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Desculpe R7, mas a Natureza ri por último

22/11/2011 - 6:15 pm  -  10 comentários


O R7 tem uma seção de humor onde publicam notícias falsas, estilo Sensacionalista ou Diário de Barrelas, mas por timidez ou falta de experiência com o formato são muito inconstantes. Acertam muito ou erram muito. O que não invalida de forma alguma a iniciativa, claro.

Desta vez acertaram no que não viram de uma forma impressionante. Dia 18 publicaram a matéria abaixo:

Screenshot - 22_11_2011 , 06_28_34 PM

A idéia de polvos se arrastando pela cidade é ridícula como uma novela de Tiago Santiago, por si só já seria suficiente para “inviabilizar” a notícia enquanto coisa séria, mas dizer que os polvos eram carnívoros provavelmente assustaria demais o leitor típico.

Só que a Natureza está pouco se lixando pro que a gente acha que é ridículo ou não, se algo é viável e benéfico para a Espécie, será implementado, vide o rabo do pavão. Por isso, ignorando a tag HUMOR do R7, polvos fazem…. isto:

Exatamente o que você viu: O polvo sai de uma mini-lagoa, atravessa um terreno e vai até outra. Andando. Em terra.

É uma estratégia desenvolvida por algumas espécies de peixe que utilizam barbatanas reforçadas como patas e conseguem sair de poças de lama de volta para o oceano, ou no caso destes do vídeo abaixo, tirar uma onda sentados na pedra:

Bilhões de anos de Evolução criaram um mundo mais variado e capaz de soluções mais ousadas do que é capaz a vã filosofia dos redatores de humor, que dirá a do pessoal que se leva a sério e acha que tem um livro explicando como o Universo funciona.

Fonte: Pharyngula


Chuvas, Finados, Mães e nossa visão medieval do Mundo

01/11/2011 - 9:49 am  -  20 comentários


galileuHoje na minha timeline no Tuito surgiu um comentário inocente… “Minha mãe falava que sempre chovia em Finados”. Eu retruquei que isso não era verdade, o que propiciou uma avalanche de comentários me desmentindo.

Pra facilitar a vida dos trolls, o trechinho que vão repetir por aí provando minha arrogância: Me senti Galileu diante da Inquisição, quando os bispos se recusaram a olhar no telescópio, como mostra a famosa pintura descrevendo a cena que nunca aconteceu.

A história de que sempre chovem em Finados é mais uma daquelas mentiras que as mães contam, mas só uso o termo mentira por não gostar de atenuantes como  “meia verdade”. É uma mentira. Bem-intencionada, elas realmente acreditam nisso. Minha avó repetia dogmática a tal afirmação.

A alegação de que “sempre chove em Finados” é, obviamente de cunho religioso, populações urbanas de países com clima decente associam chuva a tristeza. No Saara Ocidental seria algo a se comemorar.

O interessante dessa crendice é que ela não resiste aos mais básicos questionamentos, mas TODOS a espalham sem pensar. É como se alguém dissesse “o Sílvio Santos consegue virar lobisomem” e todo mundo aceitasse como algo natural. (o que é um absurdo, ele é judeu, viraria um Golem*),

* não, não viraria, eu sei, mas não sou versado em criaturas místicas de origem judaica, fora a Natalie Portman.

Temos aqui um caso de memória coletiva seletiva. As pessoas passam adiante a crendice e convenientemente esquecem das ocasiões em que ela é demonstrada falsa. Quando não chove em Finados, as pessoas simplesmente não falam nada, ninguém pensa “hey, não era pra ter chovido hoje?”

A crendice da chuva em Finados tem também base na percepção de que o Homem é o Centro do Mundo. Nós somos o centro de nossos Universos, perceber que há mais além do que nossos olhos podem ver é MUITO complicado. Nada é mais difícil para um crente entender que o discurso “estamos nos fins dos tempos, Jesus está voltando” é repetido com as mesmas palavras e com os mesmos “sinais” e profecias desde uns 5 minutos depois que ele morreu. SE morreu, uns dizem que foi pro Japão (sério).

