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Ou a Vida Imita o Cocadaboa ou @MrManson sabe demais

28/07/2011 - 5:38 pm  -  10 comentários


Muito antes do Pânico popularizar a brincadeira, muito antes dos trolls transformarem brincadeiras em válvulas de escape de frustrações pessoais, o Cocadaboa, venerável site de humor do tempo em que ainda se criava conteúdo original inaugurou uma seção onde publicavam notícias falsas, em geral envolvendo marcas famosas ou celebridades.

O truque é que ninguém confere, os jornalistas recebiam as informações em forma de email, achavam suculenta a pauta, e mandavam ver. Aí no dia seguinte descobriam que haviam virado o famoso “pato do Cocadaboa”.

Hoje, excepcionalmente um monte de gente pode se vingar, e nem é pela divulgação da SexTape do Mr Manson com a Lacraia, e sim com a concretização tardia de uma previsão. Quem foi pato nesse dia, foi redimido pela História!

O Causo

Em Novembro de 2005, o Cocadaboa publicou a seguinte notícia: “Enrique Iglesias lança linha de camisinhas tamanho pequeno”

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Na época saiu em um monte de sites, revistas e jornais publicaram, rolou desmentido internacional e tudo.

 

Hoje eis que o Sun publica: “Enrique Iglesias: Eu tenho o menor pinto do mundo”

 

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Ou seja: Esse tempo todo o Cocadaboa estava certo! Palmas pro Mr Manson por seus poderes premonitórios.


Parece óbvio mas não é um negócio da China ser cego

16/05/2011 - 10:00 am  -  14 comentários


Cegos, o Pessoas Fotonicamente Prejudicas, sendo politicamente correto, passam por diversas dificuldades, e nem falo de acompanharem Amor e Revolução tendo que se contentar com os diálogos de Tiago Santigo, sem sequer conseguirem ver a redentora imagem da Luciana Vendramini.

Por mais que acreditemos que cegos possuem sentidos super-avançados, que fazem de cada um deles uma espécie de Demolidor, não é assim que a banda toca. Ainda dependem de muita boa vontade para conseguirem se locomover com desenvoltura em uma grande cidade.

As cidades brasileiras, claro, estão porcamente adaptadas, mas se serve de consolo (não, não serve) há lugares bem piores. A China, por exemplo.

Se você reparar no calçamento de cidades minimamente civilizadas, há regiões marcadas em relevo. Não é decoração, é uma indicação para caminhantes cegos que ali há um caminho seguro.

O problema todo é que nem todo mundo que instala esses “trilhos” tem noção de sua finalidade, ou se tem está se lixando pra ela.

Que o digam os cegos chineses, que, digamos assim, foram um tanto sacaneados com o descaso com que são implementados os tais trilho, na tela vizinha à tela do sol nascente.

Duvida? Veja. Só não vale rir.

OK, vale sim.

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O @programapanico e o falecido @mrmanson

25/04/2011 - 11:40 am  -  25 comentários


Hoje em dia o @mrmanson é um empresário tão respeitável que preza pela imagem e evita ser visto em eventos ao lado de gente como eu, mas nos velhos tempos ele foi dotado (epa!) da maior arma que um humorista pode ter: Imprevisibilidade.

Eu já vi, meninos eu vi o MrManson destruir a crença de um garoto ao afirmar que seu livro contando a famosa Viagem ao Piauí não havia passado de um delírio, que ele jamais havia estado no Estado. (viu, fessora Aprendi!)

Ele foi tão cara-de-pau que até eu por um segundo acreditei.

Essa imprevisibilidade eu não acho em lugar quase nenhum. Não existe no “humor” troll da Internet, não existe no StandUp. “O Trânsito do Feriado…” e não existe na televisão desde o tempo em que o Marcelo Tas perguntou se Maluf era ladrão. O único lugar onde acho isso, de vez em quando é no Pânico.

“Ah que absurdo, elogiando o Pânico, que merda! É um idiota mesmo”

Obrigado pela brilhante argumentação, mas deixe-me prosseguir:

Existem dois grandes diferenciais ali, escondidos debaixo do humor jackass e das imitações mal-feitas (Não que imitação bem-feita seja mérito por mais de 15 segundos). Primeiro são as referências, boa parte delas crias da mente distorcida do André, editor do programa, fã de Family Guy, piranha de cultura pop igual ao Seth McFarlane (e a mim) e que não tem problema nenhum de enfiar uma piada obscura que só ele e mais 2 espectadores acharão graça, desde que não comprometa o ritmo principal.

