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Haters Gonna Hate, mas Life Goes On…

24/11/2010 - 10:23 am  -  42 comentários


A única coisa que dá para ser feita com raiva de forma eficiente é testar os limites de calças stretch roxas. Todas as outras atividades são prejudicadas, raiva nubla o discernimento, torna nossa visão limitada e leva a decisões e opiniões erradas.

Mesmo assim a Internet criou e valoriza uma cultura de haters, gente que se orgulha de odiar tudo e todos oito dias por semana. Gente que tem como esporte minimizar toda e qualquer conquista de quem quer que seja.

Não falo de trolls, eles são patéticos e exagerados por natureza, é fácil chutarmos pra escanteio e não levar em conta. Falo de gente aparentemente normal que entende como ofensa a possibilidade de qualquer coisa… dar certo. Essa gente odeia e despreza toda iniciativa, acham mesmo que coletivamente conseguem comprovar o fracasso de um produto apenas desejando em voz alta que ele seja um fracasso.

Vou dar uma dica: Você acha que consegue que algo seja FAIL! apenas desejando? Seu nome é Deus? Se não for, você é um idiota.

Eu disse que a Internet criou essa cultura, mas isso não é exato. Essa gente não surgiu ontem. Toda empresa tem pelo menos um sujeito que se contorce e grita cada vez que uma idéia é apresentada, provando por A+B (ou mais precisamente por 1+1=3) que não dará certo. E esse sujeito nem se preocupa em ser sabotado pelos colegas, pois ele mesmo nunca apresenta idéias.

Essa é a diferença fundamental, o Hater não tem trabalho pra mostrar, por isso mesmo considera ofensa o trabalho alheio. Curioso é que eles não têm senso de escala, se ofendem com realizações de qualquer um, através do Universo. É como se um garoto de 12 anos aprendendo a programar em BASIC se ofendesse com o lançamento do Windows 7.

Exagero? Há milhares de exemplos, desde os críticos de Avatar, demonstrando quanto o filme é ruim, irrelevante desprezível e jamais deveria ter sido feito (US$2,7 bilhõs de faturamento mundial) , passando pelos críticos do iPhone (não venderá!) e do iPad (não serve pra nada!) e do Kinect (ninguém vai comprar!).

Meu exemplo favorito é a única boy band heterossexual da História, Os The Beatles.

Quando a Apple anunciou que faria um anúncio especial que tornaria o dia inesquecível os haters se agitaram. Com uma memória seletiva excelente, o cérebro do hater quando quer é incapaz sequer de guardar dados simples como “P. Sherman, 42 Wallaby Way, Sidney, Austrália”, então todos se fizeram de surpresos com a hipérbole do anúncio.

Os mesmos haters que odiaram quando Steve Jobs disse que o iPad era “mágico”. (spoiler: Não é, está limitado pelas Leis da Física. Fuck Jobs!)
Quando o anúncio anunciado anunciou que o catálogo inteiro dos The Beatles estaria disponível para download digital pela primeira vez na História ouviu-se um “meh” coletivo dos haters.

O fascinante é que eles tecnicamente não podem se decepcionar, pois NADA que a Apple (ou ninguém) faça os satisfará, mas eles jogam a carta da decepção mesmo assim.

As mensagens lotaram os Fóruns, blogs e Twitter. O “consenso” era que seria um fracasso, as argumentações como sempre faziam sentido, de um ponto de vista rasteiro e isolado. A banda é muito velha, os fãs já têm todos os discos, grupos de guitarra estão saindo de moda, ninguém compra música, etc, etc.

Como sempre uma busca pelas redes sociais demonstraria o fenômeno da amplificação da voz dos idiotas, mas na falta de etiquetas de “imbecil” junto aos perfis, não é possível identificar coletivamente os haters. Uma análise da resposta ao anúncio da Apple indicaria como opção natural demitir o idiota que pensou em vender Beatles no iTunes. As projeções indicariam zero compras, o zumbi de John Lennon sairia da cova atrás de Jobs.

Como sempre a turma do “não vai dar certo” foi ignorada pela realidade.

