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Editora Abril Gananciosa? Não, blogueiro, você que é pobre.

16/11/2010 - 6:15 pm  -  35 comentários


Quanto você cobraria para veicular um anúncio em um blog iniciante?

Vamos complicar: Imagine que você é um jornalista experiente, mas nunca teve um blog. É seu primeiro. Agora imagine que seu blog só pode ser visto por UM tipo de computador. Pra complicar MAIS ainda, pense que esse computador, o único capaz de acessar seu blog custa MUITO caro, mais de R$2 mil.

Feia a coisa? Imagine então que pra complicar esse computador sequer é vendido no Brasil.

Quanto você cobraria por um anúncio na primeira edição desse blog, com audiência cativa ZERO e nenhum histórico de visitas?

A maioria dos blogueiros sequer cobraria, sairia oferecendo permutas, pensaria em crescer e depois então cobrar. É uma visão correta, dentro do que o senso comum chama de… humildade.

Felizmente o pessoal da Editora Abril não dá bola para blogueiros, entendem seu negócio como business e não acreditam nessa postura de “vamos começar bem mirde e se crescer…”

Depois da edição da VEJA para o iPad cinco outros títulos da editora sairão na plataforma: Elle, Casa Cláudia, Alfa, Exame e Lola. Confesso que não sou o target, nunca tinha tomado conhecimento da existência da Revista Lola, por isso foi a que escolhi para investigar.

O resultado é assustador para o pessoal que pensa pequeno, que minimiza o fato da revista ter uma edição no iPad ou mesmo para os haters que argumentam (não que haters realmente agumentem) que não há iPad no Brasil nem público para justificar uma edição, que dirá publicidade.

A Abril não só está investindo de verdade na plataforma como está cobrando de verdade. Não é um experimento, não é uma parceria. É, como eu disse, business. Não interessa que a edição seja a primeira, não importa que não tenham sequer números de circulação para fornecer (até pq não circulou ainda).

Uma edição dessas tem um alcance muito maior do que os leitores primários. É o tipo de trabalho que gera notícia, é comentado e replicado em sites, programas, revistas e jornais. Antes do iPad se firmar como mídia viável por causa da audiência, já se firma por esse efeito multiplicador. É, resguardadas as proporções, o mesmo que ocorreu com o Second Life. A quantidade de visitantes é ínfima mas a publicidade gratuita, o buzz gerado pela simples existência do Avião da TAM ou da Agência do Itaú é dezenas, centenas de vezes o valor do investimento.

Por isso a Abril pode cobrar o que cobra. Segundo o media kit da Revista Lola, um anúncio multipágina interativo sai por R$27 mil. Um anúncio simples, composto basicamente de um JPEG 1024×768 sai por R$16 mil.

Tá caro? Não, você que é pobre e não sabe cobrar.

16 contos por um anúncio em uma versão para iPad, um equipamento de mais de R$2 mil, que sequer está à venda no Brasil. Pessoas de bom-senso diriam que a Editora Abril enlouqueceu, perdeu qualquer parâmetro e em sua arrogância criou valores irreais para uma mídia que sequer existe.

Pessoas de bom-senso diriam que antes de tudo é preciso muita humildade, para ter sucesso em uma nova e inexplorada mídia.

Só que o mundo não é desbravado por pessoas humildes e com bom-senso. Gente ousada e pioneira desafia o bom-senso e tem a justificada arrogância de achar que triunfarão mesmo sendo os primeiros a tentar algo. Eu admiro essa ousadia e arrogância justificada. Se há uma lição a ser aprendida é a de parar de pensar pequeno, é a de assumir que a expertise, o know-how, a qualidade e o prestígio conquistado em uma mídia podem e devem ser usados como base para outra mídia mais nova.

Acima de tudo, a lição é que se você quer que o Mercado valorize seu trabalho, o primeiro passo é você valorizá-lo.

De resto,como autor do Contraditorium, o Primeiro Blog Brasileiro no iPad, só posso dizer pra Revista Lola e suas co-irmãs, bem-vindas as iPad. Calouras ;)



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Na Apple como na Vida a Hipocrisia supera até mesmo o Moralismo

25/10/2010 - 11:53 pm  -  21 comentários


No começo dos anos 80 a censura ainda pegava pesado. A Trip hoje escolhe não mostrar as vergonhas altas e cerradinhas das moças por questão de estilo (maldita Trip!) mas antigamente não havia escolha Nu frontal era proibido, alguns casos a revista só poderia mostrar um mamilo de cada vez, e por aí vai. Assim a juventude tinha que se virar para conseguir material educativo de qualidade. Boa parte vinha das revistas clandestinas, das suecas contrabandeadas no fundo das malas e que rodavam de mão em mão de forma bem mais subversiva do que cópias d’O Capital.