“Sempre Chove Em Finados” é muito mais fácil de ser assimilado no Rio de Janeiro, por exemplo. Estamos em época de chuvas, estatisticamente CHOVE muito por aqui. Na verdade no Hemisfério Sul inteiro. Só que estatisticamente “sempre chove” em Finados, mas “sempre chove” dia 1o de Novembro, dia 3 e no período inteiro.

Outra questão: “Sempre chove” AONDE, cara-pálida? No mundo inteiro? Tenho certeza de que um fenômeno desses seria razoavelmente divulgado na literatura científica. 100% de cobertura de nuvens no planeta é algo que não costuma passar em branco.

No Twitter falaram “ah, no Rio sempre chove”. A implicação é que somos uma cidade especial? Temos alguma prerrogativa divina para recebermos um sinal em honra aos mortos? Bem, a música diz que a Cidade Maravilhosa é escolhida por Deus, talvez esteja certa.

Outro comentário no Twitter foi “Pois é. Eu honestamente não me recordo de nenhum. Mas não sou tão velha quanto o @Cardoso”. Primeiro, velha é a mãe :). Segundo, é uma tuiteira precoce, ou com Alzheimer, pois em 2008 não choveu no Rio em Finados.

Em uma atitude quixotesca e inútil, pois crendices não são vencidas com fatos, coletei via Wolfram Alpha  informações pluviométricas de Rio e São Paulo entre 2010 e 1988. Por “chuva” (em azul) entenda-se qualquer precipitação acima de zero, mesmo anos onde choveu por meia-hora no final da tarde.

Coloquei Lisboa como um controle, afinal é uma cidade eminentemente católica, culturalmente próxima do Brasil mas no Hemisfério “errado”. Notem que misteriosamente não segue o padrão.

Nesse intervalo São Paulo teve 5 dias de chuva em Finados contra 10 secos. O Rio teve 6 secos contra 16 de chuva. Dificilmente uma relação de quase 30% de dias secos é “quase sempre chove”.

Mas… é apenas ciência. Isso nunca levou ninguém a lugar nenhum.

Presença de Chuva no dia 2 de Novembro

vermelho – sem chuva – azul – chuva 

       
ano São Paulo Rio de Janeiro Lisboa
2010 0 1 0
2009 0 1 0
2008 1 0 0
2007 1 1 0
2006 1 1 1
2005 0 1 1
2004 0 1 1
2003 nd 1 0
2002 nd 1 1
2001   1 0
2000 0 0 1
1999 0 0 0
1998 1 1 1
1997 nd nd 1
1996 1 1 0
1995 nd 1 1
1994 0 0 1
1993 nd 0 1
1992 0 1 0
1991 nd 1 0
1990 nd 1 0
1989 nd 0 1
1988 0 1 1

Para fins comparativos, a mesma tabela mas para o dia 1o de Novembro, onde não há qualquer imperativo místico para chuva:

Presença de Chuva no dia 1o de Novembro

vermelho – sem chuva – azul – chuva

ano São paulo Rio de Janeiro Lisboa
2010 0 1 0
2009 0 1 1
2008 0 1 1
2007 1 1 0
2006 1 1 1
2005 0 1 1
2004 0 1 0
2003 nd 1 1
2002 nd 1 1
2001 0 1 0
2000 0 0 0
1999 0 0 0
1998 1 1 0
1997 nd nd 1
1996 1 0 0
1995 nd 1 1
1994 0 0 0
1993 nd 0 1
1992 0 0 0
1991 nd 1 1
1990 nd 0 0
1989 0 0 0
1988 1 1 1

O Sonho Não-Tão-Distante de Miguel Nicolelis

07/10/2011 - 9:11 am  -  28 comentários


Robot-monkey-terminators

 

“Tire sua pata fedorenta virtual de mim, seu maldito macaco sujo!”