Ontem resolveram invadir o quarto de hospital onde convalescia o Bolinha, diretor argentino do programa, “odiado” por todos. Enquanto andam pelos corredores André taca a trilha Twisted Nerve, aquela música assoviada de Kill Bill. O programa é cheio dessas pequenas pérolas, mas o ritmo é MUITO rápido para quem está acostumado a humor de bancada, onde vendedores entregam a piada, ensinam como funciona e perguntam se quer que embrulhe.

O outro diferencial é a metalinguagem. O Pânico adora quebrar a quarta parede, lembrar que é um programa de TV, mesmo quando em teoria isso estraga a piada.

Contarei um segredo: Em TV tudo é armado, inclusive o improviso. NADA se faz em 5 minutos em TV. Por isso, a sacanagem de invadirem a casa do Bolinha, mostrar o quarto dele e estar cheio de camisa da Argentina, poster do Ricky Martin na parede, foto da Nany People na cabeceira da cama é fake.

A graça é que durante a “invasão” o Emílio Surita falava toda hora “Gente, vocês armaram, isso não é verdade…”

SIGNIFICA: Você está contando o segredo, “estragando” a piada e ainda assim ela funciona. Sendo realista (ou cruel, se você for Polyanna) boa parte do público não pega essa sutileza mas a parte que pega TAMBÉM continua gostando.

Motivo? Para nós a METApiada é mais importante, a ousadia de explicar a CONSTRUÇÃO da piada (e não seu entendimento, como faz o Kibeloco) supera a demolição da situação que já tínhamos como falsa.

É uma ousadia que se vê não em comédia de fórmula, mas em gênios como Andy Kaufman.

Neste ponto os histéricos do Twitter provavelmente sairão gritando “cardoooso comparou Pânico a Andy Kaufman, que absurddddo”. Sendo que enquanto eu vi todas as temporadas de Taxi eles só conhecem Kaufman por ter sido cool por alguns dias falar que assistiu Man On The Moon.

É por isso que o Pânico na TV está no ar desde 2003 e eles só conseguem xingar muito no Twitter.

 

 


Motivo Fútil Porém Hilário

16/04/2011 - 1:36 pm  -  18 comentários


Estou fazendo uma faxina no CarlosCardoso.com, irá virar um blog descompromissado, especializado em publicar material coletado pelos intertubos, sem preocupações maiores de conteúdo (tradução, vai bombar!") e no processo resolvi aprovar comentários pendentes.

Ah, as pérolas. Estava com saudade do grau de desinteligência do Internauta Mediano. No meio de tanto ódio (e vocês não têm idéia dos comentários destilando fúria que tenho bloqueado) é reconfortante encontrar a boa e velha raiva de raiz, é como depois de anos de fisioterapia você perceber que está cansado de tanto correr, e não de tanto tentar correr.

Por isso compartilho aqui algumas das deliciosas e inofensivas pérolas…

 

1 – Tá pensando que esponja é bagunça?

Essa aqui se ofendeu com este post sobre o termômetro retal do Bob Esponja. Afinal eu fiz uma piada com um personagem de um desenho animado infantil, criado para… fazer rir. BIG MISTAKE, estou sob a mira de todos os advogados imaginários, provavelmente os que fizeram o divórcio da Barbie dela. Note o email composto: Apelido + Banda Preferida + QI:

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2 – Bom motivo pra ser ateu

Salsa de Cristo, defendendo o Bispo Macedo. O conceito de Deus vem decaindo a cada dia, mas sinceramente não imaginei que fosse tão baixo.

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3 – Teologia Feminina Animada

Post sobre “As 10 Personagens mais sexy dos desenhos animados”. Desta vez não foi ameaça ou coisa do gênero, só um comentário REALMENTE confuso. Queria entender o processo mental do cidadão:

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4 – Dá pra ser mais genérico? Assim tá fácil

Costumo receber vários pedidos no post 1500 videoclipes dos Anos 80, mas em geral é gente achando que eu VENDO músicas ou algo assim. Como deduzem isso através de um post de vídeos do YouTube, não sei. Também não sei COMO o cidadão abaixo imagina que “uma mulher que canta” de alguma forma serve para identificar o clipe que ele quer.

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5 – Facepalm Universitário

Como chamam “sertanejo universitário”  um gênero “musical” que atrai esse tipo de fã? NOTA: O comentário foi postado neste texto, de 2005 sobre a compra de meu Nokia 6600.