Foram vendidos 450 mil álbuns na 1a semana de Beatles no iTunes, num total de 2 milhões de canções. Números de superstar conseguidos por uma Banda que deixou de existir mais de 40 anos atrás. Claro, ajuda ser a banda com mais discos vendidos na História

Essa cultura do não-vai-dar-certo é prejudicial ao coletivo E ao indivíduo, gera gente que só consegue prazer dizendo que algo não vai dar certo, e se cala diante do sucesso inesperado (por eles). Coletivamente são uma bias nas análises que deve ser levada em conta e individualmente sofrem, afinal como alguém que acha que tudo vai dar errado vai ousar criar alguma coisa?

Não criam, o medo de não dar certo é grande demais. Fechando o ciclo, de onde vem o medo? Do ódio que tanto amam.

Fear is the path to the dark side. Fear leads to anger. Anger leads to hate. Hate leads to suffering.” – Yoda


Machete Don’t Text

20/11/2010 - 11:29 pm  -  24 comentários


olha o tamanho do facão do FDP!

Nascido como um dos trailers falsos de Grindhouse, Machete ganhou vida própria e virou um longa, uma hora e quarenta minutos da mais descarada Mexploitation, um filme delicioso para quem não se leva a sério. Se você procura crítica social aprofundada, uma discussão séria sobre a questão da imigração nos EUA, não chegue perto de Machete, melhor continuar se masturbando lendo a New Yorker.

Machete é exagerado, mentiroso, maniqueísta, caricato e não se desculpa por isso. Lembre-se, Steven Seagal é um Barão do Tráfico mexicano especializado em artes marciais. Se você não consegue passar por esta exigência básica de “suspensão de incredulidade”, o filme não é pra você.

Já se sua resposta foi “O Seagal? Então tá…” sem questionar a etnia dos envolvidos, vai se divertir.

Danny Trejo é um policial federal mexicano que é traído por seu chefe, sendo capturado em uma busca por uma jovem sequestrada. Depois de esfaquear Machete ela tira um celular da perseguida (sim, está pelada durante toda a cena) e chama os vilões. Apelativo? Sim, a idéia de Robert Rodriguez é parodiar essa linha de cinema apelativo dos anos 70, que nos deu pérolas como Blácula, o Vampiro Negro.

Steven Seagal corta a cabeça da mulher de Danny Trejo, avisa que a filha também foi morta, bota fogo na casa mas por algum misterioso motivo não mata Machete. Qual motivo? Não interessa, isso aqui não é Austin Powers, onde as atitudes dos vilões são questionadas.

Três ano depois Machete está nos EUA. Ilegal, fazendo trabalho de Mexicano, no mau sentido. Ele é ajudado pela Michelle Rodriguez, que comanda uma rede secreta de ajuda a imigrantes ilegais. Uma hora um sujeito escolhe aleatoriamente um mexicano (Machete, claro) para matar um candidato ao Senado do Texas (ninguém menos que Robert De Niro) que é linha-dura contra imigrantes. Linha-dura no sentido de sair com uma milícia patrulhando a fronteira e atirando em mexicanos. No começo do filme a mílicia do Senador, comandada por Don Johnson, fazendo papel de um xerife racista, atira numa imigrante grávida.  Eless gravam tudo em DVD e o Senador manda distribuir pros correligionários.

O sujeito que contratou Machete é um empresário que está por trás da campanha do Senador, a idéia é que ele seja alvejado, sobreviva e ganhe a eleição, com a popularidade conquistada pelo atentado. Machete seria incriminado, morto no processo e tudo ficaria bem.

O problema é que como Machete mesmo diz, “fuderam com o mexicano errado”.

Não que a violência comece aí. O filme tem uma contagem de corpos que chega a 91 presuntos, sendo que Machete despachou pessoalmente 40, das formas mais violentas, criativas e exageradas que você pode imaginar.

Machete não é Dexter, não tem sutileza. Em uma das melhores cenas ele estripa um bandido abrindo a barriga como peixe, puxa uma ponta dos intestinos, pula da janela e usa as tripas do sujeito como corda pra chegar no andar debaixo. Durante toda a cena o cidadão estripado está gritando.

