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Rubinho: Como vlogueiro, um excelente Piloto

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Não estou brincando. Eu sou viúva do Senna, nunca neguei isso. Sei que é injusto comparar o Rubinho, ou qualquer piloto da atualidade a Senna, mas eu o faço. Do ponto de vista técnico Rubinho é excelente. Foi o primeiro piloto de F1 a vencer o Stig, no Top Gear, e isso não é pouca merda. Só que falta algo. Sorte, com certeza. Ele é um cupim de ferro, mas tirando isso falta… entusiasmo. Percebo um ar burocrático. Como se estivesse batendo cartão.

Isso fica evidente no canal “Acelerados”  (não ria) que Rubinho lançou, com dois outros sócios/apresentadores. Hum. Programa de carros, apresentados por 3 sujeitos… lembra alguma coisa?
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Sim, lembra. É CLARO que a primeira lembrança de qualquer aficionado pelo tema é o Top Gear. E é a base com que todas as comparações serão feitas. Eu sei, é injusto comparar um canal do YouTube com o melhor programa de carros do Universo, mas também é injusto comparar Rubinho a Senna e Piquet. Só que é impossível não comparar, e aí o bicho pega. Continue reading “Rubinho: Como vlogueiro, um excelente Piloto” »

Gentileza gera… escrotidão, mas calma, a Justiça vence a Lei

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Que o mundo é injusto, com certeza, que o diga a ausência da Luciana Vendramini no banco do carona de meu Aston-Martin DB-9 inexistente, mas algumas vezes, algumas raras vezes, o bem vence o mal, espanta o temporal e a filhadaputice é punida. Não é fácil de acontecer, e é um privilégio poder presenciar gente dançando na cara da escrotidão, do paunocuzismo, da babaquice.

Foi o que aconteceu no clássico Al Nahdha vs Al Ittihad, da 18a divisão do campeonato saudita. Jogaço, você não acompanha?

Na hora de um tiro de meta, Taisir Al Antaif, goleiro do Al Nahdha percebeu que a chuteira estava desamarrada. Ficou preocupado, aparentemente com medo de que ela saísse voando na hora do chute.

Perto dali estava um jogador do time adversário, de nome Jobson (adivinhem de onde ele é). Vendo a situação do adversário, ao invés de rir e se preparar para aproveitar da situação, ele se abaixou e amarrou o cadarço da chuteira do goleiro.

Tocado pelo gesto, o goalkeeper (como diziam os velhos locutores) afagou as costas do amigo, apertaram as mãos e prosseguiram com a jogada.

O Juiz de Merda achou que foi enrolação (mesmo tendo tomado meros segundos) e puniu o time do goleiro com um tiro indireto, apesar dos protestos de todos os envolvidos.

O jogo estava 2 x 2. Era a chance de saírem na frente no placar, ademais, toda boa ação tem sempre uma punição, certo?

Não dessa vez. O Al Ittihad seguiu as ordens do juiz, mas o atleta responsável pela jogada deu um toquinho mixuruca, fazendo a bola deslizar inofensiva pela linha de fundo. Nunca um CHUPA JUIZ FDP foi tão elegantemente executado.

Que me desculpe o rei do camarote, mas bato palmas pros Reis do Gramado.

Quem diria, submarino caprichou no viral!

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Uma das coisas que mais me cansa na propaganda atual, e me fazem ter saudades do tempo em que publicidade se resumia a peças criativas dentro de formatos rígidos, como anúncios, comerciais e spots, é a mania do viralzinho.

Originalmente o viral seria uma peça de propaganda que caiu no gosto do público, e foi replicada espontaneamente. Aí vieram os especialistas em seeding, técnicas de viralização e, sendo sincero, enganação e mentira pura e simples.

Marido pendurado do lado de fora da janela, vídeo “amador” filmado na rua, tudo pra parecer verdade, fazer com que incautos e desavisados achem que é verdade, e passem adiante. A criação se rendeu ao marketing que se rendeu à psicologia e a idéia morreu. Enganar é muito mais simples do que maravilhar.

Felizmente nem todo mundo pensa assim, e bato palmas pra essa ação da M&C Saatchi, de Milão. Para promover a Life Park, uma seguradora da cidade, resolveram apelar pro velho e batido acidente de carro simulado, mas ao invés de mostrar dois fuscas raspando lataria, ou um videozinho safado fingindo uma colisão, chutaram o pau da barraca.

O carro-vítima foi encacetado por nada menos que um submarino nuclear russo. No meio de Milão.

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