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Pior que leitor é AUTOR de título

29/08/2009 - 10:56 pm  -  6 comentários


Escrever as vezes (caiu a crase já?) parece cevar aquela menina que a gente sabe que vai dar, mas depois de uns 2 meses de malemolente inexorável porém sutil cortejo. Por mais que o resultado seja atraente e garantido, depois de uns anos de prática a preguiça bate e começamos a procrastinar.

Não que não estejamos interessados no resultado (yes, baby, vais morrer, só não sei quando) mas o processo em si é trabalhoso.

Só que da mesma forma que o imperativo evolucionário nos força a tentar passar nossos genes adiante, o imperativo financeiro nos força a escrever.  Quem vive de literatura (sim, generalizei) não pode se dar ao luxo de ter bloqueio criativo, falta de inspiração e outras desculpas emoafetivas.

Por isso mesmo inventamos novas formas de procrastinar: Eu mesmo virei um Autor de Títulos. Tenho no proverbial caderninho vários e vários e vários títulos de artigos, a Aba do Scribefire no Mac, o Live Writer no PC estão cheios de “textos em andamento”.

Entenderam a jogada? Você não escreve, mas a rigor está “em andamento”.  É como antigamente, quando os escritores passavam o dia lendo jornal na praia e diziam “estou pesquisando para um novo livro”.

Ter um cronograma, seguindo ou não deixa de ser suficiente. Dispersar a atenção, mesmo em assuntos relacionados a um mesmo trabalho, um mesmo blog, é igualmente prejudicial. Se fosse poesia concreta daria pra publicar tudo pela metade e dizer que era obra em andamento.

Se eu fosse um guru de rabo comprido desses poderia dizer que era uma obra colaborativa web 2.0 ou algo assim, ou em bom português “otários, escrevam pra mim”.

O resultado é que blogueiros viram uma espécie de sub-celebridade ex-global que quando é entrevistada no TV Fama (já caíram demais pra aparecer no Videoshow ou no Pânico) fala que está “estudando projetos”. Em alguns casos até é verdade, mas “estudar projetos” é a mesma coisa que ter uma gaveta cheia de títulos com um parágrafo que você não terminou por estar ocupado criando títulos.

Na brilhante história “Calíope”, Neil Gaiman conta a história de um autor que seqüestra uma musa grega e a estupra repetidas vezes para ganhar inspiração. Ao final ela é libertada por Morpheus, seu antigo amante que pune o escritor dando-lhe todas as idéias imagináveis. Ele claro enlouquece a ponto de escrever desesperadamente no chão, usando os dedos ensangüentados.

Guardadas as proporções, sinto esse efeito do tudo ao mesmo tempo agora, sejam os trabalhos externos, sejam os “projetos” internos. Para fugir disso, a regra é clara:

Começo, Meio e Fim. Quer piranhar no Twitter enquanto escreve? Perfeito, mas no lado TRABALHO faça uma tarefa e somente uma de cada vez. ALT+TAB é seu inimigo mortal.

Eu mesmo estou aprendendo. Agora mesmo fiz apenas UM outro post enquanto escrevia este.



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Dica Rápida: Spoogle

27/03/2009 - 7:57 pm  -  4 comentários


O site não tem nada demais, “apenas funciona”, o que é um PROFUNDO elogio, em termos de usabilidade. É um buscador, usando a API do Google, que filtra resultados em abas especializadas, dividindo as respostas em torrents, links eDonkey, arquivos diretos via HTTP e… legendas.

O melhor de tudo: Não é ilegal, eles apenas reorganizam e filtram a informação do Google.

Parabéns aos criadores, é ótimo ver idéias simples e bem implementadas.



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Como se tornar o maior blogueiro do Brasil

28/10/2008 - 2:30 pm  -  69 comentários


Estava subindo o vídeo com a apresentação do incrível Maestro João Carlos Martins para o MeioBit, então resolvi pesquisar sobre a vida dele. Achei uma pequena historinha que é a cara da blogosfera:

Reza a lenda que nos anos 60 após uma apresentação do Maestro (então pianista virtuoso) Salvador Dalí deu-lhe um conselho:

“Diga a todos que você é o maior intérprete de Bach, algum dia vão acreditar. Faz muitos anos que digo ser o maior pintor do mundo e já há gente que acredita”

Isso é a CARA da blogosfera. Tem tudo para funcionar, da mesma forma que o Método Douglas Adams de entrar em clubes fechados. Portanto, parem com essa coisa de se achar pequenos e insignificantes, parem de dizer que têm “bloguinhos”. Abaixo os nanoblogs, viva os Megablogs de Nicho.

Pensem grande, vendam-se maiores ainda. É o caminho.

Palavra do Maior Blogueiro do Brasil.



