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Salman Rushdie não precisa de um Aiatolá pra se atolar, basta o Facebook

05/12/2011 - 9:34 am  -  19 comentários


Salman Rushdie é um escritor britânico nascido na Índia que ficou famoso nos anos 80 por ter enfurecido o Islã antes disso virar moda. Milhões de muçulmanos o odiaram por seu livro, Versos Satânicos, apesar de nunca terem lido. O então líder espiritual do Irã, o doce de pessoa Aiatolá Khomeini soltou uma Fatwa condenando Rushdie à Morte, por ter ofendido Maomé, Alá ou outra dessas figuras imaginárias.

Por anos ele andou escondido, protegido pelo serviço secreto britânico, provavelmente trabalhando em seu próximo livro, “Buda, o Idiota Gordo”. Com o tempo ele saiu do esconderijo e pode usufruir da vida de escritor famoso.

No caso seu esporte favorito era pegar mulher. O coroa é incorrigível, sua especialidade são filés de todas as cores e raças (um exemplo de integração) preferencialmente com metade de sua idade.

Problema é que o cara gasta tanto cérebro pensando em livros que deixa o resto a cargo do pinto, e como todo homem no planeta sabe, isso dá merda.

Deu. Rushdie se engraçou com uma dona chamada Devorah Rose, atriz com uma única entrada no IMDB, editora de uma revista que ninguém nunca viu e ex-participante de um reality show irrelevante chamado 10021, que passa no canal CW. É, aquele que ninguém assiste.

Salman Rushdie, intelectual, escritor, arrastando asa para a forma mais baixa de vida depois de comentaristas de sites de notícias, uma Ex-BBB? Mentira!

Verdade, veja a tuitada maligna que ela soltou:

salmansifu

 

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Bunda-Mole processa Playboy por não saber como o mundo funciona

29/11/2011 - 8:09 am  -  8 comentários


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Perto das esposas e namoradas todo homem concorda que Hugh Hefner é patético, cercado de mulheres lindas maravilhosas que poderiam ser suas netas, vivendo uma vida hedonista de devassidão, quando deveria estar em um asilo, ou em uma cadeira de balanço contando histórias para netos que preferiam estar em outro lugar, ou mais provavelmente deveria estar morto, dado seu passado conturbado.

Longe das supracitadas esposas e namoradas, todo homem morre de inveja desse empreendedor que capitalizou os instintos mais básicos e mereceu cada centavo que ganhou. E cada perseguida consumida no processo.

Entre os muitos empreendimentos ele tem a Mansão Playboy, onde mora e dá… festinhas. Em geral temáticas, as festas usam a fama da Playboy para extorquir dinheiro de idiotas que acham que vão se dar bem apenas por pagarem uma entrada abusiva.

Um desses idiotas se chama Steve Frye, que teve toda sua visão de mundo despedaçada durante a festa Leather Meets Lace, que custou US$1000,00 de seu suado dinheirinho ganho como paunocu profissional.

Ele descobriu, conversando com as coelhinhas que –prepare-se- as mulheres bonitas NÃO PAGARAM OS US$1000,00 PARA ENTRAR NA FESTA!

Isso mesmo. O imbecil achava que porque ELE havia desembolsado uma grana preta, as MULHERES deveriam pagar também.

playboy2

O idiota entrou com um processo alegando DISCRIMINAÇÃO SEXUAL, pois se as donas boas entram de graça, ele também teria que entrar.

Pra piorar, e mostrar que além de idiota o idiota é desalmado, a festa Leather Meets Lace é um evento anual de CARIDADE angariando fundos para uma fundação que cuida de crianças autistas.

E ele não é o único. Ano passado um sujeito chamado David Long, Jr, que não deve ter NADA long no corpo também processou a Playboy por pagar US$625,00 para entrar em uma festa enquanto mulheres bonitas entravam de graça ou ganhavam descontos generosos.

É CLARO que gente bonita tem mais vantagens. O mundo trata melhor quem se veste bem, isso eu aprendi nem nos comerciais da US Top, mas lendo O Pequeno Príncipe. Desculpe, não é regra minha, somos programados assim.