Essa semana a mídia mundial entrou em polvorosa com a divulgação de um artigo publicado na Nature.Nele é descrito uma pesquisa do Centro de Neuroengenharia da Universidade Duke.

Assinado pelo Co-Diretor do Centro, o brasileiro Miguel Nicolelis, o artigo detalha o último avanço de seu grupo, que estuda interação cérebro-computador. O objetivo é viabilizar membros cibernéticos controlados diretamente pelo cérebro, não por eletrodos em músculos do ombro ou outros métodos igualmente imprecisos.

Nas fases iniciais da pesquisa lá em 2003 inseriram eletrodos ultrafinos no córtex motor do cérebro de macacos, enquanto os ensinavam a usar um joystick e mover um cursor em uma tela de computador. Quando o macaco fazia o movimento correto, ganhava uma recompensa.

Com o tempo o joystick foi retirado, mas os macacos aprenderam a mexer o cursor repetindo os movimentos. Logo, para surpresa dos pesquisadores os símios pararam de mexer o braço, comandavam o cursor apenas com a mente, seu cérebro havia criado um “braço virtual”.

O truque aqui é que estão se valendo do cérebro ser um órgão altamente adaptável, mesmo quando adulto.

Na pesquisa publicada na Nature foram além, Nicolelis diz que criaram uma interface cérebro-máquina-cérebro. Veja o vídeo abaixo:

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Uma nota de rodapé sobre judeus, nazistas, ouro e cientistas geniais

04/10/2011 - 4:04 am  -  17 comentários


dehavilland-dh98-mosquito_11

Em 1943 uma irritante (para os nazistas) ponte-aérea estava plena atividade: Entre a neutra Suécia e a Inglaterra uma série de De Havilland Mosquitos como o da foto transportavam cargas de rolamentos de precisão para a Inglaterra.

Adaptado de seu propósito original de caça-bombardeiro, entre as diversas variações estava a de carga, que mantinha as características revolucionárias da aeronave, voando alto e rápido demais para ser interceptado pela Luftwaffe. Só que dessa vez o Mosquito voava baixo. Arriscado, mas uma decisão do piloto que pode ter mudado o destino da Guerra.

O Mosquito estava adaptado para levar no compartimento de bombas um passageiro. Com pára-quedas, máscara de oxigênio e uma lâmpada de leitura, um sujeito poderia viajar –deitado- se fosse caso de extrema necessidade. Era, mas o passageiro VIP, a Carga Preciosa (como aprendemos nos videogames) não respondia ao contato pelo sistema de rádio interno.

Temendo o pior, o piloto nivelou muito abaixo dos 8.839m de altitude máxima atingida pelo Mosquito, confiando que voar baixo a 610Km/h seria suficiente para evadir os alemães. Para sorte do mundo e do físico Niels Bohr, foi.

No compartimento de bombas Bohr dormia feito um bebê, depois de ter apagado pela falta de Oxigênio –não colocou a máscara direito- e nem percebeu que quase morreu. Talvez tenha até sonhado com dois grandes frascos abandonados em seu antigo laboratório em Copenhague.

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TERREMOTO NO BRASIL, CORRÃO! (ou: IG e a geografia do pânico)

15/05/2011 - 3:27 pm  -  26 comentários


Hoje as Interwebs, a maior máquina amplificadora de histeria coletiva grupal em massa inventada pelo Homem tremeram com a notícia dada pelo IG, em manchete digna de gente correndo pelas ruas arrancando cabelos:

Terremoto de magnitude
6 é registrado na costa do Brasil

Ferrou. Vamos todos morrer. Vídeos das cidades japonesas arrasadas pelo Tsunami ecoaram na mente dos espectadores. 2012 chegando, prédios caindo, naves alienígenas atirando nos humanos, Battle LA, V, Independence Day e Olodum, tudo junto ao mesmo tempo agora.

Ou não?

