Ser o “amigo que entende de computador” tem vantagens e desvantagens. É vantajoso se você é vizinho de porta da Scarlett Johansson, é desvantajoso se outras pessoas fora ela possuem seu telefone. O pior de tudo é quando o cidadão resolve que você tem que ajudar a escolher o novo computador.
Em geral o sujeito acha que marca de computador é Syncmaster e quer um com “internet dentro”, então serviços como os da Dell e Apple, onde você monta o computador não adiantam, o cara fica te ligando perguntando a diferença entre 4 e 8GB de RAM, se o pedal e porta-copos já estão inclusos, essas coisas.
Nessa hora há duas possibilidades: Ou você pega a serra elétrica e parte pra cima ou redireciona o cidadão pro novo serviço do Walmart.
A ferramenta faz uma seleção baseado em seu perfil de uso, faixa de preço e categoria, com resultados bastante corretos, entre um universo de 341 modelos, de netbooks a desktops parrudos.
O uso não é só para amigo do amigo que entende de computador, é possível filtrar por fabricantes, processadores, memória, HD e também comparar os modelos selecionados. Aqui uma dica pros coleguinhas: Até pra quem faz resenhas isso é interessante.
É raro no meio de tanta farofa na Internet aparecer algo assim realmente útil. Visite!
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O texto acima é um Publieditorial. Quer fazer como o Walmart e anunciar aqui? Pergunte-me como.
Você sempre quis ir pro Big Brother mas nunca teve coragem de fazer aqueles vídeos pagando mico, ou o Boninho te deu block no Twitter? Seus problemas acabaram! Com esta promoção o sonho de sua vida pode ser realizado. Com pouco ou nenhum esforço você passará dois dias na casa do BBB, ainda correndo o risco de faturarR$500 mil em OURO.
Como? Eu explico. Não requer prática nem tão pouco habilidade. Não que o BBB normal exija.
Na promoção Esse Produto é Brother você compra 3 produtos participantes, cadastra o código de barras, gera um cupom e este fica associado ao sorteio das vagas. Quanto mais cupons, mais chances. Os produtos são: Hipoglós Amêndoas, Vick Pastilha, Pantene, Koleston, Duracell, Pringles, Pampers, Always, Gillette e Oral-B, com exceção do aparelho de barbear Gillette Probak e produtos Oral-B Classic, da P&G.
A campanha Palco HSBC foi baseada no conceito de dar voz a pessoas nas ruas, para que elas mostrassem suas opiniões sobre temas atuais (detesto o termo "polêmico"). A idéia me inspirou, pois estimula conversações, a base dos blogs. Por isso aproveitei e preparei o Texto Especial de Festas abaixo. É minha visão de Natal. Surpreendente até para mim, que não havia pensado nela a fundo.
Como sempre, comentários são bem-vindos.
o vídeo de Natal do HSBC é bem cuti-cuti, mas não necessariamente reflete a minha visão
Natal é uma época do ano em que as pessoas boas ficam chatas e as pessoas chatas ficam mais chatas ainda. Natal é uma época do ano em que todos os cruzados anti-hipocrisia saem da toca e vão atacar gente que foi hipócrita como eles durante todo o ano. Natal é uma época do ano em que todo mundo que leu Dan Brown repete de forma papagaienta que Jesus não nasceu 25/12, que as festas cristãs são chupadas de festas romanas, simbologia, bla bla bla.
Mesmo assim eu gosto de Natal. Talvez por não ser cristão eu goste mais ainda, e explico:
Natal é Star Trek da Humanidade.
Toda a mitologia natalina pop é muito pouco religiosa. Ela se concentra em pessoas imperfeitas tentando fazer a coisa certa. Eu nunca li o Natal como um monte de pessoas dizendo que são boas, minha visão é que no Natal as pessoas agem como gostariam de agir o resto do ano.
É a visão idealizada de futuro de Star Trek. Qualquer um que assiste a série sabe que o futuro não será daquele jeito. Não nos tornaremos magicamente irmãos de todos os povos, não acabaremos com guerra, fome, inveja ou com o dinheiro (pode sossegar, patrocinador ☺). Não acabaremos com a ambição. Ainda bem, não saímos das cavernas por causa de nosso espírito solidário e desprendido.