Há inclusive estudos que demonstram que o QI de um homem pode cair 20 pontos ao interagir com uma mulher bonita. Eu já estive do lado da Luiza Brunet e posso garantir que isso é verdade, embora 20 seja uma estimativa conservadora.

ÓBVIO, se uma analista de sistemas não for contratada por ser feia, por favor, é caso de processo, assim como a babaquice de pedir “boa aparência” para todas as vagas, mas se eu contrato uma modelo, hello, que seja bonita.

Povoar festas com filés é um conceito BÁSICO, mesmo nas Festas Americanas da minha rua já tentávamos (sem muito sucesso) seguir essa cartilha. É ÓBVIO que as mulheres em questão são requisitas e não vão pagar para entrar, há muito mais festa atrás de mulher bonita do que mulher bonita atrás de festa.

O sujeito que não entende isso, só percebe depois de velho e ainda PROCESSA A PLAYBOY está cuspindo no prato que (não) comeu, pois alguém assim só vai chegar perto de mulher bonita pagando.

Fonte: BNB


Na Apple como na Vida a Hipocrisia supera até mesmo o Moralismo

25/10/2010 - 11:53 pm  -  21 comentários


No começo dos anos 80 a censura ainda pegava pesado. A Trip hoje escolhe não mostrar as vergonhas altas e cerradinhas das moças por questão de estilo (maldita Trip!) mas antigamente não havia escolha Nu frontal era proibido, alguns casos a revista só poderia mostrar um mamilo de cada vez, e por aí vai. Assim a juventude tinha que se virar para conseguir material educativo de qualidade. Boa parte vinha das revistas clandestinas, das suecas contrabandeadas no fundo das malas e que rodavam de mão em mão de forma bem mais subversiva do que cópias d’O Capital.

Na televisão o bicho pegava. Nada nem de longe parecido com As Cariocas ou o clássico Vida Como Ela É.

Mesmo assim era na televisão onde conseguíamos mais material, graças aos canais educativos, que acabavam educando nos dois sentidos.

O truque é que embora toda nudez fosse castigada, a nudez indígena tinha imunidade. Na cabeça dos censores um filme mostrando índios era completamente ausente de malícia. O índio era visto como um ser puro e inocente, então estava liberado. Obras-Primas da safardanagem cinematográfica brasileira -Como Era Gostoso o Meu Francês, de Nelson Pereira dos Santos era um clássico- eram exibidas impunemente, mesmo em horário diurno.

Curioso é que as atrizes muitas vezes nem eram índias. A nudez de homens e mulheres brancos (ou no máximo morenos) era OK, desde que estivessem em um contexto indígena.

Essa dualidade funcionava inclusive com as atrizes. A Glória Pires nunca havia feito cena de nu, sempre recusou convites da Playboy e nem me recordo de outra situação em que ela tenha aparecido pelada, MAS em Índia, a Filha do Sol ela mostra tudo que tem pra mostrar, na boa.

A justificativa era que aquilo que estávamos vendo era… arte. Pode até ser, mas para incontáveis adolescentes tarados eram peitos e bundas, bem melhores que os legítimos mas muxibentos peitos nas capas da National Geographic.

Essa imunidade diplomática da “Arte” impressiona. Todo mundo aceita calado se for justificado como “Arte”.  Até a Apple.

A empresa vem pegando pesado para manter o ambiente de suas aplicações o mais “família” Possível. A Playboy no iPad sequer terá mulher pelada, repetindo e piorando o pior da censura brasileira dos anos 70.

Imagina-se que com isso ninguém ouse ir além da Censura 14 anos na App Store, certo?

Errado. Veja Verolites, esta exibição de Robert Alvarez, fotógrafo artístico profissional. Ele basicamente fotografou modelos peladas, aplicou um efeito tosco qualquer, chamou de arte e soltou em uma aplicação para iPhone. Resultado? Colou.

Até a Apple, a empresa mais moralista do Planeta, que patenteou um método de filtrar SMSs pra ninguém falar sacanagem  está distribuindo em sua App Store uma aplicação cheia de fotos de mulher pelada, disfarçadas de “Arte”.

