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Recadinho aos populistas cucarachos

09/06/2008 - 5:34 pm  -  11 comentários


Fazendo a cobertura corrida da Apple WWDC, me espantei quando Steve Jobs disse que o iPhone estaria disponível em alguns meses para 70 países do mundo. O melhor de tudo foi ver o mapa da cobertura, e reparar que os três maiores países latino-americanos que não servidos pelo iPhone são justamente os que ostentam "líderes" esbravejadores, populistas e pseudo-socialistas.

É, companheiros, que posso dizer? Parabéns!

 

iphonenao


Post do iPhone para irritar a Bia Kunze

20/06/2007 - 2:31 pm  -  14 comentários


contraditorium-iphone.jpg

A Bia Kunze reclamou outro dia que todo mundo só fala do iPhone, os blogs só postam do iPhone, que ela não aguenta mais o iPhone. Como bem dito por um comentarista, toda semana ela faz um post dizendo que não vai falar do iPhone.

Portanto, vou exercer minha atividade esportiva preferida: Implicar com ela. Está inaugurada a Temporada de Posts Irrelevantes e Sem-Graça sobre o Iphone!

Post #1

Viram que a Apple resolveu o problema de autonomia do iPhone? Poist é. Ele perdeu um milímetro e ganhou 3 horas de autonomia.

TRÊS HORAS A MAIS DE AUTONOMIA EM TROCA DE UM MILÍMETRO?

Onde eu assino?

//obrigado, obrigado. Estou aqui a semana inteira, experimentem o filé…


Kit Blogueiro Viajante, ou mundo sem fio my ass

22/03/2007 - 11:26 pm  -  16 comentários


Estava preparando a mala para a viagem de sábado, quando vou cobrir o BarCamp pelo MeioBit, e na hora que cheguei ao kit de gadgets… caramba. Tenho que dar razão à Bia Kunze (e isso não acontece todo dia) quando ela diz que para cada cabo que se perde é uma fonte que se ganha.

A maior quantidade de tralhas que levamos por aí é composta de fontes, carregadores, extensões, etc. Na foto acima, meu kit de viagens, com somente o necessário:

Parte da esquerda, fora do notebook, sentido horário:

  • Cabo de força da fonte do macbook
  • Cabo USB retrátil
  • Adaptadores do cabo
  • Fonte de alimentação do carregador da câmera digital
  • Carregador USB de tomada
  • Carregador do DigiMate
  • Carregador do Celular
  • Carregador do macbook
  • Headset para usar Skype

Em cima do macbook:

  • iPod
  • Base carregadora da câmera digital
  • Celular
  • Mini-tripé para a câmera
  • Cabo retrátil do iPod
  • Bateria extra pra câmera
  • DigiMate

Ah, claro, a câmera digital também vai, mas não dava pra aparecer na foto.

Esse kit é o mínimo. Se eu tivesse um smartphone de última geração talvez até pudesse abrir mão do notebook, mas em compensação teria menos flexibilidade para, por exemplo, editar imagens e pesquisar sites. No final eu ganharia em portabilidade e perderia em qualidade do material produzido, e qualidade é sempre um diferencial, vale o sacrifício.

O blogueiro está mais para correspondente de guerra do que para jornalista. Não temos uma equipe de produção, como na TV, nem temos um fotógrafo, como um repórter normal. Somos aquele maluco que se mete no meio da selva pra encontrar o Khmer Vermelho.

Mesmo assim não temos do que reclamar. A idéia de atualizar notícias, ao vivo, é quase ficção científica para quem lembra do evento que era uma ligação internacional, ou de como para fazer um DDD tínhamos que ligar algumas horas antes pra Embratel, dando o número a chamar, e esperar ansiosamente o telefonema de retorno. “Senhorrrr…. sua ligação foi completada”.

Principalmente, a lição que fica é: Toda essa tecnologia estará sendo usada para cobrir um evento que é, essencialmente, sobre pessoas.