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Já que ficou chato monetizar, agora vou amoedar

05/08/2008 - 3:38 pm  -  25 comentários


A falta de vocabulário é um problema constante nos textos online. Toda vez que me perguntam como escrever bem, respondo: Pare de escrever e leia.

A leitura é a única forma de ampliar seu vocabulário, conhecer vários estilos e entender como um autor defende um ponto de vista. Apenas sair escrevendo não vai criar talento do nada nem te tornar mais inteligente. Repetição NÃO leva à perfeição se você não tem um treinador, um sensei, um Mestre Jedi guiando seus passos.

No nosso caso os Mestres são os Livros.

Ler muito vai ampliar seu vocabulário E evitar barbaridades como um infeliz que usou em uma lista o verbo “hostar”. O pobre garoto era tão limitado intelectualmente que não conhecia o termo “hospedar”, então partiu para o barbarismo. Imagine um sujeito assim escrevendo textos profissionalmente. Pense no tipo de relatórios que ele escreveria. Tenebroso.

A falta de pensamento lateral também gera situações curiosas. Um monte de gente que posava de inteligente condenou o termo “monetizar” como um neologismo, um “anglicismo babaca chupado do monetize dos gringos”.

O que me espantou foi ninguém ter pensado na existência de termos semelhantes, como “monetário”. Mesmo a blogosfera intelectual, que gosta dessas frescuras se recusou a pensar na origem do termo, monet, moeda, em francês.

Sério, é ridículo ver gente que diz saber escrever “acusando” outros de usarem um termo que existe em seu idioma desde pelo menos 1890. Demonstra falta de vocabulário E falta de capacidade de abstração, de tentar deduzir a origem do termo, e com isso despertar a dúvida.

Abaixo, detalhe do Pequeno Dicionário Enciclopédico Koogan-Larousse, de 1979, editado por Antônio Houaiss, página 566:

monetizar

Portanto, se alguém encher seu saco por usar “monetizar”, faça como eu: Use “amoedar”. Isso vai dar curto na cabeça de um monte de gente.

PS: O Interney também já bateu nessa tecla.



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Trabalhar pra velho é- UM MERGULHINHO! NÃO ESBANJE MEU AÇÚCAR!

28/07/2008 - 3:46 pm  -  24 comentários


Ficar velho é uma droga -dizem- mas a alternativa é pior.

Antigamente a alternativa era morrer, hoje é ser jovem. E continua sendo pior.

Os jovens profissionais hoje estão enfrentando um problema e tanto. O Brasil sempre foi país onde dono de empresa era um sujeito velho de cabelos brancos (malvado que só fazia explorar os funcionários e comer a secretária, segundo os filmes do Canal Brasil). A alcunha “Jovem Empresário” aqui é pra um sujeito com 35 anos.

Então veio a Internet.

Como ninguém com mais de 25 anos se acha na obrigação de aprender nada de novo, e os chefes têm secretárias, Internet é algo que passa ao largo da maioria desse pessoal. Quando perceberam que tinham que tratar com esse novo mercado, começaram as reuniões e contatos, mas as empresas de Internet, de cima a baixo são empresas JOVENS. Ou de gente jovem cronologicamente ou como a do Jeff Paiva, que embora seja um senhor entrado em anos, tem alma e coração de menino, e é o Tio Preferido da blogosfera.

tiojeff

“São pra te ver melhor, minha querida…”

Obviamente um quadro de diretores com perfil conservador, de uma Unilever ou COFAP da vida não está preparado para o choque cultural de encontrar uma galera mal saída das fraldas do outro lado da mesa. Isso gera muito problema, pois velhos não confiam em jovens. Ainda mais quando a diretoria da outra empresa é composta por um bando de garotos da mesma idade daquele filho inútil maconheiro que não consegue parar em nenhum colégio interno.

Hoje mesmo a Mírian postou no Twitter:

(…) Você chega numa reunião e todo mundo acha que é a filha do dono. Moral -1.

Pouco tempo atrás um blogueiro bem-sucedido e funcionário de agência de propaganda reclamava comigo de não ser levado a sério, justamente por ser muito novo.

Imaginem então o pessoal da Pólvora, quando o Gustavo Jreige aparecer em uma reunião…

gustavojreige

Gustavo, Jeans e blazer NÃO. Informal demais.

Nos anos 80 a clássica campanha já dizia: O mundo trata melhor quem se veste bem. N’O Pequeno Príncipe Exupéry já contava a história do astrônomo árabe que não foi levado a sério por suas roupas, e reapresentou sua teoria usando trajes formais ocidentais, e assim foi respeitado. É babaca, é chato, é ridículo mas é assim que o mundo funciona.

