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Beijinho Beijinho, Pau Pauta

31/03/2011 - 11:00 am  -  49 comentários


bush-kissnota: O pau acima é apenas um recurso estilístico para viabilizar a rima.

Hoje o Marcel começou uma brincadeira no Twitter, “reclamando” da falta de padronização no número de beijinhos usados em cumprimentos nos vários Estados do Brasil.

É confuso mesmo, se seu Estado padronizou um, a guria fica com cara de boba, bochecha ao vento esperando inutilmente. Se é um Estado com dois beijinhos e a mina é de um só, corre o risco dos movimentos dos rostos propiciarem um selinho acidental, o que em caso de blogueiros é o mesmo que Falha na Matrix, o Universo não comporta esse tipo de possibilidade.

Tudo muito bom, tudo muito bem, mas… e daí?

Resolvi ampliar a brincadeira, usando a “sabedoria das massas” para coletar dados sobre número de beijinhos em cada Estado. Em menos de uma hora tinha dados completos.

Qual a utilidade disso? Pergunte para algum jornalista que faz revistas e suplementos dominicais. É a típica matéria de capa, inócua, inofensiva, curiosa e que gera bastante discussão. Só que antigamente seria um INFERNO apurar todas essas informações. No mínimo o sujeito gastaria uma baba em DDD, fora que convenhamos quem conhece gente de todos os Estados, e ainda por cima LEMBRA quem é daonde?

Uma pauta que levaria um dia inteiro foi resolvida em menos de uma hora. Agora é só pegar os dados, gerar um infográfico bonitinho, “entrevistar” algumas pessoas e pronto, missão cumprida, matéria fechada, já pode beber.

A Internet é a Computação Gráfica do Jornalismo. Eu vi muito estudante e critico mala de cinema de mimimi dizendo que efeitos especiais matariam o cinema, quando era evidente que eles AMPLIAM a quantidade de histórias que podem ser contadas. A trilogia de Senhor dos Anéis jamais seria feita (direito) sem computação gráfica. Benjamin Button (críticos adoram, eu odiei) sem efeitos especiais seria um filme inviável. Sem efeitos visuais Forrest Gump perderia boa parte do lirismo e seria apenas uma história contada por um idiota, sem som ou fúria.

O jornalismo esperto e malemolente faz bom uso da Internet, mas pode fazer muito mais. A capacidade de apuração que as redes sociais propiciam é inigualável, a agilidade é superior a tudo que já foi inventado. Esqueça que falamos de beijinhos. Perceba, em menos de 1 hora conseguimos informações vindas de todos os Estados do país.

Óbvio que isso não deve ser usado para informações como disponibilidade de Insulina e soro antiofídico, ao menos não sem um esquema de reputação e confiabilidade para as fontes, mas para o dia a dia é excelente. Já usei o recurso durante apagões e muito rapidamente monta-se um quadro global.

Panorama Nacionais de Beijinhos

Com quantos beijinhos se cumprimenta uma pessoa? No Rio são dois, mas o valor varia de Estado para Estado. Confira:

 

Estado Beijinhos
RJ 2
SP 1
DF 2
PR 1
RO 2
RN 2
MG 3
SC 3
BA 2
MA 2
ES 2
TO 2
CE 2
PE 2
MS 1 ou nenhum
MT 1 ou nenhum
PI 2
SE 3
GO 2 ou 3
AC Se existisse, 2
AM 2 ou 1
AP 1 para locais, 2 pra gente de fora
PB 2
RR 1
RS 3
AL 2

Jessica Rabbit Mostra a Cobra e Mata a Pau

30/03/2011 - 3:00 pm  -  4 comentários


Roger_and_Jessica_RabbitNo único filme animado de Robert Zemeckys que não cai no Vale da Estranheza em uma cena o detetive Eddie Valiant pergunta a MAAAARAVILHOSA Jessica Rabbit o quê ela havia visto no Roger. Afinal qual a lógica de uma dona toda boa estilo pin-up de Hollywood casar com um coelho?

“Ele me faz rir”

Diversão é fundamental. RIR é essencial, o pequeno senso de deslumbramento do dia-a-dia, quando vemos uma notícia curiosa, uma imagem impressionante é algo que funciona como um pequeno empurrão, passa a idéia de que o Mundo é um lugar, apesar de tudo, legal.

Por isso a Internet tem sido uma Renascença pros Faits Divers, o estilo de jornalismo descompromissado dos grandes acontecimentos comuns a tabloides e órgãos menores. E pras sessões que os grandes jornais chamam de “cotidiano”. No G1 há o “Planeta Bizarro”, uma das seções mais populares, com matérias como “Casa que se assemelharia aos traços da face de Hitler vira sensação na web” e “Dona pinta cadela para animal ficar parecido com tigre”.