PS: Estou decolando no sábado pela manhã, e desta vez vou de Gol. Seria muita sacanagem recortar a silhueta de um Legacy vindo em direção à câmera e colar na janela?


Blogueiro que é blogueiro bloga até sem computador

10/09/2006 - 12:01 am  -  8 comentários


balzac.gifBalzac, que escrevia muito melhor que o senhor, o fazia à luz de velas”

Essa, reza a lenda, foi a resposta do prefeito de Bogotá quando Gabriel Garcia Marquez reclamou dos apagões constantes interferindo com sua máquina de escrever elétrica*.

O prefeito estava certo. O ato de escrever depende muito menos de como se escreve do que de quem escreve. Pouco importa se o autor utiliza cadernos manuscritos, máquinas elétricas ou o IBM Via Voice ditando diretamente para o computador.

A tecnologia não afeta o produto final, e sim o processo, e nesse momento ela pode, realmente, fazer diferença.

Como já contei, estou sem computador, usando quase sempre só o PocketPC para escrever meus artigos, gerenciar emails, etc. É complicado em alguns pontos, mas é uma opção viável, embora tenha alterado substancialmente minha forma de trabalhar.

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Resenha: Teclado Bluetooth Dell

28/08/2006 - 12:45 pm  -  8 comentários


CIMG1146.JPG

A boa notícia é que meu teclado Bluetooth chegou. A má notícia é que é um Dell, e pode irromper em chamas a qualquer momento. Ou não. Se o PDA esquenta, esquenta e não pega fogo (ainda) no máximo a radiação eletromagnética vai me passar câncer e meus dedos vão cair.

Se bem que quando eu roubava balas dos despachos que o pessoal deixava no riacho atrás da casa de minha tia, as carolas diziam a mesma coisa, e se um Orixá não conseguiu fazer meus dedos caírem, não vai ser um chipinho inocente que o fará.

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Pogrom no IM

22/08/2006 - 12:58 pm  -  7 comentários


birds.jpg

Os anos passam e os Instant Messengers vão se acumulando. No princípio era o ICQ, depois a coisa degringolou. Hoje temos MSN, AIM, Yahoo, gTalk, Skype e até o Jabber. Fora os menores.

Meus contatos sofreram uma pequena diáspora, mas ainda se concentram no MSN. Os contatos do ICQ são em sua maioria gente que não entra faz tempo. O Yahoo é mantido por causa de dois contatos, que mal ou bem existem em outros IMs. O gTalk tem uma meia-dúzia de quatro ou cinco, mas é completamente subutilizado.

Chega. Ou dá ou desce, como disse o Bispo Macedo. Isso consome memória e disco, no caso do PC, onde fico com vários clientes abertos (ou rodo o Trillian e abro mão de funcionalidades) ou consome preciosos recursos, quando uso no PocketPC. E consome meu tempo.

Por mais que eu tenha multitarefa, espaço de sobra no cartão de memória, centenas de MHz no processador, carregar as listas de quatro serviços de IM não é moleza. Se uso via GPRS então, babau. Não há PDA que agüente.

No Symbian, com o Nokia 6600, a coisa piora. Uma eternidade para ele baixar a enorme lista de contatos (afinal baixa também os offline)

Assim, tomei uma decisão: Vou promover um pogrom em meus messengers, com as seguintes providências:

Erradicação do gTalk, Yahoo e ICQ do desktop.

Em dias normais usarei somente o MSN e o Skype. Em dias ecumênicos abrirei o Meebo estando disponível no ICQ e gTalk também, em honra aos velhos tempos.

Eliminarei todos os contatos do ICQ e do MSN que não tenham aparecido online nos últimos 15 dias ou que eu não tenha uma lembrança vívida de quem sejam. Eu sou acessível por email, homepage, Google, então, como disse o PG, quem quiser falar comigo consegue.