Não adianta dar murro em ponta de faca, exceto se você for canadense e se chamar Logan. Como recomendei ao blogueiro acima do Gustavo: Invista em guarda-roupa. Esqueça jeans e camiseta, compre camisas de manga comprida, alguns bons blazers, relógio de pulso, embora inútil costuma impressionar esses caras. Leve notebook mas vá de comitiva. Você é importante demais para resolver tudo sozinho, lembre-se. Suborne alguém para pagar de assistente, se você precisar de algum número, olhe pro lado e deixe que o seu colega cate a informação no computador, mesmo que você já saiba.

Para as mulheres, ande como paulistas, como se estivessem indo para uma festa. Conheço gente podre de rica que trabalha de jeans e camiseta, mas quando tem reunião, bota o uniforme de executivo. É teatrinho, é falsidade, mas ou você faz isso e impressiona o cliente, ou vai perder a conta pra uma agência mais chata, mais careta mas que tem os vendedores com aparência “correta”.

Acima de tudo, estude seu cliente, saiba com quem vai lidar, antes do primeiro contato. Tente descobrir com que tipo de agência ele acha que vai encontrar. Mas na dúvida, vá embecado, e se perguntarem do Gustavo, diga que só trouxe para ele ver como é o trabalho do Tio Jeff  ;)



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Usura Sim!

21/07/2008 - 6:57 pm  -  19 comentários


Tenho um amigo Chef (não é o Cobra, é outro) que é maligno. Estudou no exterior, Cordon Bleu, sexualidade questionada (só fama, mas vale a sacangem), enfim: Todos os componentes ideais para um cozinheiro de sucesso. Fora o fato de cozinhar MUITO. Imaginem um churrasco onde os HOMENS ficam cercando a cozinha atrás das invenções dele, ao invés de ficar do lado da churrasqueira ignorando arroz, maionese, farofa, salada e outras coisas que mulheres insistem em associar com churrasco.

Pois bem; soube que ele está abrindo um restaurante novo em SP, no Itaim. Vou marcar uma visita, com sorte filo bóia de graça, mas de qualquer jeito ia fazer um jabá, o cara merece.

Então entrei no site do restaurante.

“ai meu cacete”, foi minha reação. É uma lição de tudo que NÃO deve-se fazer para montar um site de um restaurante. Ou mesmo do Flogão.

Primeiro, o diabo é todo em Flash. TODO. Sem necessidade. Não precisa dizer que por causa disso e da ausência de qualquer técnica de SEO, ele não aparece nas DUAS primeiras páginas de uma busca no Google pelo seu nome, mesmo filtrando por páginas em português.

O site abre com uma batida de funk. SIM, um site que não é o MySpace, entrando com música. Barulhenta. 1986, all over again.

OK, vamos ao cardápio, ignorar o efeito sonoro alto e desnecessário acompanhando a abertura das “janelas”.

Cardápio é em PDF.

Ai, Ai. Vamos lá. É meu amigo, vamos dar desconto. Tem grafismo, e bonitinho, etc. Mas está como imagem. Não era melhor abrir um POPUP com um PNG? Sai mais leve do que um PDF, eu garanto.

AH, tem fotos do restaurante. Vamos ver como ficou o espaço.

As fotos são em PDF.

CALMA, É ISSO MESMO. Não ligue para seu oculista reclamando. Você leu AS FOTOS SÃO EM PDF.

Dica: <IMG SRC=”url da foto”> Na verdade -dizem- até o FLASH consegue exibir fotos. Sério. Se não consegue, ele tem como fazer LINKS PARA IMAGENS. Colocar as fotos em PDF foi uma das coisas mais absurdas que já vi em todos esses anos nesta indústria vital.

Endereço? Pegue um papelzinho. Nada de copiar e jogar no seu Outlook, Address Book, Whatever book. na janelinha de endereço o texto não é selecionável.

Fale conosco? Reservas? Claro, por telefone ou email. Se na Internet de 1968 não existia sequer tag para imagem, usar um FORMULÁRIO é querer demais.

Estou chocado.  Sério. É foda, seu padre, é foda. Em 2008, com redes sociais, Flickr, Web 2.0, Orkut, MySpace, Blogs, alguém que gosto que sei ser um excelente profissional se queimando assim. Eu vou fazer o que posso; mandarei um email detalhando o caso, encarnarei o kibe e farei a resenha do lugar (com FOTOS, NO FLICKR, CACETA), darei minha opinião, endereço, etc, mas não vou divulgar a URL.

No caso seria jogar contra. Não quero que meu amigo seja julgado por seu site, e sim por sua comida, que costumava ser excelente.

O problema é que se não fosse meu amigo eu nem colocaria os pés no restaurante.