Como uma matéria dessas consegue tantos leitores? Simples: É entretenimento. É algo que não tem pretensão nenhuma, sequer de informar algo relevante. Pessoas leem essas notícias pelo mesmo motivo que prostitutas fazem sexo com os namorados: É divertido e não é obrigação.

Sexta-Feira uma cobra egípcia muito venenosa fugiu do Zoológico do Bronx. A Notícia saiu em alguns sites, e logo um palhaço criou… o Twitter da Cobra.

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#horadoplaneta pra ecobobo chorar

26/03/2011 - 5:13 pm  -  36 comentários


Se há algo que prejudica a conscientização ambiental são os ecobobos. Conseguem ser piores que os ecochatos, pois esses ao menos fazem alguma coisa, por mais precipitada e insignificante que seja. Já os ecobobos são a versão WWF das fãs do Justin Bieber. Adoram uma aglomeração, sofrem da necessidade de fazer parte de algum grupo (e assim se sentirem legítimos) e acima de tudo sofrem de profunda preguiça física e mental.

Esses representantes do sofativismo AMAM datas, dias e eventos, de preferência quando se resumem a tags no Twitter. Assim sem mexerem seus traseiros gordos podem expor toda sua indignação recém-descoberta sobre algo que nunca haviam pensado (ou procurado pensar) 5 minutos atrás.

Pior, saem atrás dos hereges brandindo foices metafóricas, gritando slogans e explicações rasteiras de como seu protesto é mais que um gesto vazio, é fundamental e significativo.

Não é. Você não vai mudar o mundo com uma tag do Twitter. Não vai acabar com o aquecimento global dizendo que ele é chato feio e bobo. Não vai acordar num paraíso de pôneis e unicórnios por ter apagado uma porra de uma lâmpada durante uma hora.

E não, não compro isso de “é simbólico”. Símbolos sem atitudes são irrelevantes. Suásticas existem desde Roma, mas se Hitler não tivesse matado 6 milhões de judeus e dois palhaços elas JAMAIS teriam a conotação maligna que têm hoje. Um bando de ecobobos dizendo que vão apagar uma lâmpada e enchendo o saco de outros tantos ecobobos não significa NADA. É tão vazio quando eu dizer que vou acabar com o racismo através do simbolismo de beber Nega Fulô ou comer pé de moleque, o que por si só é racista, ninguém falou que o moleque em questão era pretinho, no máximo moreno.

Quer entender mais sobre ecologia e o porquê dessa coisa toda de Hora do Planeta ser uma grande palhaçada? Acompanhe o Twitter do Luiz Bento, eu acredito que um doutorado em ecologia pela UFRJ valha mais que uma pré-teen histérica no Twitter dizendo que o mundo todo vai apagar e salvar a Terra.

Leia Também:

 

Minha parte, estou fazendo. Como protesto por essa palhaçada cujo único propósito é aliviar culpa burguesa de desocupados, que amanhã voltarão a ligar o ar-condicionado no máximo para poder dormir de edredon, vou matar alguns bebês-celacanto afogados: O link abaixo é uma webcam transmitindo ao vivo uma lâmpada incandescente de 100 Watts apontada para a parede.

Junto o iPad, consumindo energia mas com a função de mostrar a hora e evitar acusações de que estou transmitindo apenas uma foto e secretamente salvando o planeta.

a transmissão começará 18h 19h,  enquanto isso assista George Carlin dizendo tudo que penso sobre ecohisteria.

 

Free TV Show from Ustream


Tio, me dá um link, eu poderia estar roubando…– Part Deux

25/03/2011 - 3:54 pm  -  19 comentários


Muito tempo atrás, em uma galáxia distante um artigo meu fez bastante sucesso na blogosfera: Foi o “Tio, me dá um link”. ´Lá nos idos de 2006 eu reclamava da falta de links entre os blogs, do excesso de reblogging (coisa que o Google hoje está punindo) e da saída fácil que era a troca de links.

Lembro que o Contraditorium estava engatinhando e já surgiam os pedidos de PARRRRCERIA. Sempre soube que parceiro era coisa de boiola e detetive de filme americano. Como não me encaixo (epa!) em nenhum dos dois, dispenso.

A tal PARRRRCERIA se resume a… troca de links. Uma forma de tentar burlar o algoritmo de indexação do Google e galgar posições nos resultados das buscas. Hoje nada faz além de gerar poluição visual, com aquelas barras laterais cheias de links. No final você termina endossando um monte de blogs que não lê. Mas não se preocupe, ninguém clica nesses links.

A melhor forma de ter seu blog divulgado é através de seu conteúdo. Eu já expliquei isso em 2006 e continua válido hoje. Infelizmente continua válida também a Lei de Gerson. Ao invés de criar conteúdo de qualidade, confiar na inteligência dos leitores e blogueiros para divulgar o trabalho, o sujeito prefere correr atrás das parcerias, trocando dignidade por links.

