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Loja do Secundum - Avaliação

Num é que deu certo?

No melhor estilo “vamos ver qual é”, resolvi experimentar a Loja do Secundum por um mês e ver no que dava. Afinal ter uma fonte de renda online que não dependa de espaço de publicidade no blog é sempre interessante. Mas entrei com um pé atrás, afinal depois da carcada que o Buscapé deu em todo mundo, não vou botar fé em nada sem experimentar e entender o funcionamento.

No começo foi meio complicado. Eu fiz tudo errado, como criar duas lojas ao invés de concentrar tudo em um link só. Também não personalizei o site, embora tenha recebido até layouts (valeu, Leo). Também não botei banners em meus vários blogs. Só faltou o clássico “não clique aqui” para completar a auto-sabotagem.

Mesmo assim  de pingadinho em pingadinho o dinheiro foi caindo. Não posso dizer que o faturamento é monstruoso. Ainda não é. Mas para dar uma idéia hoje, dia 12 já ultrapassei o faturamento do mês passado inteiro. Assim como na minha lua de mel, posso dizer que o negócio está crescendo. E assim como lá, é uma grata e inesperada surpresa.

Vejamos um gráfico comparativo entre o faturamento de meus três programas de monetização principais:

secundum

A Loja do Secundum já está rendendo 25% do AdSense. Na verdade renderia mais que isso, mas com o fim do Sistema Econômico Mundial o Dólar disparou, e o AdSense paga em verdinhas, pelo menos enquanto elas existirem. O Submarino não costuma render tanto, mas um santo comprou um PS3 e eu fiquei feliz.

Então vamos ver: Eu fazendo tudo errado eu já consigo 25% do que ganho poluindo meu blog com o Sagrado Coração de Jesus e Herbalife?

Estou dentro e vou continuar.

Para mais detalhes sobre como funciona a loja e como você pode instalar no seu blog sem gastar nada, visite o meu post original sobre o assunto.

PS: Os resultados podem variar. O puto do Cobra instalou a loja e está faturando sabe-se lá porque, o dobro do que eu.

Este post contém propaganda, não leia

mm Uma das reclamações que vejo por aí em relação aos posts pagos é que ele afeta o conteúdo do blog. Sim e não. Existem, sim, blogs que literalmente abrem as pernas e publicam jabás descarados, abrindo mão do conteúdo que atraiu o rol de leitores que efetivamente possibilitou o tal post pago. Sem leitores, sem dinheiro. Não é difícil entender.

Por outro lado acho a visão de que se é propaganda é ruim muito simplista. Caceta, o YouTube está CHEIO de comerciais avidamente consumidos repassados, viralizados pelos leitores. Desde antes do Tubo, as pessoas já mandavam (para nossa inconveniência) anexos monstruosos com ASFs de 4MB com aquele “filme genial, banido, que você tem que ver”.

Ao mesmo tempo qualquer pesquisa vai mostrar que 112% das pessoas odeiam propaganda. Como conciliar esses dados com o fato de que essas mesmas pessoas consomem anúncios no YouTube e emails voluntariamente?

Fácil: Se é legal, não é propaganda. É conteúdo, é entretenimento.

Todo mundo ficava esperando os filmes da US Top para ver qual situação o Fernandinho e sua bonita camisa se meteriam, Carlinhos Moreno era sempre uma incógnita desejada no próximo comercial do BomBril. Na Inglaterra filmes da Guiness são ardentemente aguardados. Nos EUA boa parte da população anseia pelos comerciais do Superbowl, que custam US$3 milhões por 30s, só de veiculação.

As campanhas da Pepsi nos anos 80/90 eram maravilhosas, filmes com o Michael J. Fox, comerciais como o de Top Gun, o dos Astronautas… e a Coca-Cola? Época de Natal todo mundo fica esperando a hora de ver os ursinhos para fazer “ahhhnnnnn….”

Isso é tão propaganda quanto as Casas Bahia.

Uma das reivindicações da minoria chata que não aceita que blogs ganhem dinheiro é que os posts pagos sejam identificados “no começo, assim não preciso ler”. Eu me recuso a fazer isso. Terminantemente. A essência da propaganda é que pedimos “um minuto de sua atenção”. O cliente paga para ter uma oportunidade de exibir seu produto. Não queremos cliques, não pedimos cliques. Sequer PODEMOS pedir cliques. Aliás, não clique, exceto se for algo que te interesse muito.

O que não posso fazer, principalmente, é negar ao anunciante a oportunidade de ser visto. Eu não acredito que essa gente arranque os fones quando o rádio toca uma chamada para um supermercado, ou que fechem os olhos e saiam da sala a cada comercial na Sony, gritando da cozinha “já voltou ou ainda está no comercial?”. É um tipo de histeria que não existe no mundo real e não deveria existir na Internet.

Aqui vale o conteúdo. Se é um conteúdo inspirado em um jabá, não me interessa. Os posts da Mirian são excelentes, depois que ela encontrou seu formato ideal. Eu agradeço ao patrocinador por ter proporcionado um texto divertido. Ela colocar no alto do post “Este texto foi escrito para acompanhar a promoção do Lux Luxo – Sabonete das Blogueiras Ensaboadas” vai ajudar alguém? Só vai dar crédito a uma histeria que não existe, repito, criada por uma minoria absolutamente irrelevante e barulhenta.

Minha posição: Conteúdo bom é conteúdo bom. Se é pago ou não, não me interessa. TUDO que eu assisto na TV é pago, não sou ingênuo de pensar “que legal, House tem um iPhone”. Meu pensamento é: “Nossa, esse jabá rendeu uma cena excelente”. Ao contrário das novelas da Globo onde os personagens do nada resolvem ir ao caixa eletrônico e ficam elogiando o banco.