Na televisão o bicho pegava. Nada nem de longe parecido com As Cariocas ou o clássico Vida Como Ela É.

Mesmo assim era na televisão onde conseguíamos mais material, graças aos canais educativos, que acabavam educando nos dois sentidos.

O truque é que embora toda nudez fosse castigada, a nudez indígena tinha imunidade. Na cabeça dos censores um filme mostrando índios era completamente ausente de malícia. O índio era visto como um ser puro e inocente, então estava liberado. Obras-Primas da safardanagem cinematográfica brasileira -Como Era Gostoso o Meu Francês, de Nelson Pereira dos Santos era um clássico- eram exibidas impunemente, mesmo em horário diurno.

Curioso é que as atrizes muitas vezes nem eram índias. A nudez de homens e mulheres brancos (ou no máximo morenos) era OK, desde que estivessem em um contexto indígena.

Essa dualidade funcionava inclusive com as atrizes. A Glória Pires nunca havia feito cena de nu, sempre recusou convites da Playboy e nem me recordo de outra situação em que ela tenha aparecido pelada, MAS em Índia, a Filha do Sol ela mostra tudo que tem pra mostrar, na boa.

A justificativa era que aquilo que estávamos vendo era… arte. Pode até ser, mas para incontáveis adolescentes tarados eram peitos e bundas, bem melhores que os legítimos mas muxibentos peitos nas capas da National Geographic.

Essa imunidade diplomática da “Arte” impressiona. Todo mundo aceita calado se for justificado como “Arte”.  Até a Apple.

A empresa vem pegando pesado para manter o ambiente de suas aplicações o mais “família” Possível. A Playboy no iPad sequer terá mulher pelada, repetindo e piorando o pior da censura brasileira dos anos 70.

Imagina-se que com isso ninguém ouse ir além da Censura 14 anos na App Store, certo?

Errado. Veja Verolites, esta exibição de Robert Alvarez, fotógrafo artístico profissional. Ele basicamente fotografou modelos peladas, aplicou um efeito tosco qualquer, chamou de arte e soltou em uma aplicação para iPhone. Resultado? Colou.

Até a Apple, a empresa mais moralista do Planeta, que patenteou um método de filtrar SMSs pra ninguém falar sacanagem  está distribuindo em sua App Store uma aplicação cheia de fotos de mulher pelada, disfarçadas de “Arte”.

Outro caso: O YouTube é especialista em apagar todo e qualquer vídeo com conteúdo questionável. Uma simples denúncia e babau, mulher pelada NÃO.

Exceto… exato: Se for arte.

É o caso deste vídeo da “artista” Amy Greenfield. No vídeo ela rola, nua, na areia da praia, em uma espécie de Ode à Milanesa. (Yes, kibei isso do Veríssimo)

Piora. Neste outro vídeo ela rola na lama, igualmente pelada.

Longe de mim reclamar de mulher pelada na lama, meu problema é outro. É a duplicidade de discursos, onde o que é safardanagem pra uns passa como arte e é liberado.

“Ah, mas pode não ser arte pra você mas é para outras pessoas”

Perfeito. Aceito essa argumentação. Só que ela abre espaço para outra afirmação igualmente lógica: “O quê é ofensivo para outros pode não ser para mim”.

O ideal seria tratar todo mundo como adulto. Quem se ofendesse com algo simplesmente não acessaria mais o canal e pronto, sem restringir o direito dos não-ofendidos.

Isso, claro, seria o ideal. Na prática continuaremos com as patrulhas moralistas minando a liberdade de expressão de todo mundo, ao mesmo tempo em que liberam safadeza generalizada à guisa de “Arte”.

Afinal de contas mesmo os hipócritas FDPs apreciam um belo par de peitos.



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Contraditorium – O 1o Blog Brasileiro no iPad

23/10/2010 - 8:09 pm  -  35 comentários


Eu sei, eu sei, o Lula ainda não soltou o programa Bolsa iPad, e se eu fosse democrático defensor das classes desfavorecidas estaria preocupado com acessibilidade, testando meu blog em todos os computadores das Casas Bahia, mas se você tem mais de 5 minutos de casa, sabe que não é assim que a minha banda toca.

O leitor do Contraditorium sempre foi selecionado, escolhido a dedo (sem baitolagem) e reconhecidamente formador de opinião. É isso aí vocês não são ovelhas, são pastores. AU!

Por isso é comprazer que anuncio o mais novo empreendimento deste blog, uma ferramenta premium para uma plataforma premium de leitores premium, o Contraditorium iPad Edition 2000 Ultimate. Continue reading “Contraditorium – O 1o Blog Brasileiro no iPad” »



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Portocainarede – 5 vídeos questionáveis

08/10/2009 - 5:42 am  -  18 comentários



Dando prosseguimento a meus posts atrasados, 5 vídeos feitos durante o Porto Cai na Rede.

