, que seria o hacker do mal, mas o sujeito em questão não é nem isso. É um daqueles estelionatários de 5a categoria que não terminaram o 1o Grau e na falta de cojones pra pegar um berro e sair assaltando, tentam roubar via Internet de gente mais burra do que eles.

OK, é uma boa estratégia, quem clica em qualquer coisa tem que aprender de um jeito ou de outro, mas a técnica só funciona se o alvo for mais burro que o estelionatário.

Não é o caso do cidadão que me mandou o email abaixo. Sério, ele acha MESMO que alguém vai clicar pra ver O SERRA FAZENDO SEXO?

aham, já tou clicando...

Qual será o próximo email genial desse espertão? “Denúncia: Vídeo de StripTease da Dilma”? “Flagra: Lula Transa com Marina”?

Sorry filho, tente algo que ainda fica no LIMITE da Bizarrice, como “Suplicy fazendo sexo com a Mulher-Pêra”, assim ainda há chance de alguém clicar. Do jeito que está você limita muito seu público-alvo, restringindo-se a internautas burros e cegos.

PS: Não, Salsa do Serra, não é uma campanha maligna do PT do Mal (existe outro?) o link é malware mesmo, eu verifiquei.


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