Outro caso: O YouTube é especialista em apagar todo e qualquer vídeo com conteúdo questionável. Uma simples denúncia e babau, mulher pelada NÃO.

Exceto… exato: Se for arte.

É o caso deste vídeo da “artista” Amy Greenfield. No vídeo ela rola, nua, na areia da praia, em uma espécie de Ode à Milanesa. (Yes, kibei isso do Veríssimo)

Piora. Neste outro vídeo ela rola na lama, igualmente pelada.

Longe de mim reclamar de mulher pelada na lama, meu problema é outro. É a duplicidade de discursos, onde o que é safardanagem pra uns passa como arte e é liberado.

“Ah, mas pode não ser arte pra você mas é para outras pessoas”

Perfeito. Aceito essa argumentação. Só que ela abre espaço para outra afirmação igualmente lógica: “O quê é ofensivo para outros pode não ser para mim”.

O ideal seria tratar todo mundo como adulto. Quem se ofendesse com algo simplesmente não acessaria mais o canal e pronto, sem restringir o direito dos não-ofendidos.

Isso, claro, seria o ideal. Na prática continuaremos com as patrulhas moralistas minando a liberdade de expressão de todo mundo, ao mesmo tempo em que liberam safadeza generalizada à guisa de “Arte”.

Afinal de contas mesmo os hipócritas FDPs apreciam um belo par de peitos.


O mundo é cruel com as gordinhas, principalmente as gordinhas

23/03/2010 - 10:00 am  -  180 comentários


crystal26 Quando a Dove lançou a campanha com mulheres “de verdade” todo mundo aplaudiu. Isso gerou uma mini-tendência onde publicidade era feita usando modelos parecidas com mulheres reais, não deusas impossivelmente magras.

A mídia em peso (com trocadilho) comprou a idéia, muita, muita centimetragem foi conseguida apenas enviando press releases sobre campanhas com “mulheres de verdade”. Só quem não comprou a idéia foram… as mulheres de verdade.

Claro, em público o discurso era de total apoio, abaixo as magrelas, viva as curvas, viva as cheinhas. Essa era a interpretação racional, só que a mente humana e em especial a feminina NÃO funciona racionalmente. Muito da propaganda faz uso disso, e querendo ou não as campanhas de “mulheres de verdade” seriam interpretadas pelas tripas, não pelo cérebro.

Para comprovar o real efeito da publicidade com mulheres cheinhas duas Universidades, uma na Alemanha e uma na Holanda entrevistaram mulheres magras, normais e gordas medindo sua reação a anúncios com diversos biotipos de modelos.

Centenas de estudantes mulheres com índice de massa corporal baixo, mediano ou alto participaram do experimento. O objetivo era determinar o efeito das modelos na auto-estima das participantes, e os resultados são tristemente diferentes de todo o discurso politicamente correto anterior.

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Caso 1 – Mulheres com baixo IMC

Ou mais claramente, magras. Estas se mostraram indiferentes. Ao mesmo tempo que se identificam com modelos magras, se distanciam nas medianas e das gordas. Não se vêem como elas, não têm medo de se tornar como elas.

Caso 2 – Mulheres com alto IMC

As gordinhas se ferram geral. Todas as modelos acertaram na baixa auto-estima delas. As magras por serem magras, as medianas por serem o corpo idealizado mas que não possuem e as modelos gordas, afinal se identificam com elas.

Caso 3 – Mulheres com IMC mediano

Aqui que a porca torce o rabo. Embora as mulheres deste grupo se sintam bem com modelos moderadamente magras, ao ver modelos moderadamente gordas sofrem uma queda de auto-estima, pois sua imagem interna as visualiza como elas.

Aqui cabe uma explicação: Quem dita o que é gorda ou magra é a indústria da moda, que parece corresponder ao estereótipo de ser dirigida por bees ensandecidas misóginas, dado o sofrimento que causam as mulheres. É IMPOSSÍVEL manter-se dentro dos padrões deles, nem se o Sr Dedo se tornar amigo íntimo da Sra Garganta.

