Descobri que sou VIP e estou morrendo de Vergonha Alheia
11/05/2012 - 3:35 pm - 7 comentários
Uma das minhas frases que mais causa revolta nos trolls, esses serezinhos patéticos que mendigam atenção, é a clássica “Só reconheço como válidos os rankings que me posicionam bem”. Eles xingam, mimimizam e me acusam de não jogar segundo as regras.
Já o pessoal com mais de 5 neurônios funcionais e que pode usar tesoura de ponta entende que a frase é uma crítica ao modelo de rankings em si. Não há consistência, não há metodologia unificada. Rafinha Bastos ser tratado como perfil mais influente do Twitter é válido? Não, mas eu também não sou, nem mesmo o Obama. Não existe “perfil mais influente”, as pessoas se influenciam por motivos diferentes, não há um influenciador universal.
Claro, ninguém liga pra isso, somos programados para amar rankings, listas, Top 10s, hierarquias, mesmo que não façam sentido.
Como a patética lista “Influenciadores do G20”, que lista a Dilma como um dos perfis de Twitter com mais influência do Brasil. Legal, faria sentido, se ela não estivesse sem tuitar desde 13 de Dezembro de 2010.
Um dos fatores usados no tal ranking da Dilma foi o Klout, que assim como o falecido Technorati se dispõe a rankear e ordenar a Internet. No caso do Klout, pessoas da Internet. Só que há algo de errado quando sua ferramenta não leva em conta 2 anos de ausência.
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