Alê Ferreira em Momento AuAu
Não vou tão longe a ponto de classificá-la como Blogueira do Funk, mas a vontade foi muita. Vejam o mico, com direito a mistura com lapdance no final…

Twist And Cobra
O Cobra resolveu pagar de Ferry Bueller, mas no final foi a Ale Ferreira quem pagou de Megan Fox, na edificante subida da escada, no finalzinho do cripe:


Com a baratinha querem até casar, com a Joaninha é só sacanagem mesmo
Só porque a Clarinha Gomes é pequenina todo mundo abusa…

Papo de quê mesmo?
Essa coisa de sungaboy está saindo de controle, ou pelo menos os sungaboys estão descontrolados. Vejam a animação do Guilherme, do Papo de Homem(!?) se exibindo para outros blogueirOS na piscina…



Mulher-Preguiça

Isso sim é uma combinação excelente. As meninas ficaram deslumbradas, todas queriam segurar o Rubens.



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Cardoso no Multishow. Felizmente não no Sexytime

17/08/2009 - 2:16 am  -  10 comentários


premiomultishow

É com grande prazer que comunico que em caso de arrebatamento este blog continuará sendo alimentado, mas se o arrebatamento for na terça dia 18 estarei ausente dele, por outros motivos.

Fui convidado e estarei acompanhado de uma entourage de blogueiros (acharam MESMO que eu colocaria de outra forma?) cobrindo ao vivo e a cores o Prêmio Multishow de Música Brasileira. Vamos percorrer os espaços,ter lugar na platéia, credenciais de imprensa e daremos toda uma perspectiva diferente da festa.

 

A cobertura será feita via Twitter, ao vivo, e depois claro aqui no blog. A transmissão será ao vivo, ainda não decidi se levo um cartaz FILMA EU GALVÃO, para posar de papagaio de pirata atrás do pessoal do Pânico. Só sei que vou tirar muitas fotos e fazer o possível para me divertir horrores, falando besteira fazendo comentários bem-humorados e pertinentes.

 

Mas… nem só de Cardoso vive o Prêmio Multishow. Segundo a programação teremos show com Zeca Pagodinho, Ivete, Marcelo D2, Seu Jorge, NX Zero, Fresno, Arnaldo Antunes, etc. ( Fresno normalmente iria no etc mas ganhei uma camisa maneira deles, então retribuo a gentliza. Yes, I’m a whore)

 

A transmissão será Terça, dia 18, a partir das 21:45, em HD nas TVs a cabo e também via Internet. Dá pra acompanhar em conjunto com o Twitter, tanto o oficial do prêmio quanto o meu, que garanto a diversão.

 

Outra: Como blogueiro vip e twitteiro de relevante tem altos privilégios, nós ganhamos acesso também a festa pós prêmio. Isso mesmo, tudo que acontece depois do Oscar e a gente não fica sabendo? Contaremos ao vivo. Quando as câmeras estiverem desligadas, só o Cardoso (ok, e os outros) será testemunha ocular da história.

 

E sim, são dois convites. É, eu sei. Como diria Mel Brooks, É bom ser blogueiro.

 

PS: Sim, o Contraditorium voltou com tudo. Aguardem mais novidades, incluindo uma iniciativa inédita onde EU vou ficar com o SEU dinheiro.



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Hoje é Dia de Ver Deus

31/03/2009 - 2:23 am  -  15 comentários


Hoje no final do dia Cardoso e Grande Elenco estarão no Googleplex de São Paulo, para uma happy hour onde falarão de Google Maps, YouTube, AdSense, etc. Junto com as palavras-mágicas “Cerveja Gelada”.

O convite, feito para blogueiros parece ser uma tentativa do Google se aproximar desse grupo. Eu vou, fiquei curioso. De todas as empresas de Internet no Brasil, o Google é talvez a mais arredia, causando impressão ruim desde a Campus Party original, quando um representante do AdSense ficou repetindo trechos do regulamento e não respondeu a NENHUMA pergunta, exceto com “vejam o regulamento”.

Com o surgimento de alternativas nacionais como o Boo-Box, Afiliados do Mercado Livre, Submarino e mesmo o UOL, a hegemonia do AdSense foi ameaçada, e a queda significativa nos ganhos, que em média foi de 50% só contribuiu para o fim da Lua de Mel.

O resultado é uma empresa que ainda tem uma imagem extremamente positiva junto aos geeks, mas que ao mesmo tempo consegue ser completamente impessoal, o oposto do que acontece com Microsoft, Nokia, LG e Yahoo!, só para citar as que mantemos mais contato.