O bom conteúdo é a base da blogosfera. Quer ganhar dinheiro com post pago? Faça bom conteúdo, inclusive e especialmente se for pago pra isso. Tem considerações filosóficas, está de má-vontade, quer “ferrar o babaca que quer poluir seu blog”? Não faça. Não aceite. Não há nada de errado com isso. Só não sabote a ponte onde você está de pé.

De resto, a Marilyn Monroe tipográfica que ilustra este texto deixou de ser uma bela peça de arte só porque faz parte de uma campanha da Folha de São Paulo? Tenho muita pena de qualquer um que diga “sim”.

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Loja do Secundum para quem não tem domínio próprio

Alguns dias atrás publiquei um post sobre o experimento com a loja do Secundum nos meus blogs. Vocês sabem, o script do Jobson que pega as ofertas do Mercado Livre, gera uma página com ofertas contextuais (ou não) e é alegremente indexada pelo Google, como você pode ver em:

http://loja.carloscardoso.com

e em

http://loja.contraditorium.com

Infelizmente nem todo mundo tem domínio próprio. Infelizmente também a idéia do Jobson se usar os próprios servidores para hospedarem as lojas dos zilhões de parceiros que não têm domínio próprio esbarrou com limitações técnicas.

A saída foi uma oferta muito simpática do Luiz Gadetto, do www.ultraloja.com.br. Simpática por não ser nem favor nem parceria caracu. Ele assume os custos de hospedagem e banda da sua loja, em troca coloca um banner do AdSense dele na página. Assim sua loja ficaria nomequevocequiser.ultraloja.com.br, funcionando com todos os recursos, como busca de produtos na url. Ex: http://loja.contraditorium.com/hello_kitty traz ofertas relacionadas com a gata de satã.

Para ter uma loja do Secundum no Ultraloja, você precisa enviar para o Luiz nos email luizgadetto@gmail.com ou contato@ultraloja.com.br os seguintes dados:

 

1 - nome da loja que deseja criar

2 - URL do seu blog

3 - Seu código no Mercado Livre. Se não tem um cadastro, crie um aqui em seguida vá para o programa de afiliados.

4 - Uma imagem 728×90 com o cabeçalho de sua loja

 

Até sábado dia 13 o Luiz disponibilizará um formulário para acelerar o processo.

 

Note que 100% da renda do Mercado Livre é sua. Nem o Secundum nem o ultraloja ficam com um centavo. Se isso der certo como está parecendo, o AdSense vai rodar e feio. Experimente. Se seu retorno for bom como está parecendo, agradeça com um link para a Lojinha do Tio Cardoso: http://loja.carloscardoso.com

 

Aviso: Este post é complemento não-planejado da Resenha Monetariamente Incentivada postada anteriormente.

Hit the Road, Google, and don’t come back no more, no more, no more…

Depois de um mês de experiência (um pouquinho menos, acho) e reclamações da Lu Monte fui avaliar o resultado da nova facilidade do Google, AdSense para feeds.

O Leitor de feed, como já disse mais de uma vez tende a ser um sujeito mais antenado com os blogs, volátil, que quer informação rápida. Não vou discutir se publicidade polúi ou não o blog, mas quando temos um formato onde passamos a informação e só a informação, como os feeds, é preciso ter cuidado. Pesei os dois lados, e decidi que se o resultado fosse tão bom quanto o blog do google promete, valeria a pena reverter parte da grana em flores e chocolate pra manter a Lu feliz.

A perspectiva era promissora, vejam, direto do Blog Oficial do AdSense:

O CPM é mais alto e a experiência é muito positiva para usuários, porque exibimos anúncios especificamente otimizados para feeds.

Hum. Minha experiência diz que frases como “vamos subir, não vão acontecer nada, é só pra gente ficar mais à vontade” só funcionam quando os DOIS estão mal-intencionados, preferi fazer meu teste a aceitar a promessa.

Vejamos: para publicidade funcionar é preciso massa crítica. Somando o Contraditorium e o Carloscardoso.com devo ter quase 10.000 assinantes RSS. É um número respeitável. Deve dar uma graninha, ainda mais com um CPM (custo-por-mil) mais alto, certo?

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Minha experiência foi terrível. Não, terrível é pouco. Sem citar números, para não violar o contrato do AdSense, vamos a uma comparação entre o CPM dos anúncios normais, das páginas de busca (que são excelentes) e do AdSense nos feeds. Lembrem-se, “O CPM é mais alto”. Eu não publico putaria, sodomia, devassidão, não mando link de MP3, de torrent pirata, de download de filmes, nada que gera tráfego ruim. Meu leitor, conforme a última pesquisa demonstrou, é VIP (no bom sentido, não VIP da Abril, que não mostra nada e estragou a Aline Moraes).

Isso resultou em…

cpmgoogle1

Ah, mas e os valores absolutos? Pode ter um CPM baixo mas um retorno alto, muita gente clica, bla bla bla e bla. Digamos assim: Se depender do $$ que veio dos feeds eu não vou a lugar nenhum. Nem de ônibus. A menos que alguém me ajude a completar a passagem. PS: ônibus urbano.

Se alguém está tendo uma experiência diferente, por favor divulgue. Não consigo acreditar que o Google tenha pisado TANTO na bola assim, agindo de forma tão desleixada ao negociar os espaços nos feeds. Caso eu volte a anunciar nessa modalidade, com certeza não será via Google, acreditem.


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