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6 – Masoquismo Salsista

O post é “Os 10 vídeos de sexo que não quero ver”, uma óbvia brincadeira. CA-LA-RO que leitores de título são incapazes de perceber essas sutilezas, bem como discernir uma imagem de um vídeo incorporado na página. De resto gosto não se discute…

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7 – Religião, A Mãe da Lógica

Neste post, Jesus Cristo Era Gay? eu ATACO a idéia de jerico do Luis Mott, o Richard Stallman do Boioloativismo, que adora criar polêmicas gratuitas envolvendo homossexualismo. Admito, renderam boas piadas, na época em que ele tentou tirar Zumbi dos Palmares do armário o termo “Zumbicha” foi bem popular. O movimento negro não gostou muito mas isso são outros 500.

Os leitores de títulos, principalmente os de origem religiosa entretanto são incapazes de perceber sutilezas como um texto INTEIRO concordando com suas idéias, então descem a lenha nos comentários, me condenando ao Inferno, bla bla bla.

Esta aqui caprichou, usou de uma lógica IRREFUTÁVEL. Admito meu erro, depois dessa COM CERTEZA aceitarei Jesus:

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Aulinha pra Info: The Barriga is on the table

23/03/2011 - 5:56 pm  -  19 comentários


Existem diversos sites especializados em notícias falsas na Internet. No Brasil temos o Sensacionalista e o Diário de Barrelas, no Rio Grande o sensacional O Bairrista e o Avô de Todos Eles, The Onion. Notícias falsas não são novidade, que o digam as minhas clássicas Fotos do Acidente da Gol.

Como não é novidade a sanha com que o pessoal replica informações sem confirmar NADA. Eu ATÉ compreendo isso da parte dos leitores, embora considere errado não chega a ser uma obrigação, ainda mais quando a informação está em um site com credibilidade. O problema é quando o site com credibilidade age igual a um novato histérico de Internet passando adiante besteiras sem confirmar.

Por exemplo. Esta matéria sobre uma congressista nos EUA que teria proposto uma legislação para arredondar pi.

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É uma reprodução de uma matéria que saiu no Huffington Post (o blog da ursa) e está sendo replicada por toda a blogosfera liberal, descendo a lenha na pobre Martha Roby. a congressista em questão.

Problema? Nenhum, arredondar pi é uma idéia totalmente idiota. Tão idiota que mesmo um republicano não pensaria em algo assim.

Vamos pesquisar. Uma busca pela Lei proposta, HR205, retornar o HEARTH Act, uma legislação sobre locação de terras indígenas.

Uma busca sobre a proposta, “The Geometric Simplification Act” só retorna o artigo em questão.

No site da congressista, nenhuma referência. Será falsa a notícia? Vejamos. Vou incorporar Bob Woodward, Carl Bernstein, Lois Lane, Datena e TinTim, os maiores jornalistas que já existiram, e enveredar em uma profunda espiral investigativa, revirando cada pedra, seguindo cada pista, em busca da verdade, doa a quem doer.

Pronto, achei o texto original. Confira neste link.

É uma paródia, uma notícia falsa.

Como identifiquei isso? Digamos que anos de experiência, um faro sobrenatural, uma perspicácia digna de Carl Lightman e…

O NOME DA SEÇÃO, CACETE! “HUFFPOST COMEDY”.

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COMEDY, querida Info, é COMÉDIA em inglês. Não é pra ser levado a sério. Do contrário o resultado é de chorar.

[ATUALIZAÇÃO] A Info viu a cagada e seguindo a Escola George Orwell de Jornalismo editou o post, colocou uma interrogação no título e acrescentou um parágrafo dizendo que entraram em contato com o gabinete da deputada para confirmar a notícia, que descobriram ser falsa. 

Infelizmente meu screenshot é anterior, e não tem a interrogação. 

Outra dica, Info: Apaguem os comentários, eles dão a entender que o texto era afirmativo (como realmente era) e não uma história sobre uma notícia falsa. 

Dica final: Se está no inferno abrace o capeta. Passem a escrever em Novilíngua. 


Depois de Sarney agora tenho pena de Gadaffi

20/03/2011 - 10:30 am  -  13 comentários


Lembram daquela guria chamada Sarah Law Who, que tem o infeliz nickname de @sarney no Twitter?

A coitada é xingada diariamente pelos exaltados militantes do Sofativismo. Chegou a colocar na Bio, em bom português “Eu não sou José Sarney”. Acredito que o efeito tenha sido zero.