Não há exemplo melhor do que Whitney Thompson, esta modelo americana que venceu o America´s Next Top Model é classificada como PLUS SIZED, categoria que funciona com um gueto para modelos gordas. O manequim dela é 10, equivalente ao 44. Estilistas já chegaram a exigir modelos com manequim ZERO para desfiles.

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Portanto, mesmo que a publicidade use modelos “gordas” como a Whitney, as consumidoras ainda a verão como gorda, e consequentemente não entenderão positivamente a propaganda. Estarão alienando todos os grupos menos as magrelas, que não estão aí pra nada, conforme demonstrou a pesquisa.

O que isso tudo quer dizer?

Algo que Steve Jobs vive demonstrando na Apple: Certas horas você NÃO pergunta ao consumidor o quê ele quer. Ele não sabe. Ele vai tentar racionalizar, vai tentar justificar e enrolar, vai te ditar uma série de diretrizes e no final mesmo que você as tenha seguido à risca, esse consumidor ficará insatisfeito.

Pesquisas e estudos como o que mostrei ainda são uma das ferramentas mais importantes para o entendimento do consumidor. Pesquisas tradicionais MESMO. No caso acima a Bala de Prata das Redes Sociais se mostraria basicamente inútil. Pior: Uma pergunta direta via redes sociais daria resultados completamente errados. As consumidoras em peso (ainda com trocadilho) iriam repetir o discurso de como é bom ver “mulheres de verdade’ mas (in)conscientemente prefeririam anúncios com modelos saradas.

Redes Sociais são ótimas para angariar opiniões e montar perfis sobre conceitos que podem ser racionalizados, mas entender o emocional nem sempre está ao alcance da ferramenta. É preciso fazer as perguntas certas, estudar as respostas e efetivamente interpretar o que o consumidor quis dizer, não o que ele disse.

Do contrário você continuará acreditando que ninguém baixa pornografia, ninguém acessa site de torrent e ninguém passa adiante email com Totem da Sorte.

Ou pior ainda, acreditará que nós homens não achamos edificante e não iríamos facinho em uma gordinha bem-resolvida como a totosuda Crystal Renn.

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As vergonhas tão altas e cerradinhas da Dani Suzuki

03/09/2009 - 5:28 am  -  23 comentários


Poucas coisas (talvez o Hugh Jackman) fazem atrizes tirarem a roupa mais fácil do que um “conceito”. O impressionante é que não importa, por mais que seja resguardada, por mais que não se exponha, se um diretor com papo baba-de-goiaba vende o peixe, é calcinha no chão, e sem dinheiro na mão, pq orçamento de filme nacional, já viu, né?

Um bom exemplo é a Luana Piovani. Ninguém entende qual relação ela tem com a TRIP, eu acho que é algo como Banco Nacional / Ayrton Senna, a revista consegue ensaios com a Luana que a Playboy pagaria fortunas, mas nem assim conseguiu.

A Playboy aliás sofre, atrizes que esobam a revista aparecem nuas em filmes (muito) ruins, mas… “é pela arte”.

Eu fui contra a crucificação internética da Xuxa, até porque começaram a atacá-la por causa do Amor Estranho Amor, como se ela tivesse feito uma Sex Tape com o Jairzinho, no tempo do Balão Mágico.

O filme era legítimo. Obra do Walter Hugo Khouri, um dos cineastas mais respeitados de sua época. E ela não é a única que atacou o moleque, Matilde Mastrangi tenta seduzi-lo, e quem vai aos finalmentes é Vera Fischer, que ainda por cima é a mãe. Isso mesmo, ela fez uma cena de INCESTO com um guri de 12 anos e ninguém a xinga de 10% do que xingaram a Xuxa.

Dito isso, o filme é uma merda, pura válvula de escape pros traumas do Khouri (ok, não havia blogs na época) e forçado até não poder mais. Então, como a Xuxa, que não havia feito absolutamente nada além de posar nua para fotos, topou uma barbaridade dessas?

Pelo mesmo motivo que a Susan Sarandon topou fazer Pretty Baby, pelo qual a  Julie Andrews mostrou os peitos em S.O.B., a Chloe Sevigny fez uma cena de sexo oral explícita em The Brown Bunny, e  tantos outros casos: Gogó.

Foram convencidas de que  era importante para a arte.