Espero com isso voltar a ter uma lista manejável, e que o Instant Messenger se torne novamente uma ferramenta útil, não um “arquivo de gente que conheci”, como é pra muita gente.

Em empresas a coisa mais irritante é conversar com alguém e ver que o MSN da pessoa não pára de piscar. É virtualmente impossível trabalhar assim, então empresas acabam pagando para pessoas baterem papo. Por isso muitas estão bloqueando os Instant Messengers, ou usando soluções restritas a servidores internos.

Não precisa ser assim. Em meu antigo emprego nós liberávamos seletivamente o acesso a MSN, dependendo do grau de responsabilidade da pessoa. É a melhor forma de agir, e vale para pilotar aviões, arrancar dentes, fazer neurocirurgias e utilizar Messengers.

Eu recomendo uma limpeza dessas para qualquer um. Afinal, mais do que o tempo de seu patrão, você está desperdiçando o seu próprio.


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Fora do ar, mas sem pânico

02/08/2006 - 12:10 pm  -  13 comentários



panic.JPG

Meu notebook morreu. Bateu as portas, chutou o balde, foi comer capim pela raiz, foi viver a sete palmos. Está no Céu dos Notebooks. O pobre Halkook é um ex-notebook. De uns tempos pra cá começou a apresentar uns problemas estranhos, daquelas telas azuis de falha de hardware. Atribuí aos periféricos USB atulhados em volta dele.

Logo, comecei a ter problemas de currupção de arquivos. Achei que fosse excesso de fragmentação. Até que, um belo dia, após uma falha dessas de tela azul, vem a terrível mensagem: Não pode continuar por falha no arquivo NTFS.DLL. “bosta, lá se foi meu HD”, pensei.

Engano meu, coloquei outro HD que tinha de backup, também com XP. O MESMO erro.

Experimentei tirar a placa de memória extra. Resultado? Nem inicializa o computador, entra um apito forte seguido de um shutdown 2 ou 3 segundos depois.

Com a placa-extra, experimentei alguns boots de Linux (embora ele seja tão criterioso com hardware suspeito quanto o Windows). O Gibraltar e o Mandrake mal conseguem passar do boot inicial, e todos morrem quando começam a inicializar a máquina. (a imagem acima é de uma foto que fiz do processo).

A tela gráfica dos dois Linux aparece corrompida, indicando problemas de memória. Abri o bicho, para descobrir que a memória principal do Toshiba é SOLDADA. “Japonês FDP”, como disse o General mcArthur, Filipinas, 1942.

Como fazer? Tenho outro micro aqui em casa mas é muito concorrido, só pode ser usado com calma durante a noite. No dia-a-dia estou usando o PocketPC, que tem se mostrado surpreendentemente bom.

Aguardem menos posts graficamente complexos, e alguns dias de inserções irregulares (como minha lua de mel) mas se tudo der certo, logo estaremos de volta. Porquê gostamos de vocês! <== um doce pra quem lembrar dessa.


Genérico de iPod encontra irmão perdido

17/07/2006 - 11:54 am  -  14 comentários


ipobre2.jpg

Pode chamar de iPobre. Enquanto um iPod de verdade é miureau, o genérico sai por R$329,90. Eu acho legal a Casa & Video, uma loja assumidamente popular, vender coisas como iPods e telefones VOIP, junto com as porcarias chinesas de sempre, mas para quem é do ramo, cometem verdadeiros sacrilégios.

Nesse anúncio ao lado de um iPod de verdade, temos um ridículo genérico. <ironia> Notem que há uma leve semelhança entre o iPod verdadeiro e o “Sing”, da “Mirage”. Será coincidência? </ironia> A diferença de preço também é um indicativo de “qualidade”.

Claro, para o público da Casa & Video não faz a menor diferença, nem isso nem o fato do iPod NÃO tocar MP3, ao contrário do que indica a propaganda…

E eu reclamando de plágio de meus posts artigos…

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