Mesmo assim eu adoro Star Trek. É bom para a alma ver um futuro repleto de humanos nobres a tal ponto. Seria maravilhoso se chegássemos a tal ponto. Nos filmes sempre há um milagre de Natal. Eu só conheço um: A inspiração da época que torna as pessoas propensas a gestos e desprendimento fora de seu normal.
Como o clássico caso do Coronel Harry Shoup. Em 1955, auge da Guerra Fria, ele era comandante do NORAD, aquele centro de defesa aeroespacial da América do Norte (Canadá também faz parte) que todo mundo viu em Wargames.
Era época de Natal, todo mundo mais relaxado. Toca o telefone. “O” telefone, a linha direta que somente o Presidente e o Secretário de Defesa tinham. O Coronel Shoup atende. Do outro lado uma garotinha querendo falar com… Papai Noel. Depois de alguma pesquisa, descobriram que um anúncio da Sears saiu com número errado, e ao invés de apontar para a central criada para promover a loja, o “número do Papai Noel” apontava para a linha secreta do NORAD.
Tocado pelo espírito natalino, o Coronel Shoup colocou gente para ficar atendendo o telefone e falar com as crianças, que começaram a espalhar para os amigos. No ano seguinte as crianças voltaram a ligar, e já virou tradição. Hoje mais de 300 voluntários se revezam atendendo.
Daí surgiu outra tradição: Todo ano, na madrugada de 24 de Dezembro um alerta soa no NORAD, indicando um objeto em trajetória balística vindo em direção a América do Norte. O Comandante é avisado. Ele informa que é Papai Noel, e ordena darem livre passagem. A ocorrência é marcada nos livros de registro. Também são enviados caças para escoltar o trenó.
O NORAD tem um site feito por militares voluntários, o http://www.noradsanta.org, que acompanha Papai Noel, além do telefone, o 1-877-HI-NORAD.
Se uma estrutura criada com o único propósito de garantir a MAD – sigla em inglês de Destruição Mútua Assegurada consegue parar por alguns minutos e se mobilizar para tornar a noite de algumas crianças mais mágica, tudo pode acontecer. E sim, É um milagre de Natal.
Por isso vejo o Natal como muito mais do que uma festa religiosa. Aliás o componente religioso do Natal vem se tornando cada vez mais irrelevante. A figura do Papai Noel tem ocupado o espaço como ícone da festa, e muito bem. Sua mensagem é simples: “seja um bom menino”. Sua punição é com ausência. “não ganha presente”. Pronto. Nada de ameaças, castigos eternos, etc.
Às crianças ruins, a pior de todas as punições: Pararem de acreditar em Papai Noel. Perderem a magia. Descobrirem que há um homem atrás da cortina. Crescerem como adultos chatos que denunciam o comercialismo do Natal mas não vão para a igreja porque afinal de contas “não são burros”.
Adultos que denunciam o comercialismo mas esquecem que presentar quem se gosta É uma coisa legal. Quem não reconhece o brilho no olho de uma criança quando ganha um brinquedo já é velho e inútil demais para se lembrar da sensação de ganhar um brinquedo.
Por isso fico com a alegria das crianças e o Espírito de Natal. Acredito que a maioria das pessoas NÃO se auto-iluda, e que mudem seu comportamento durante as Festas de Natal como uma forma de demonstrar não o que são (o que seria hipocrisia) mas em um legítimo esforço de mostrar como GOSTARIAM de ser.
Semana passada vivemos um momento de utopia, na nossa discussão sobre Responsabilidade na campanha Palco HSBC perguntamos “Como seria o mundo se apontássemos os próprios erros com tanta eficiência como apontamos os dos outros?”
Somos bem tendenciosos quando estamos sob o holofote, nem dá pra reclamar. Farinha pouca meu pirão primeiro, mas será que precisamos ser tão liberais justificando todas as nossas besteiras E ao mesmo tempo apontando o dedo para quem faz exatamente a mesma coisa?
O Tema desta semana do Palco HSBC é “Responsabilidade”. Estava rendendo um bom texto, até perceber que eu estava sendo tão politicamente correto quanto o objeto de minha crítica.
Outro dia me mandaram um link de uma manifestação pró ou contra alguma coisa. No melhor estilo Vamos Salvar o Mundo das Cáries, petição online, remédio homeopático ou outros recursos igualmente eficientes. A cereja do bolo foi o “Retwuite, se ama o Brasil”.