O subtítulo da notícia diz que o tremor foi a 1.277Km de Natal. Hum. Meio longe. Vejamos no mapa as coordenadas 0.461°N, 25.601°W:

Snap149

Hum. Então “NA COSTA DO BRASIL” vale até pra um ponto a 1277Km de distância? E os americanos ainda reclamam de nossas águas territoriais de 200 milhas. OK, admito que “Terremoto de Magnitude 6 é registrado na puta que o pariu” não é manchete jornalisticamente suculenta, mas hello, qual o sentido de provocar histeria? Será que esse terremoto é sequer notícia?

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O Nascimento de Um Cientista

16/04/2011 - 3:33 pm  -  15 comentários


Eu não sou muito dado a apostas. Poderia dizer que parte disso é trauma por ter gente na família que perdeu tudo por causa do vício do jogo, mas sendo sincero é principalmente por ser muito azarado mesmo, meu lado prático sabe que se me viciasse em jogo seria uma carreira muito curta.

Mesmo assim eu apostaria tranquilamente qualquer quantia que pelo menos uma das crianças abaixo vai ser tornar um cientista estudando paleontologia e fazendo grandes contribuições à Ciência.

Esse tipo de experiência mágica (aqui posso usar essa palavra em paz) muda a vida de uma criança, é uma lembrança que ela guardará para sempre, e não pelo susto. Note como são inteligentes, elas gritam com o medo controlado de quem anda na montanha russa ou assiste um filme de terror. Não é pânico diante do desconhecido, é deslumbramento e um raro momento onde uma memória genética vem à tona, 6000 anos após o último encontro entre humanos e dinossauros.[citation Needed]

Todos vimos na televisão quando a vida de dezenas de crianças de Realengo mudou de forma horrível. Por muitos anos os sobreviventes terão momentos em que se lembrarão da citação atribuída a Nikita Krushov, “os vivos invejarão os mortos”.

Por isso acho uma vingança deliciosamente irônica testemunhar outro monstro invadindo uma escola, dessa vez plantando a semente de carreiras brilhantes, que expandirão nosso conhecimento por décadas e décadas, enquanto o tal Wellington apodrecerá na lata de lixo da História.

 

 

Fonte: Phil


#horadoplaneta pra ecobobo chorar

26/03/2011 - 5:13 pm  -  36 comentários


Se há algo que prejudica a conscientização ambiental são os ecobobos. Conseguem ser piores que os ecochatos, pois esses ao menos fazem alguma coisa, por mais precipitada e insignificante que seja. Já os ecobobos são a versão WWF das fãs do Justin Bieber. Adoram uma aglomeração, sofrem da necessidade de fazer parte de algum grupo (e assim se sentirem legítimos) e acima de tudo sofrem de profunda preguiça física e mental.

Esses representantes do sofativismo AMAM datas, dias e eventos, de preferência quando se resumem a tags no Twitter. Assim sem mexerem seus traseiros gordos podem expor toda sua indignação recém-descoberta sobre algo que nunca haviam pensado (ou procurado pensar) 5 minutos atrás.

Pior, saem atrás dos hereges brandindo foices metafóricas, gritando slogans e explicações rasteiras de como seu protesto é mais que um gesto vazio, é fundamental e significativo.

Não é. Você não vai mudar o mundo com uma tag do Twitter. Não vai acabar com o aquecimento global dizendo que ele é chato feio e bobo. Não vai acordar num paraíso de pôneis e unicórnios por ter apagado uma porra de uma lâmpada durante uma hora.

E não, não compro isso de “é simbólico”. Símbolos sem atitudes são irrelevantes. Suásticas existem desde Roma, mas se Hitler não tivesse matado 6 milhões de judeus e dois palhaços elas JAMAIS teriam a conotação maligna que têm hoje. Um bando de ecobobos dizendo que vão apagar uma lâmpada e enchendo o saco de outros tantos ecobobos não significa NADA. É tão vazio quando eu dizer que vou acabar com o racismo através do simbolismo de beber Nega Fulô ou comer pé de moleque, o que por si só é racista, ninguém falou que o moleque em questão era pretinho, no máximo moreno.