Sadismo?

Não, esse é o ponto. A violência de Machete é feita para chocar mas não para impressionar. É uma violência exagerada, quase de desenho animado. É o oposto daqueles Pornôs de Tortura como O Albergue e Saw. Acho que a grande diferença é que em Machete o espectador tira prazer de quem atira, nesses pornôs de tortura ele tira de quem é alvejado. É uma “violência sadia”, por assim dizer.

A violência não é a única caricatura do filme. Os personagens são todos caricatos, menos a Lindsay Lohan, que interpreta de forma magistral a filha do Senador, devassa piranha viciada em crack. incrivel como ela fez bem o papel…

Machete tem um irmão, um Padre interpretado por Cheech Marin. Deliciosamente caricato, ele tem câmeras nos confessionários e faz dossiês dos fiéis que vão se confessar. O empresário malvado, claro vai se confessar com o irmão de Machete, que obviamente deve ser o único padre da cidade e-OPA! Esse é o tipo de pensamento que não se pode ter em Machete. Não dá pra começar a questionar.

Entre os vários inimigos que aparecem Machete enfrenta um assassino de aluguel (que anuncia na televisão!) com o incrível nome de… Osiris Amanpour. Se não superou pelo menos igualou o fantástico nome do vilão de Mistery Men: Casanova Frankenstein.

Danny Trejo não passa a faca só em bandido, ele traça a Michelle Rodriguez, a Jessica Alba, Lindsay Lohan e a mãe, o Senador se amarra quando recebe uma fita do Machete transando com a mulher e a filha dele…

Michelle Rodriguez, gostosíssima de couro e balas

A farofa é total quando os mexicanos vão enfrentar a milícia, sob o comando de Machete. Até as enfermeiras do Hospital Secreto dos Mexicanos aparecem. Veja se estão apelando:

Quase certeza que esse uniforme não é padrão...

A briga final entre Machete e Steven Seagal poderia ser maior, mas pelo visto o filme já estava ficando grande demais e ainda faltavam as cenas de punição dos malvados, afinal toda boa história tem que ter esses momentos.

E, ele estragou o velório

Machete é para quem se diverte com clichês usados sem culpa, como na cena acima. O Padre desarma um dos bandidos, que pede misericórdia. “Deus tem misericórdia. Eu não! *BANG*”  Ou quando Machete some, a Jessica Alba fica desesperada procurando. Quando ele volta ela reclama, diz que ele poderia ter mandado um SMS (text me).  A resposta?  ”Machete don’t text”.


Editora Abril Gananciosa? Não, blogueiro, você que é pobre.

16/11/2010 - 6:15 pm  -  34 comentários


Quanto você cobraria para veicular um anúncio em um blog iniciante?

Vamos complicar: Imagine que você é um jornalista experiente, mas nunca teve um blog. É seu primeiro. Agora imagine que seu blog só pode ser visto por UM tipo de computador. Pra complicar MAIS ainda, pense que esse computador, o único capaz de acessar seu blog custa MUITO caro, mais de R$2 mil.

Feia a coisa? Imagine então que pra complicar esse computador sequer é vendido no Brasil.

Quanto você cobraria por um anúncio na primeira edição desse blog, com audiência cativa ZERO e nenhum histórico de visitas?

A maioria dos blogueiros sequer cobraria, sairia oferecendo permutas, pensaria em crescer e depois então cobrar. É uma visão correta, dentro do que o senso comum chama de… humildade.

Felizmente o pessoal da Editora Abril não dá bola para blogueiros, entendem seu negócio como business e não acreditam nessa postura de “vamos começar bem mirde e se crescer…”

Depois da edição da VEJA para o iPad cinco outros títulos da editora sairão na plataforma: Elle, Casa Cláudia, Alfa, Exame e Lola. Confesso que não sou o target, nunca tinha tomado conhecimento da existência da Revista Lola, por isso foi a que escolhi para investigar.