Não quero esse tipo de responsabilidade. Melhor: Não quero ser responsável por tudo o tempo todo. Desculpem, eu não costumo usar fora do âmbito profissional a expressão, mas “já estava assim quando eu cheguei”.
Eu tenho plena consciência de que não vou mudar o mundo. Aliás, ninguém vai. Eu me recuso a assumir esse tipo de responsabilidade. Não é omissão, apenas não é da minha jurisdição. Isso só me tornaria mais chato do que já sou.
O Palco HSBC continua. Semana passada fizemos a pergunta “Qual o real benefício de conquistar uma medalha olímpica?”. Eu tenho minhas dúvidas se isso realmente importa, para o país é bem mais importante ganhar uma medalha em Olimpíadas de Ciências, mas vamos ver o que o pessoal andou falando:
Dando prosseguimento a campanha Palco HSBC apresentada no último Post, nosso próximo tema será Jogos Olímpicos. Quem acompanha o Contraditorium sabe de meus questionamentos, dados nossos… err.. resultados. E você? Participe, use a caixinha do lado e responda: “qual o real benefício de ganhar uma medalha olímpica?”
Vamos trazer essa discussão dos comentários para o post principal, como fizemos com a pergunta de semana passada: “Quanto a tecnologia já mudou seu mundo?”.
E por falar nela, a seguir temos algumas das melhores respostas, e meus comentários. Participe, o palco é seu.
Normalmente ações de divulgação envolvem compra de espaço para veiculação de campanhas, mas as mídias sociais chegaram para virar tudo de cabeça pra baixo. Em uma época onde o consumidor se mostra bem mais inteligente e organizado do que os marketeiros do Século passado acreditavam, a única forma de sobreviver é tratar seu cliente com respeito.
Eu vejo isso nas campanhas nos blogs. Antigamente era tudo encaixadinho, hoje quem manda texto pronto é exceção. O próximo passo foi transformar o consumidor em gerador de conteúdo.
Esse é o conceito da campanha SoapBox, não só ouvir o que as pessoas tem a dizer, mas dar espaço para que sejam ouvidas. Nos EUA por exemplo colocaram um palco no Madison Square Park, onde transeuntes (não me perguntem, nunca transeuntei) falam sobre imigração, família, liberdade, etc.
Os vídeos são gravados e exibidos no YouTube, com ampla divulgação.
No Brasil a campanha será chamada de PalcoHSBC. Pessoas comuns serão convidadas a Gravar vídeos em estádios, praças, pontos de concentração urbana de várias cidades, tudo disponibilizado no canal oficial no YouTube.
Haverá PalcoHSBC em Curitiba São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Ribeirão Preto, Campinas, Salvador, Campo Grande e Recife
Fotos também serão aceitas, podendo inclusive ser selecionadas para uma campanha publicitária em 2010.
Nos blogs, ao invés de pagar por banners e mostrar a marca, como fazem os que vivem no distante Século XX, o HSBC fechou parcerias com o Contraditorium e outros blogs (mas o principal é o Contraditorium, dizem As Vozes) para fazermos o que fazemos melhor: Promover conversações, estimular debate.
A idéia é simples: Está vendo a janelinha na barra lateral? Nela a cada semana aparecerá um tema. Você pode escrever o que quiser sobre o assunto. Eu irei coletar os textos, publicarei no final de 7 dias, com minhas observações, e nos comentários quem quiser pode dar prosseguimento ao debate. É a chance do Contraditorium virar o SEU palco. Faça um texto bom, o resto é contigo. Dicas:
Escreva em um editor de texto, depois faça copy/paste.
Coloque nome e URL do seu blog, todos serão devidamente creditados e linkados. Usura, não!
Não fuja do tema, nem faça nada muito grande ou pequeno. Pense no tempo de quem vai ler
Agora as regrinhas:
Valem as regras dos comentários.
Textos fora do tema serão eliminados
Evite palavrões, até pq o uso excessivo os enfraquece
O Tema de Abertura é “o quanto a tecnologia já mudou a sua vida?”. No meu caso posso dizer que foi uma mudança radical, em todos os campos. Da lente de contato que uso e me livrou dos óculos ao antihistamínico que me permite conviver com poeira sem me desfazer em espirros. Vivemos permeados pela tecnologia, mas não tem a mesma importância para todos. Ou tem? Do que você poderia abrir mão sem sofrer muito, e o quê você daria um braço mas não viveria sem? Use o quadro ao lado: Responda, comente, discuta, conteste.
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