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Ganhe dinheiro com links sem ser punido pelo Google

14/07/2008 - 5:30 am  -  25 comentários


ALERTA! Eu me enganei redondamente. O Text-Link-Ads não está dentro dos padrões do Google. Removi inclusive o conjunto de links da sidebar. Por favor desconsiderem o artigo abaixo.

Agradecimentos ao Thiago Velloso por ter apontado minha caga- digo, leve falha de julgamento.

OK, desconsiderem desta linha para baixo.

 

O Google está pegando pesado na venda de links, muitos blogs estão sendo penalizados por isso. A Nospheratt falou sobre isso aqui, o Viamão Lotado também tratou do assunto.

A sorte é que nem toda venda de espaço em links é mal-vista pelo Google. Existem duas condições onde não há problema, segundo gente que entende do assunto:

1 – usando o elemento rel=”nofollow” no link

2 – usando links gerados via Javascript

Ambos são invisíveis para o Google, completamente kosher e podem render uma boa grana.

Eu uso o Text-Link-Ads, um dos serviços mais tradicionais da categoria, pagam com uma precisão cirúrgica e não comprometem o layout. Nada de pop-ups, banners piscando, etc, etc.

Quanto pagam? Veja um extrato do começo do ano:

textlinkads

Nada mal por aquela caixinha ali do lado, né?

O valor pago depende do seu blog, da visitação e relevância. Provavelmente o paraiba.com.br não tirará tanto quanto eu, mas eles não precisam.

Para se inscrever no Text-Link-Ads é fácil, basta clicar no banner abaixo e seguir as instruções.

 

 

Além do dinheiro da exibição dos links, que podem ser formatados e adaptados para o layout de seu blog, bem mais do que o formato porco que deixei os meus, ainda dá para faturar com o programa de afiliados, onde você indica novos clientes e ganha uns caraminguás, como fiz com o banner acima.

Dá pra ficar rico com o Text-Link-Ads? Não, mas em termos de retorno posso dizer que ele dá muito, muito, muito mais do que o Buscapé, que só está nos meus sites por falta de tempo para remover os banners.



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Aqui não é Passárgada mas também tem alcalóide

12/07/2008 - 8:03 am  -  25 comentários


Hoje cedo o Felipe me perguntou como fazer para ficar acordado, pois ele também é da Confraria dos Blogueiros Vampiros mas ultimamente tem batido cabeça para se manter nos adoráveis horários da madrugada.

Simples Pequeno Gafanhoto: Drogas. Mais precisamente alcalóides. Mais precisamente ainda, cafeína.

“Eu não gosto de café”. Tudo bem, nem é bom mesmo, doses industriais de café costumam ser péssimas pro estombo. Eu prefiro algo que encha a barriga mas não saia derretendo tudo por dentro. E que tenha muita, muita cafeína, sem ser RedBull, que além de tudo vai te deixar pobre.

Eu uso chá.

drugsarebadmkay

Sempre tenho vários tipos, para não enjoar.

O chá preto com canela da Leão é muito bom, não tem nada a ver com o chá preto que é bebida de velho. A canela dá sabor à bebida. Tem a vantagem de ser barato. Só é ralo. Para uma garrafa térmica recomendo 4 saquinhos.

O Matte Leão sabor chocolate e caramelo tem 8mg de cafeína por xícara, pela minha experiência menos do que os outros, mas o sabor dele é superior ao com canela. Claro, Onde se lê “chocolate e caramelo” leia-se “sabor artificial de baunilha”, mas mesmo assim o cheiro fica bem gostoso.

Uma garafa térmica pode ser feita com 3 saquinhos. Também é um chá barato, mais barato que os outros, mas é gostoso. Não vou entrar no mérito se é chá ou mate.

A última opção é o chá preferido de Jean Luc Picard, Earl Grey. É importado e custa os olhos da cara. Tem mais cafeína que os outros dois juntos e rende que é uma beleza. UM saquinho enche uma garrafa térmica, mas eu uso dois para ficar bem forte.

O sabor e o cheiro vão invadir a casa, prepare-se para o “deixa eu dar uma provada”.

A Twinings tem uma linha imensa, mas eu não gosto de coisas exóticas como chá de margaridas. Me basta o tradicional, com seu suave aroma de bergamotas. Seja lá o que for isso.

Nada daqueles chá de frutinhas para frutinhas. Chá de Camomila, Chá de Flor de laranjeira… qualé, eu sou espada!

Para quem precisa virar a noite, eu recomendo. Chá. Nada daquelas pílulas de guaraná em pó que irão detonar seu estômago. E nem pense em comprar o guaraná em pó avulso. É como beber serragem.

Só lembre que brincar com sua neuroquímica cerebral não é fazer mágica. Você vai precisar descansar em algum momento. Você só estará adiando a soneca.



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