Quer entender mais sobre ecologia e o porquê dessa coisa toda de Hora do Planeta ser uma grande palhaçada? Acompanhe o Twitter do Luiz Bento, eu acredito que um doutorado em ecologia pela UFRJ valha mais que uma pré-teen histérica no Twitter dizendo que o mundo todo vai apagar e salvar a Terra.

Leia Também:

 

Minha parte, estou fazendo. Como protesto por essa palhaçada cujo único propósito é aliviar culpa burguesa de desocupados, que amanhã voltarão a ligar o ar-condicionado no máximo para poder dormir de edredon, vou matar alguns bebês-celacanto afogados: O link abaixo é uma webcam transmitindo ao vivo uma lâmpada incandescente de 100 Watts apontada para a parede.

Junto o iPad, consumindo energia mas com a função de mostrar a hora e evitar acusações de que estou transmitindo apenas uma foto e secretamente salvando o planeta.

a transmissão começará 18h 19h,  enquanto isso assista George Carlin dizendo tudo que penso sobre ecohisteria.

 

Free TV Show from Ustream


Há 80% de chance de que este post tome 1 hora de sua vida

05/01/2011 - 5:27 pm  -  30 comentários


A estatística acima é chutada, claro. Na verdade um monte delas é, mas não faz diferença. As pessoas não entendem a ciência da Estatística, daí temos casos como o de hoje, quando alguns dos “números de Lost” foram sorteados na loteria americana e o mundo inteiro está de piripaques, imaginando conspirações envolvendo misticismo e/ou corrupção.

Estatística não tem nada de misticismo E não tem nada de chato. Só que assim como música, se você não souber ler partituras não entende nada. Para quem é versado no idioma, uma sinfonia é ouvida. Mais um motivo pra pararem com a besteira de se espantar ao descobrir que Beethoven compôs depois de ficar surdo.

Um dos virtuosos da estatística é Hans Rosling, representante de uma nação bem edificante: A Suécia. Além de ser médico que passou anos estudando epidemias na África, Rosling é professor e estatístico. Aplica seus conhecimentos matemáticos na área de saúde, além de fazer excelentes apresentações públicas, onde destaca o conceito de visualização para entender os resultados de uma pesquisa estatística.

Um exemplo clássico: Se alguém mostrar as taxas de expectativa de vida versus PIB de todos os países do mundo, de 1800 a 2009 teremos um tabelão enorme, dizer que a Índia subiu de 25 anos em 1800 para 64 em 2009 não diz muito, no meio daquela imensidão de dados. Dizer que o Congo saiu de uma renda per capita de US$394,00 para US$359,00 parece um retrocesso, mas e se pescarmos que a expectativa de vida nesse país miserável subiu de 32 para 48 anos, mesmo com queda na renda?

Rosling fez uma apresentação usando o Trendalyzer, software desenvolvido pela Gapminder Foundation, da qual ele é diretor. Veja, são 4min38seg que mudarão sua visão sobre o estado do Mundo e o pessoal que fala dos “velhos tempos” com saudade.

Gostou? É, eu sabia. Calma que melhora. Rosling apresentou um documentário feito pela BBC, The Joy of Stats, onde conta a história da estatística, seu uso e como evoluiu. Meninos, eu vi. É MUITO BOM, excelente para ganhar apostas com gente que latirá dizendo que jamais veria nem 5 minutos de um programa sobre estatística. E sabem o que é melhor ainda? Está disponível para visualização no Tubo. Inteiro, completo na íntegra, 59 minutinhos. Recomendo MUITO que você assista. É fácil, use este link direto. [update] link agora funciona.

E enquanto espera buferizar, você pode brincar com o Trendalyzer, da mesma forma que o Professor Rosling. Sim, ele está disponível nas Interwebs.


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