Gostaria muito de dizer que a situação piorou, mas continua na mesma. A busca pelo caminho mais fácil ainda é a primeira opção de quem está começando, basta ver no Twitter. “Divulgue meu blog” é super-comum, já “Escrevi algo interessante relativo ao que você está falando, veja só” é raro.

Vale repetir a lição, crianças: Escrevam, produzam, evoluam. Ninguém chega a lugar nenhum xingando no Twitter ou trocando links desesperadamente. Se você resume seu trabalho a publicar fotos engraçadinhas e vídeos do YouTube, seu blog nunca vai deslanchar, e mesmo que faça sucesso, será efêmero. Eu prefiro um blog onde meus textos de 5 anos atrás ainda sejam relevantes.

Do contrário só sobra pra você apelar pras PARRRRCERIAS, como o cidadão que me adicionou hoje no MSN.

Snap142


Bazinga, em versão vergonha alheia

25/03/2011 - 12:17 pm  -  18 comentários


Já contei aqui mas é pertinente repetir a história do escritor e publicitário Orígenes Lessa, que um dia se saiu com o slogan para um cliente: “La Fonte, a fechadura que fecha e dura”. Foi uma daquelas sacadas ótimas, todo mundo adorou, durante anos foi o slogan. Um belo dia um cliente de sabonete resolveu que queria um slogan igual. Depois de matutar dias, Orígenes Lessa se saiu com “Sabonete tal, aquele que sabo e nete”.

O cliente não gostou muito, mas nem toda idéia genial funciona duas vezes, vide os milhares de sites de pixels milionários que não saíram dos centavos de Real.

Algumas vezes (ok, na maioria) o pessoal do marketing não tem essa percepção, trabalham com números frios de recall, ROI, market share, replicação primária, integrais de viralização e outros termos que também acabei de inventar. Quando a agência não tem um viés de criação, ou ao menos alguém com bom-senso, o resultado é desastroso.

Temos gente querendo repetir memes de Internet sem entender a dinâmica, resulta na vergonha alheia daquele comercial com a mulher do sanduiche-iche ou a patética tentativa sabo-e-nete da Gol em criar Gol Facts inspirado no Chuck Norris.

Agora imagine a cena:

AGÊNCIA DA ASUS, INTERIOR, DIA

Diretor de Criação apresentando o Brieffing:

Cliente: Asus

Produto: EeePad (original, né?)

Público Alvo: Nós

Racional: O cliente quer apresentar o seu netbook/tablet para um público geek/nerd, adepto de novidades. O diferencial é que o tablet se destaca do teclado.

Proposta: Segundo os índices do NIelsen nosso público-alvo assiste uma tal de Big Bang Theory, uma série sobre nerds. Vamos criar uma paródia da série, focada e centrada no nosso produto. Com isso os consumidores verão seus ídolos utilizando fascinados o EeePad e consequentemente o comprarão. Simples como água. Já são 5h? Cadê minha cocaína?

Como a equipe de redação da agência é composta de uma dupla semi-aposentada que não conseguiu juntar o bastante pra montar uma pousada em Cordeiro, não só não querem brigar como nem sabem do que se trata o tal Big Bang Theory, já passaram da idade de se importar com ´o público. Escrevem um texto básico, passam pra produção.

Segundo as imortais palavras do sábio Laerte, Produção Não Pergunta, Produção Produz.

O resultado?

293 dislikes, apenas 83 likes e comentários no estilo “joguei 2m58s da minha vida no lixo”. Veja por si mesmo.

A regra é MUITO clara. Se for fazer uma paródia, que seja engraçada. Se for fazer um jabá, que seja pertinente, como o Kinect em Smallville ou seja cômico, como em 30 Rock quando Alec Baldwin e Tina Fey terminaram a cena do merchã e pediram pra câmera “podemos receber nosso dinheiro agora?”

Do jeito que foi feito a Asus desrespeitou a inteligência dos consumidores. Desculpe, Asus, mas se a gente achasse esse filme engraçado no mínimo trabalharíamos em sua agência de propaganda.

(dica do Marcel)


Skavurska em russo é bem melhor!

25/03/2011 - 8:01 am  -  9 comentários


SKAVURSKAUm dos grandes erros da propaganda tradicional é querer se manter tradicional. A idéia de criar personagens não é nova. Sem voltar muito no passado (ok, talvez seja voltando muito) o Garoto Bombril com o Carlos Moreno  é um exemplo clássico de idéia vencedora, mas isso funciona na Internet?