Quando a desculpa “faça pela arte” não cola, os diretores que querem ver suas atrizes peladas apelam para a Arma Secreta da dramaturgia erótico-pornosafada brasileira: Filme de Índio.

Quando eu era criança vivíamos grudados na TVE, pois enquanto os canais normais não passavam nem peitinho, na TVE toda hora rolava um filme de índio, nacionalista, patriótico, com pacote completo: Peito, bunda, perseguida e o material de apoio (vou apanhar MUITO por essa, merecidamente)

Glória Pires, que sempre fez um drama danado para liberar a mixaria, botava pra quebrar em Índia, a Filha do Sol.  Os censores do governo militar nem chegavam perto pois os comunistas do ministério da educação (não, não é contraditório)  consideravam essencial proteger nossos valores indígenas da invasão ianque.

A Playboy pagou uma boa grana para Elba Ramalho e Mara Maravilha. Logo depois ambas fizeram clipes com musicas de temática indígena, onde mostravam boa parte do que saiu na revista.

Agora o Tribos, do Multishow foi parar no Xingu. A Daniele Suzuki, que sempre foi discreta, quase num nível Camila Pitanga, chutou o pau da barraca. Em uma cena ela pula na água com um grupo de indiazinhas, completamente nua pelada sem roupa.  ← Google Bait

Pior, por ser com um grupo de crianças ÍNDIAS não há problema de aparecerem peladas.  Quem reclamar será acusado de sofrer de insensibilidade cultural.

Como diria Michael Jackson (talvez em outro sentido) fuck the children, meu negócio é a Dani, uma japinha maaaaaaravilhosa que demonstrou mais uma vez a eficácia da Lei do Índio, ao revisitar Pantanal e seus clássicos banhos de rio.

Não que eu esteja reclamando.

Ah sim, o link do vídeo? Já está rodando as internets, siga-me no Twitter, postarei por lá.


Lois Griffin – você comeria?

21/02/2009 - 10:33 am  -  26 comentários


Há duas respostas possíveis aqui: Se você for homem muito provavelmente dirá coisas como “só se for agora”, “tou dentro”, “gostosa!”, etc. Mas se .você for mulher, a resposta mais provável é “como assim? É um desenho!”

Todo menino teve uma paixão secreta por uma personagem de desenho animado. Pode ser a Daphne, a Cheetara, até mesmo a She-Ra. O cérebro masculino é extremamente visual, e não tem problemas em imaginar, quando a referência visual não é exatamente “humana”.

É claro que praticar qualquer tipo de atividade sexual recreativa com um personagem animado é impossível, mas isso não nos impede de… bem… imaginar.

Já as mulheres eram muito mais pé-no-chão. Não lembro de meninas falando dos personagens de uma forma mais lasciva. Não lembro de ninguém babando pelo Príncipe Adam, pelo Fred. O máximo que vi foi demonstrações de afeto para o Scooby Doo, mas não no sentido que você pensou, seu pervertido.

Nota: O Musashi lembrou que meninas que curtem Anime costumam fantasiar sobre os personagens abertamente, mas é um nicho muito específico.

Essa capacidade de disassociação com o tempo evolúi para as mulheres de mentira de verdade. São as siliconadas, photoshopadas da Playboy e similares. A revista já publicou fotos de mulheres sem umbigo, e ninguém falou nada. Imagine se publicam um carro sem uma roda.

As mulheres reclamam que as modelos artificiais da Playboy não refletem a realidade, e que nenhuma mulher pode chegar a tal nível de perfeição, com pele inclusive sem poros. Dizem que tais ideais de beleza são irreais e que estamos sendo enganados.

Não estamos. Nós sabemos que aquelas mulheres não existem, e não deixamos de sair com as mulheres de verdade por isso.

Eu iria além: Não considero as mulheres da Playboy versões idealizadas, e sim versões fantasiosas. No bom sentido, fantasiar é bom. Não é porque você não casaria com uma aeromoça safada sem calcinha que transa com todos os passageiros, que você não gostaria de ser um desses passageiros. Não estamos levando em conta considerações morais de longo prazo. E se considerações morais não contam, vamos nos preocupar com estética?