O resultado é assustador para o pessoal que pensa pequeno, que minimiza o fato da revista ter uma edição no iPad ou mesmo para os haters que argumentam (não que haters realmente agumentem) que não há iPad no Brasil nem público para justificar uma edição, que dirá publicidade.

A Abril não só está investindo de verdade na plataforma como está cobrando de verdade. Não é um experimento, não é uma parceria. É, como eu disse, business. Não interessa que a edição seja a primeira, não importa que não tenham sequer números de circulação para fornecer (até pq não circulou ainda).

Uma edição dessas tem um alcance muito maior do que os leitores primários. É o tipo de trabalho que gera notícia, é comentado e replicado em sites, programas, revistas e jornais. Antes do iPad se firmar como mídia viável por causa da audiência, já se firma por esse efeito multiplicador. É, resguardadas as proporções, o mesmo que ocorreu com o Second Life. A quantidade de visitantes é ínfima mas a publicidade gratuita, o buzz gerado pela simples existência do Avião da TAM ou da Agência do Itaú é dezenas, centenas de vezes o valor do investimento.

Por isso a Abril pode cobrar o que cobra. Segundo o media kit da Revista Lola, um anúncio multipágina interativo sai por R$27 mil. Um anúncio simples, composto basicamente de um JPEG 1024×768 sai por R$16 mil.

Tá caro? Não, você que é pobre e não sabe cobrar.

16 contos por um anúncio em uma versão para iPad, um equipamento de mais de R$2 mil, que sequer está à venda no Brasil. Pessoas de bom-senso diriam que a Editora Abril enlouqueceu, perdeu qualquer parâmetro e em sua arrogância criou valores irreais para uma mídia que sequer existe.

Pessoas de bom-senso diriam que antes de tudo é preciso muita humildade, para ter sucesso em uma nova e inexplorada mídia.

Só que o mundo não é desbravado por pessoas humildes e com bom-senso. Gente ousada e pioneira desafia o bom-senso e tem a justificada arrogância de achar que triunfarão mesmo sendo os primeiros a tentar algo. Eu admiro essa ousadia e arrogância justificada. Se há uma lição a ser aprendida é a de parar de pensar pequeno, é a de assumir que a expertise, o know-how, a qualidade e o prestígio conquistado em uma mídia podem e devem ser usados como base para outra mídia mais nova.

Acima de tudo, a lição é que se você quer que o Mercado valorize seu trabalho, o primeiro passo é você valorizá-lo.

De resto,como autor do Contraditorium, o Primeiro Blog Brasileiro no iPad, só posso dizer pra Revista Lola e suas co-irmãs, bem-vindas as iPad. Calouras ;)


Para quem acha complicado explicar o Felipe Neto…

15/11/2010 - 10:00 am  -  11 comentários


Antes de mais nada, dê uma olhada no vídeo abaixo. Clique play, eu espero.

Viu? Concordo, é algo bem idiota, uma japinha meio retardada misturando Mentos com Coca-Cola, gerando o efeito esperado e dizendo “nhéqui-nhéqui”.

Esse vídeo é o Santo Graal de todo mundo que trabalha com mídias sociais. Ele tem nada menos que 127 milhões de visualizações. Para dar uma idéia, o décimo vídeo mais visto em toda a história do YouTube tem 141 milhões de visualizações, é um clipe do Eminen, não exatamente um desconhecido.

“Então o segredo é fazer coisas idiotas?”

Não, claro que não. Essa visão de patrocínio de TV dos anos 50 não funciona hoje em dia. O público se tornou cínico demais para ver com simpatia uma marca apenas por ela patrocinar um programa. Prestígio não é mais transplantado com a facilidade de antigamente. Curioso é que é uma via de mão-dupla, Os bons e velhos comerciais Testemunhais ainda valem pra plebe ignara, mas as zelite na Internet não compram mais esse peixe. Uma celebridade vendendo geladeira não convence quem tem acesso ao Twitter, quando se pode perguntar quem tem a tal geladeira e se é boa mesmo.