O nível de exigência dos espectadores é muito alto, eles não vão replicar algo que só funciona na TV a menos que seja genial, e não dá para ser genial o tempo todo, nem eu consigo. (viram? Fingi humildade, menti. Uma falha.)

Um segredo: Não é preciso ser genial para se destacar online. Ninguém precisa matar um leão de ouro por dia pra ser visto e replicado. Basta seguir uma regrinha muito simples, que horroriza clientes e publicitários burros:

Produza entretenimento, não propaganda.

É, assusta, afinal você, meu caro, está trabalhando com propaganda e seu cliente quer divulgar o produto dele. Não quer paitrocinar um estandapeiro de YouTube. Ele é um anunciante, não um mecenas.

Concordo plenamente, patrocínio é uma coisa, propaganda é outra.

Só que aqui nas interwebs ninguém gosta de propaganda. (fora também mas não temos saída) Há plugins para remoção de banners, gente que chega ao ponto de editar comerciais e remover a assinatura do anunciante no final e haters para acusar blogs cada vez que publicam um anúncio.

Nós gostamos é de entretenimento. Gostamos de conteúdo instigante, conteúdo que seja… LEGAL.

Trabalhar com personagens é um bom começo, mas “filminho com história” também já está batido.

Então como a Old Spice conseguiu fazer uma campanha de tanto sucesso usando um personagem caricato e baixo orçamento?

INTERAÇÃO.

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Aulinha pra Info: The Barriga is on the table

23/03/2011 - 5:56 pm  -  19 comentários


Existem diversos sites especializados em notícias falsas na Internet. No Brasil temos o Sensacionalista e o Diário de Barrelas, no Rio Grande o sensacional O Bairrista e o Avô de Todos Eles, The Onion. Notícias falsas não são novidade, que o digam as minhas clássicas Fotos do Acidente da Gol.

Como não é novidade a sanha com que o pessoal replica informações sem confirmar NADA. Eu ATÉ compreendo isso da parte dos leitores, embora considere errado não chega a ser uma obrigação, ainda mais quando a informação está em um site com credibilidade. O problema é quando o site com credibilidade age igual a um novato histérico de Internet passando adiante besteiras sem confirmar.

Por exemplo. Esta matéria sobre uma congressista nos EUA que teria proposto uma legislação para arredondar pi.

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É uma reprodução de uma matéria que saiu no Huffington Post (o blog da ursa) e está sendo replicada por toda a blogosfera liberal, descendo a lenha na pobre Martha Roby. a congressista em questão.

Problema? Nenhum, arredondar pi é uma idéia totalmente idiota. Tão idiota que mesmo um republicano não pensaria em algo assim.

Vamos pesquisar. Uma busca pela Lei proposta, HR205, retornar o HEARTH Act, uma legislação sobre locação de terras indígenas.

Uma busca sobre a proposta, “The Geometric Simplification Act” só retorna o artigo em questão.

No site da congressista, nenhuma referência. Será falsa a notícia? Vejamos. Vou incorporar Bob Woodward, Carl Bernstein, Lois Lane, Datena e TinTim, os maiores jornalistas que já existiram, e enveredar em uma profunda espiral investigativa, revirando cada pedra, seguindo cada pista, em busca da verdade, doa a quem doer.

Pronto, achei o texto original. Confira neste link.

É uma paródia, uma notícia falsa.

Como identifiquei isso? Digamos que anos de experiência, um faro sobrenatural, uma perspicácia digna de Carl Lightman e…

O NOME DA SEÇÃO, CACETE! “HUFFPOST COMEDY”.

Snap143

COMEDY, querida Info, é COMÉDIA em inglês. Não é pra ser levado a sério. Do contrário o resultado é de chorar.

[ATUALIZAÇÃO] A Info viu a cagada e seguindo a Escola George Orwell de Jornalismo editou o post, colocou uma interrogação no título e acrescentou um parágrafo dizendo que entraram em contato com o gabinete da deputada para confirmar a notícia, que descobriram ser falsa. 

Infelizmente meu screenshot é anterior, e não tem a interrogação. 

Outra dica, Info: Apaguem os comentários, eles dão a entender que o texto era afirmativo (como realmente era) e não uma história sobre uma notícia falsa. 

Dica final: Se está no inferno abrace o capeta. Passem a escrever em Novilíngua. 


Depois de Sarney agora tenho pena de Gadaffi

20/03/2011 - 10:30 am  -  13 comentários


Lembram daquela guria chamada Sarah Law Who, que tem o infeliz nickname de @sarney no Twitter?

A coitada é xingada diariamente pelos exaltados militantes do Sofativismo. Chegou a colocar na Bio, em bom português “Eu não sou José Sarney”. Acredito que o efeito tenha sido zero.

Agora surgiu alguém MAIS azarado. Nem vou explicar, apenas mostrar o twitter do sujeito:

 

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