Agora surgiu alguém MAIS azarado. Nem vou explicar, apenas mostrar o twitter do sujeito:

 

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O Escritor Gregório de Matos Solta o Verbo sobre o BBB

02/02/2011 - 10:48 am  -  115 comentários


Saiu nas páginas amarelas da Isto É, o recluso e genial escritor Gregório de Matos, autor de clássicos modernos como Saudades Mortas e Norte das Águas se cansou do baixo nível da TV Brasileira. Redigiu um comunicado que está sendo divulgado pela mídia. É curto, objetivo e vale ser lido:

 

gregoriodematos

Tristes Trópicos – por Gregório de Matos

É sabido que desde a morte do grande apresentador e empresário de TV Flávio Cavalcante em 1978 a TV brasileira vem de mal a pior. Que meus amigos do meio não me entendam mal; tal qual os surrados soldados americanos sofrendo nas mãos dos chineses no clássico filme sobre o Vietnã “Ponte do Rio Kwai”, os profissionais tentam fazer o melhor, mas quando a própria direção orienta que o trabalho seja sujo, nada mais pode ser feito.

Esse programa, esse Big Brother de nada lembra a sociedade descrita por Aldus Huxley em seu romance homônimo. Estamos emburrecidos enquanto povo e os “brothers” só espelham isso, mas um espelho é muito mais do que algo que reflete. Um espelho também inspira. E me deprime o que esse Big Brother inspira, acreditem.

Claro, não vivemos mais o tempo bárbaro onde autores radicais como Balzac e Oscar Wilde pregavam fogueira para homossexuais, mas a depravação nesse programa está descabida. Depravação essa exacerbada pelo álcool, “maior inimigo do Homem”, nas palavras do grande cordelista Jessé Gomes da Silva Filho, meu fiel companheiro de discussões filosóficas no Calabouço, popular ponto de encontro na USP dos Anos 70.

É preciso controle, é preciso moderação. Mostrar os brasileiros como eles são não ajuda na formação do caráter de nosso povo. Temos que nos ver como fingimos ser, não como realmente somos. Quem vai fantasiado de espelho nunca é convidado para o próximo baile de máscaras. Ou nos conscientizamos disso ou continuaremos a não ser, nas palavras do General Geisel, um país sério.

G. de Matos, Curitiba, Jan/2011


É tão errado quanto passar um cheque sem fundo pra Hitler

23/01/2011 - 9:47 am  -  39 comentários


Costumo dizer que o grande problema das operadoras de telefone no Brasil é a mentalidade de Call Centre como métrica. Favorecem o número de ligações atendidas, não o número de problemas resolvidos. Criam um suporte de 1o nível formado por clones da mistura do Forrest Gump com a loira mais lentinha da Escola de Reforço dos rejeitados no vestibular da APAE. Adestram essa massa de animais de teta para que NUNCA, JAMAIS desviem do script, são incapazes de entender o cliente, só escutam palavras-chave e reagem de forma automática. Mais ou menos como vermes microscópicos e um monte de gente no Twitter.

Por isso você precisa repetir sua história para um monte de gente, além de eventualmente cair no loop área técnica / área comercial, com os dois se acusando mutuamente. Já ouvi pérolas como “Nokia N97 não é smartphone”, ou que a Internet estava funcionando bem,  é que meu iPhone só poderia acessar conteúdo via browser, não através de programas.

Surpresa: Existem empresas assim fora do Brasil também. A AT&T é igualmente odiada. Atitudes como VENDER minicélulas celulares para suprir a falta de cobertura usando a Internet do cliente não ajudam. Que o diga Jon Stewart, do Daily Show, que comemorou a perda da exclusividade do iPhone pela AT&T gritando “LIBERDAAAADEEEE!!!”, em um quadro onde só faltou chutar a logomarca da empresa. Aliás, faltou não, chutaram.

Não é exclusividade das américas, a Europa também tem grandes problemas, e nem falo da falta de lealdade da Áustria para com seus grandes líderes. A catástrofe de iguais proporções se chama Mobistar, operadora de telefonia celular belga.

Não há muito o que se fazer além de xingar no Twitter, exceto quando se é criativo. Como os palhaços do Basta, um programa de humor da TV Belga.

Os caras instalaram na madrugada um container na entrada do estacionamento da sede da Mobistar. Dentro os quatro palhaços esperaram até alguém ligar para o número de contato na lateral do container.

O que se seguiu foram quase 4 horas de ligações do chefe de segurança da Mobistar, tentando reclamar do container. Só que ele era desconectado, passado de um ramal para outro, os “atendentes” não prestavam atenção no que ele dizia, sem falar na cereja do bolo que foi a musiquinha irritante de espera, tocada ao vivo em um tecladinho.

Assista, o vídeo é fantástico e dá uma sensação de vingança maravilhosa, com direito a um final apoteótico. O áudio está em seja lá que idioma falem na Bélgica, mas as legendas estão em inglês, essa sim uma língua franca, com a qual um belga seria entendido até no Canadá!

 

 

Fonte: BoingBoing


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