Os números na Internet não podem ser vistos como na mídia tradicional, ou então uma japa doida falando “nhéqui-nhéqui” terá muito mais valor de mercado do que a maior parte das emissoras de TV no mundo.

Não culpo as agências, a Internet está cheia de gente que acredita no valor absoluto dos números. São usuários de scripts no Twitter com centenas de milhares de seguidores, são orkuteiros com 3, 4 e até 5 perfis enumerados, todos lotados de “amigos”.  Essa gente esquece o propósito primordial das redes sociais, que é interagir com outras pessoas e se focam no número pelo número.

A lógica é simples, quem tem aquário em casa entende:  Se eu só me preocupo com número de seguidores e me associo a gente com a mesma preocupação, toda a minha interação será voltada para angariar seguidores. Eu não terei conteúdo original, não comentarei ou repasssarei conteúdo alheio, pois na minha mente de caçador de seguidores isso é uma forma ineficiente de aumentar meus followers. No Orkut a mesma coisa. Entrarei somente nas comunidades “me segue que eu te sigo”.

No YouTube há todo um ecossistema de parasitas que copiam os vídeos postados por outros usuários, sobem de novo com a  conta deles e depois saem se gabando de quantas visualizações seus canais têm.

Funciona?

Funciona. Produz números gigantescos e irrelevantes, pois tanto os ladrões de conteúdo quanto os colecionadores de followers e os vídeos de japas idiotas carecem de algo que chamo de Poder de Mobilização.

O público de quem coleciona followers é primariamente colecionadores de followers, a interação entre eles é totalmente automatizada. Há casos de gente com 100 mil followers conversando com gente com 100 mil folowers e gerando ZERO de resposta entre seguidores. Não dá para interagir com quem não quer interagir. Simples assim.

No caso do vídeo idiota mesmo com a visitação sendo legítima, temos que aliciar um público acostumado a ficar entre 10 e 15 segundos em um vídeo, se cansar e clicar em outro. Criar hábito para que o Canal seja visitado frequentemente é complexo. Peguemos como exemplo o Brogui, que tem uma produção bem constante de conteúdo no YouTube. Há videos com mais de 90 mil visualizações,  O canal dele tem um total de um milhão de exibições, mas apenas 9 mil assinantes. O público é extremamente volátil, briga com unhas e dentes para não se tornar cativo.

Mesmo assim os vídeos dele apresentam muito mais oportunidades de publicidade do que o vídeo idiota da japa louca, exceto se cair em uma agência onde acreditem no valor absoluto dos números. Curioso é que esse amor todo pelos números grandes desaparece na hora de reportar os resultados para os clientes…


E @OCriador se deu mal na Palestina

14/11/2010 - 9:45 pm  -  28 comentários


O caso é assustador: Walid Husayin tem 26 anos, boas chances de não fazer 27 e é um pacato filho de barbeiro na cidade de Qalqilya, na Palestina. Online ele é nada menos que Deus. Ao menos era assim que se apresentava em diversos grupos no Facebook.

Ele chegou a ter 70 mil visitas no blog, onde pregava mensagens anti-islâmicas, descrevendo a religião muçulmana como “fé cega que cresce, toma a mente das pessoas onde há irracionalidade e ignorância”.

Para provar que o discurso ateísta de Walid era totalmente sem fundamento as autoridades da Religião da Paz™ prenderam o cidadão. Ele está sendo acusado de “insultar a essência divina”, crime que segundo a Lei Islâmica pode pegar até prisão perpétua.

Nem todo mundo concorda com o caso, vários moradores da cidade demonstram seu entendimento da mensagem de Paz, Amor, Compreensão e Perdão do islamismo, contestando a possível pena de Walid. Abdul-Latif Dahoud, morador de 35 anos acha que não deve haver prisão.

“Ele deve ser queimado até a morte. A execução deve ser em praça pública, como exemplo para os outros”

É isso aí, vamos ver se assim esses ateus param de vez de espalhar mentiras sobre o islã, acusando a nobre religião de intolerante e radical.

Fonte: Allfacebook



Quem é Cardoso

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