Será que esse encontro é uma tentativa de aproximação, uma vontade de mudar a imagem, de criar a mesma cumplicidade positiva que outras empresas tem com a blogosfera?

Eu espero que sim.

Quem quiser acompanhar, farei a cobertura ao vivo do evento via Twitter. Você pode seguir o meu perfil, e ficar de olho na tag #googleblogs



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Pagando Tom Hanks em Buenos Aires. E no Rio.

28/07/2008 - 3:06 pm  -  19 comentários


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O Garfi chegou a achar que eu estava retido em Buenos Aires, mas gostaria de esclarecer que os boatos de minha assimilação e transformação em argentino são um tanto exagerados.

Se bem que foi por pouco. Antes de ir para o Aeroporto decidi esperar a Mari Jô, do Nomadismo Digital voltar de sua compra de alfajores para subornar as filhotas e poder viajar sem chantagem emocional. Claro, chegamos em cima da hora. Aí descobri que o check-in da Aerolineas Argentinas ficava em outro terminal (como um aeroporto vagabundo daqueles tem DOIS terminais?). Despedi-me da MJ, saí correndo e CLARO, cheguei com menos de meia-hora. E CLARO, não consegui embarcar.

CLARO, era uma sexta-feira. CLARO, início da temporada de férias na Argentina. CLARO, início do Caos aéreo lá. Filas, filas, todos os vôos lotados.

Uma passagem EZE-GRU de menos de US$400 estava sendo vendida por US$800. Portanto tive que usar de toda a simpatia que economizei respondendo leitores para conseguir convencer as moças do balcão que eu embarcaria como fosse, e que a solução que achassem eu ficaria feliz.

Toda hora passava uma por mim, olhava, falava no rádio, a moça do balcão quando não atendia outro passageiro olhava pra mim e digitava. Parecia cyber-sexo de mão-única.

Um brasileiro babaca começou a discutir com elas, depois ficou esbravejando “país de merdaaa…” em frente ao balcão. Eu saí 21:16, ele ainda estava por lá. E foi ficando.

No final um vôo de 20:30 atrasou, foi sair 21:50. A moça bonita conseguiu me encaixar (no bom sentido) e me mandei. Quando entrei no avião, sem deu pra acreditar. Não só eu estava voltando para o Brasil como ela havia me encaixado em uma vaga na classe executiva. Isso mesmo, com direito a talher de verdade e refeição com vários pratos.

Claro que cheguei em Guarulhos no fiofó da madrugada. Nenhum vôo pro Rio e pegar táxi para Congonhas ou Rodoviária não adiantaria. Acionei meu modo maníaco, liguei o iPod e fiquei vendo Big Bang Theory até cinco da madruga. De lá, Bus Service para o Tietê, 1001 pro Rio e cama.

Valeu cada minuto. 

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Proxxima 2008 – post-mortem

13/03/2008 - 1:25 pm  -  14 comentários


Minha Avaliação do Proxxima 2008

1 – publicitários não conhecem blogs

2 – publicitários querem anunciar em blogs

3 – blogs não têm estrutura para gerenciar publicidade

4 – blogueiros não sabem falar para publicitários

5 – estou conseguindo gaguejar menos, consegui até dar entrevista sem me enrolar

6 – blogueiros não sabem se preparar para nada que não seja blogcamp

7 – nada como ser atropelado pelo Grande Rolo-Compressor da Experiência

8 – apresentações ruins também geram contatos, convites e propostas.

Minhas Resoluções para o próxximo evento:

1 – não fazer trocadilhos bestas com o nome do evento

2 – criar tags para o Cris Dias entender minhas piadas

3 – levar números e cases, vários cases

4 – avaliar o público e falar a linguagem DELES, não a minha

5 – dar uma dose de saquê pro Fugita se soltar, ele faz falta

6 – planejar que mensagem quero passar, e não ficar ao sabor do vento, ou da moderação

7 – não assumir que todo mundo tem consciência do quanto somos lindos maravilhosos e merecemos seu rico dinheirinho

8 – não cair nas armadilhas reducionistas. Foda-se “post pago”, estávamos falando de uma mídia como um todo

9 – Ir com uma camiseta com o logo do meu blog. Dizem que ajuda

10 – Imprimir o material de consulta. Eu sei, eu sei, mas danem-se as árveres, ainda não há nada mais fácil de consultar do que papel

11 – preparar demonstrações dramáticas. Todo mundo Twittando no evento e isso não foi usado para demonstrar a nova mídia?

12 – criar vergonha na cara e preparar frases de efeito com antecedência. Pombas, será que eu acho mesmo que o Steve Jobs pensa em tudo na hora e sozinho?



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