É uma reação fisiológica, o cérebro masculino em situações sensuais tende a ver as mulheres como objetos. Não é culpa nossa, está na nossa programação, há inclusive um estudo comprovando isso.

Portanto não faz diferença se o objeto sexual diante de nós seja uma mulher de verdade, uma imagem photoshopada à exaustão ou mesmo a Lois Griffin. Isso explica porque toda uma geração de adolescentes apertava os olhos tentando ver a calcinha da She-Ra quando ela dava aquele chute giratório.

Nas imortais palavras de Jessica Rabbit, “Não somos maus, fomos desenhados assim”.

Nota: Se você inconscientemente objetifica uma mulher ou imagem feminina em situação sensual, você é um homem normal. Se você trata mulheres como objetos no dia-a-dia, você é um porco. Por favor morra.


Eu deveria denunciar pro Maverick…

06/01/2009 - 10:26 pm  -  26 comentários


Não vou falar nada. Vamos só aos fatos:

Logo da Blue Angels segurança privada, fundada em 1997:

Brasão dos Blue Angels, equipe acrobática da Aviação da Marinha dos Estados Unidos da América, fundada em 1946, desenhado pelo Tenente Comandante R.E. “Dusty” Rhodes e aprovado em 1949:

Tirem suas próprias conclusões…


A maior sacanagem do vídeo erótico da filha da Tizuka Yamasaki

10/10/2008 - 7:22 pm  -  39 comentários


O grande hype do momento envolve Naína Tie, filha da venerável Tizuka Yamasaki, uma das grandes cineastas que este país já teve. Como você já deve ter visto em um zilhão de outros sites, ela fez um vídeo junto com um cidadão e o vídeo caiu na rede. Nada de novo, é uma moça bonita (sou suspeito, sabem que tenho uma queda para o Oriente), um sujeito desajeitado (sempre são) e sexo pela metade meio malabarista, pois têm que ficar segurando a câmera.

Você já viu, eu já vi, todo mundo no planeta já viu milhares de vídeos iguais. A única diferença é que seria a filha de alguém famoso.

A sacanagem aqui, a grande sacanagem é que eu APOSTO que 9 em cada 10 que baixaram nem têm idéia de quem é Tizuka Yamasaki e porquê a pequena Naína tem sorte de ser filha dela.

O Brasil como sempre não dá bola para ninguém que não tenha bunda grande, não esteja em um Big Brother ou não saiba chutar uma bola.

Um bando de macacos de imitação passa adiante o “filme da japa” dizendo “é a filha da Tizuka Yamasaki”, mas poderiam dizer “é a filha da Tomie Ohtake”, ou “É a filha da Yoko Ono”, dava no mesmo. Na verdade só haveria um reconhecimento real do nome se fosse “é a irmã da Sabrina Sato”. Tizuka Yamasaki não passa mais que uma vaga familiaridade.

A sacanagem aqui é que a trivial trepada trará para a filha uma audiência provavelmente maior que a dos filmes da mãe.

A sacanagem aqui é que –comprovando minha teoria de que a Wikipédia brasileira é uma merda- o artigo em inglês para Tizuka Yamasaki é mais completo que o em português.

A sacanagem no caso não é nem com a pequena Naína. Ela não é criança. A vítima aqui é a Tizuka, que está tendo o nome explorado sem ter a contrapartida. Todos estão se valendo de sua “fama”, sem ter pago o “preço” de assistir seus filmes. Na verdade até criticam, pois ela fez filmes da Xuxa e dos Trapalhões, além de obras-primas como Gaijin. Lamento informar, meus caros, mas pelo que se vê no vídeo a Naína tomou muita Sustagem, e isso custa dinheiro. Nenhum cineasta vive de fama, todos trabalham e no final do mês o Renato Aragão depositava direitinho o dim-dim.

Quem acha que tem o direito de criticar a Tizuka por fazer filmes como O Noviço Trapalhão, que pague suas contas.

Quanto à Naína, com vídeo ou sem vídeo adoraria dividir alguns chopps e aproveitar o privilégio que é estar acompanhado da filha da Tizuka, e saber o que isso significa.


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